Sem reduzir desigualdades, não haverá progresso no Brasil

 

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Imagem: Reprodução

O Globo – A maioria dos brasileiros (86%) acredita que o progresso do Brasil está diretamente ligado à redução da desigualdade econômica entre ricos e pobres, 94% concordam que o imposto pago deve ser usado para beneficiar os mais pobres e 77% defendem o aumento de impostos para as pessoas muito ricas.

Esses são alguns dos resultados da segunda edição da pesquisa Oxfam/Datafolha, realizada em fevereiro com 2 mil brasileiros, de 130 cidades de todo o Brasil.

“Só avançaremos no combate às desigualdades se os temas do racismo, da discriminação de gênero e do respeito à diversidade tiverem a mesma urgência que os temas econômicos e fiscais”, afirma Katia Maia, diretora-executiva da Oxfam Brasil.

“É fundamental que os temas sobre a disparidade da renda entre o topo e a base da pirâmide sejam tratados com a mesma urgência dadas às soluções econômicas e fiscais”, destacou Oded Grajew, presidente do conselho deliberativo da Oxfam Brasil.

Segundo a organização internacional, o levantamento indica que a sociedade brasileira percebe os problemas da distribuição de renda no país, mas ainda não compreende o real tamanho das desigualdades brasileiras.

Metade acha que Bolsonaro ‘trabalha pouco’ e 39% o consideram ‘pouco inteligente’

 

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Presidente Jair Bolsonaro tem a pior avaliação de um presidente nos primeiros três meses de governo, desde 1990/Foto: Reprodução

Jair Bolsonaro já é o pior presidente nos primeiros três meses de governo desde 1990. A avaliação foi realizada pelo Datafolha e divulgada neste domingo (7), pelo Jornal Folha de São Paulo.

Foram ouvidos 2.086 pessoas com mais de 16 anos, em 130 municípios, nos dias 2 e 3 abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Com 30% de reprovação é a pior avaliação para um presidente da República no início de primeiro mandato desde 1990. Fernando Collor (então no PRN) tinha 19% de reprovação após três meses, contra 16% de FHC (PSDB), 10% de Lula (PT) e 7% de Dilma (PT).

A ex-presidente é quem tinha a melhor avaliação: 47% de ótimo/bom em 2011. Lula tinha 43%, contra 39% de FHC e 36% de Collor.

Expectativa

A expectativa com o governo também é a pior, após três meses de mandato, desde 1995: 59% esperam que Bolsonaro faça um governo ótimo ou bom, contra 48% de FHC, 76% de Lula e 77% de Dilma.

Antes da posse, 65% esperavam que Bolsonaro fizesse um governo ótimo ou bom, contra 17% de regular e 12%, ruim ou péssimo. Hoje, os que acreditam em um governo regular são 16% e ruim/péssimo, 23%.

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Metade dos entrevistados pelo Datafolha julga que o presidente “trabalha pouco” e 39% consideram que ele é “pouco inteligente”.

(Informações G1)

Líderes no Congresso dão nota 2,5 a Bolsonaro, a escala vai de 1 a 5

 

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Jair Bolsonaro, Tereza Cristina e Ricardo Vélez/Foto: Reprodução
O Site Congresso em Foco a cada três meses faz um levantamento através do Painel do Poder junto aos líderes no Congresso Nacional, sobre o desempenho do governo, medidas políticas adotadas, chances de êxito das propostas em debate no Legislativo e percepções sobre a conjuntura política, econômica e social.

O resultado da primeira pesquisa do primeiro levantamento de 2019, relacionado aos primeiros três meses do atual governo, avaliou o desempenho do presidente Jair Bolsonaro e de membros da sua equipe.

Entre os ministros, Tereza Cristina (Agricultura, com 3,3) é a melhor avaliada. Ricardo Vélez (Educação, com 1,8) é o pior avaliado.

Avaliação dos principais membros do governo

(Média ponderada para nota mínima de 1 e máxima de 5)

Jair Bolsonaro, presidente – 2,5

Hamilton Mourão, vice-presidente – 2,9

Tereza Cristina, ministra da Agricultura – 3,3

Augusto Heleno, ministro de Segurança Institucional – 3,0

Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde – 3,0

Sérgio Moro, ministro da Justiça – 3,0

Osmar Terra, ministro da Cidadania – 2,9

Paulo Guedes, ministro da Economia – 2,9

Azevedo e Silva, ministro da Defesa – 2,7

Onyx Lorenzoni, ministro da Casa Civil – 2,3

Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente – 2,3

Damares Alves, ministra dos Direitos Humanos – 2,2

Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores – 2,1

Ricardo Vélez, ministro da Educação – 1,8

(Do Site Congresso em Foco)

Confirmado sucesso do Carnaval no Maranhão, aprovação foi de 91%

 

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Governo apresenta resultado do Carnaval 2019 no Maranhão/Foto: Reprodução

Pesquisa realizada pelo Instituto Interpreta a pedido pelo Governo do Maranhão, feita com foliões que frequentaram o Carnaval 2019 em São Luís, mostra que aprovação foi de 91% . O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (7)

A pesquisa foi feita no Circuito Beira Mar, nos dias 3, 4 e 5 de março, com 600 pessoas. A margem de erro é de 4 pontos porcentuais.

Questionados se aprovam ou não o Carnaval em São Luís, 91% disseram que sim. Ou seja, nove em cada dez pessoas. Outros 6% disseram não aprovar. E 3% não souberam responder.

“Foi o melhor Carnaval do Maranhão. Colocamos como um dos maiores carnavais do Brasil. O Circuito Beira Mar se consolidou, entre outros locais já tradicionais, como a Madre Deus. Entramos no roteiro nacional do Carnaval”, disse o secretário de Cultura do Estado, Diego Galdino.

Policiamento

Do total de entrevistados, 84,5% classificaram o policiamento como ótimo ou bom durante a festa. A fatia de ótimo foi de 54%. A de bom, de 30,5%.

Para 13%, o policiamento foi regular. A fatia de ruim foi de 0,83; e a de péssimo, 1,5%.

Retorno

Quanto a intenção de retornarem ao Estados e São Luís. Cem por cento deles disseram que pretendem retornar à capital maranhense.

Investimentos

A festa foi realizada pelo Governo do Maranhão e Prefeitura de São Luís, com o apoio cultural do Grupo Mateus.

Foram investidos R$ 11 milhões em estrutura, pessoal e apresentações. Foram mais de 260 atrações, entre blocos tradicionais, alternativos, turmas de samba, tambor de crioula e shows, com predomínio de artistas locais, selecionados mediante credenciamento, processo transparente e democrático de contratação artística.

Cerca de 500 mil pessoas passaram pelos circuitos oficiais da festa em São Luís: Beira Mar, Madre Deus, Ceprama e Lagoa.

Rede hoteleira

A ocupação hoteleira ficou em 73% em São Luís, 23 pontos acima que no mesmo período do ano passado. Em Barreirinhas, ficou em torno de 80%.

Acessibilidade

O Carnaval também garantiu acessibilidade: área coberta com vista privilegiada para as atrações reservada para cadeirantes na Beira Mar e no Ceprama; intérprete de libras na Beira Mar e Ceprama; banheiros químicos adaptados em todos os circuitos; assentos preferenciais para idosos, pessoas com mobilidade reduzida e surdos nas arquibancadas do circuito Beira Mar.

O Projeto Travessia levou mais de 150 cadeirantes aos circuitos de folia nos cinco dias de carnaval em São Luís.