Benefício de R$ 600 pode ter influenciado avaliação do governo Bolsonaro no NE

 

A avaliação do governo Bolsonaro como “ruim e péssimo” disparou 10% em 35 dias no país e bateu os 50%, segundo a pesquisa da XP Investimentos, feita pelo instituto Ipespe.

Em 15 de abril, a avaliação negativa nacional era de 40%.

Desde então, nas três pesquisas posteriores, o “ruim e péssimo” a nível nacional cresceu a ponto de chegar aos 50% nesta quarta-feira. Nesta edição, 25% avaliam o governo como ótimo ou bom, e 32%, regular.

Mas uma região oscilou para baixo, dentro da margem de erro, da tendência de crescimento da avaliação de “ruim e péssimo”.

Nas duas últimas pesquisas, em 30 de abril e 20 de maio, o Nordeste registrou queda de 3% na avaliação negativa, ou seja, menos pessoas na região avaliam o governo como “ruim e péssimo”.

Essa mudança já vinha sendo notada no dia a dia por políticos da região, governistas e da oposição, em grande parte pela aprovação pelo Congresso do auxílio emergencial de R$ 600, que foi visto como um benefício dado pelo governo. (ÉPOCA)

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