Lula ratifica defesa da soberania brasileira em resposta a Trump

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta quarta-feira, dia 17, que conversou com o presidente Lula durante a cúpula do G7, e classificou o Brasil como um “país politicamente difícil”.

O presidente dos EUA também comentou as eleições no Brasil e confundiu Flávio Bolsonara, pré-candidato a presidente da república, com Eduardo Bolsonaro, condenado esta semana pelo STF.

CNT/MDA: Lula amplia vantagem contra Flávio Bolsonaro

Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira, dia 16, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou a vantagem em relação ao senador Flávio Bolsonaro (PL), no 1º e 2º turnos da disputa presidencial.

A pesquisa ouviu 2.002 no período de 10 a 14 de junho de 2026, sob o Registro: BR-04256/2026, e com Margem de erro: ±2,2 p.p.

NEXUS/BTG PACTUAL mostra vitória de Lula no 1º e 2º turno

Pesquisa NEXUS/BTG PACTUAL divulgada nesta segunda-feira, dia 15, o presidente Lula (PT) acumula 49% das intenções de voto no 2º turno com o pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições 2026.

O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 43% das intenções de voto. Brancos, nulos e pessoas que não vão votar em “nenhum” desses nomes somam 8%, enquanto 1% não sabem ou não responderam.

A Nexus/BTG entrevistou 2.017 pessoas, entre os dias 12 e 14 de junho, em 27 unidades do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06645/2026.

“Quem joga pelo povo, joga pelo Brasil”, jingle de campanha do PT

O PT divulgou nesta sexta-feira, dia 12, o primeiro jingle da pré-campanha. Com o slogan “Lula joga pelo Brasil”, a peça a Copa do Mundo no México para associar Lula a três pilares: Defesa da soberania nacional, Fim da escala 6×1 e Defesa do Pix. O Marketing político usa pautas importantes para o povo.

Genial/Quast: Lula vence Flávio Bolsonaro no 1º e 2º turno

A pesquisa divulgada nesta quarta-feira, dia 10, Lula (PT) com 44% das intenções de voto em um eventual 2º turno contra Flávio Bolsonaro (PL), que tem 38%. Acabou o empate técnico entre eles.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-07661/2026.

PL e PT concentram juntos 30% do Fundo Eleitoral 2026

O PL, do senador Flávio Bolsonaro (RJ), e o PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, vão concentrar 30% dos recursos do Fundo Eleitoral nas eleições de 2026.

Os valores foram divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que detalhou a distribuição dos cerca de R$ 4,96 bilhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) entre os 30 partidos aptos a receber recursos públicos para financiar campanhas eleitorais.

O PL ficará com a maior fatia do fundo, recebendo R$ 881,7 milhões, o equivalente a 17,77% do total. Já o PT terá direito a R$ 615,4 milhões, ou 12,4% dos recursos. Somadas, as duas siglas receberão cerca de R$ 1,5 bilhão, o que representa 30,17% de todo o montante disponível para as eleições deste ano.

A terceira maior fatia ficará com o União Brasil, que receberá R$ 526,2 milhões. Juntos, PL, PT e União Brasil concentrarão aproximadamente 40% de todos os recursos do fundo eleitoral.

A distribuição reflete o tamanho das bancadas e o desempenho eleitoral dos partidos no Congresso Nacional. Quanto maior a representação de uma legenda na Câmara dos Deputados e no Senado, maior tende a ser sua participação nos recursos públicos destinados às campanhas.

 ‘falsos patriotas envolvidos com o crime’, Lula sobre Bolsonaristas

O Governo Lula criticou duramente a ação de “falsos patriotas envolvidos com o crime organizado” que pediram ao governo dos Estados Unidos que classificassem facções criminosas como terroristas internacionais e, assim, abrem caminho para intervenção estrangeira em nosso território.

Além de nota oficial que cita diretamente “integrantes da família Bolsonaro” como “traidores”, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre o tema durante cerimônia em que celebrou a retomada da produção da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados de Sergipe (Fafen). Lula disse que a intervenção estrangeira pode colocar em risco riquezas minerais e a soberania do Brasil.

NOTA

O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.

O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.

É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.

O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.

Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.

Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.

A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.

“Vamos ver quem é quem”, Lula sobre jornada de trabalho

Da Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil, a possibilidade de período de transição para a adoção da redução da jornada de trabalho, de 44 horas para 40 horas semanais, e o fim da escala 6×1, aquela em que o empregado trabalha seis dias por apenas um de descanso.

“Nós defendemos que a redução seja de uma vez, de 44 horas para 40 horas. E fim de papo, sem reduzir salário. Obviamente que nós não temos força para aprovar tudo o que a gente quer, então temos que negociar (…) Não dá para aceitar ficar quatro anos para fazer, meia hora por ano, uma hora por ano, aí é brincar de fazer redução. Está aí o projeto de lei, vota contra quem quiser, mas vamos mostrar para o povo quem é quem nesse país. O dado concreto é que será um benefício para a saúde, para a educação”, destacou o presidente.

Lua disse que haverá uma reunião no início da semana com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) e com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, para analisar o cenário de votação.

A comissão especial que analisa a proposta de emenda à Constituição (PEC) na Câmara realiza na segunda-feira, dia 25, a apresentação do parecer do relator, o deputado Leo Prates (Republicanos-BA).

A votação no colegiado está prevista para quarta-feira, dia 27, com análise do plenário até o fim da semana.