“..popularidade de Bolsonaro não é sustentável..”, diz Flávio Dino

 

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), alertou o campo progressista, nesta sexta-feira (14), para não desanimar com a pesquisa DataFolha que revela crescimento da popularidade de Bolsonaro.

Para Flávio Dino, o crescimento significativo do governo e de Bolsonaro, a melhor desde o início, não é sustentável. De acordo com ele, os problemas familiares e no próprio governo deverão reverter esse cenário.

Flávio Dino também aconselhou o campo progressista a continuar apresentando alternativas para os problemas do país de maneira “clara, viável e conectadas com as necessidades da população”.

Roberto Rocha mostra como não deve se comportar um Senador

 

Senador Roberto Rocha (PSDB-MA)/Agência Senado

O senador Roberto Rocha (PSDB-MA), ao destacar ontem no twitter, a obra da ponte sobre o Rio Parnaíba, ligando Alto Parnaíba (MA) a Santa Filomena (PI), mostrou mais uma vez ‘para o que não serve’ um Senador.

Ao responder a um internauta, que em tom provocador o questionou se no rio havia “traíra”, o senador perdeu a postura e apelou para baixaria ao responder, “Não sei se tem traíra, mas deve ter piranha e baitola.”

Roberto Rocha foi eleito em 2014 abraçado a Flávio Dino (PCdoB), após tomar posse, tornou-se adversário do governador do Maranhão. Ele sonha dia e noite com o Palácio dos Leões.

O senador que se vangloria de ser o maior aliado do presidente da república no Maranhão, fica possesso quando é chamado de “traíra”.

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Movimento Negro e várias entidades pedem impeachment de Bolsonaro

 

Foto: Reprodução

Movimento Negro que reúne 150 organizações protocola nesta quarta-feira (12), um pedido de impeachment de Jair Bolsonaro.

O documento acusa Bolsonaro de cometer crimes de responsabilidade contra a vida da população negra e suas comunidades.

Além da Coalizão do Movimento, apoam a iniciativa 600 entidades e instituições de todo o país, entre elas, trabalhadores e trabalhadoras domésticas, saúde, informais, plicativos, construção civil e cultura e religião.

Bolsonaro vincula mortes pela Covid a governadores adversários

 

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247 – Enquanto o país ultrapassa os mais de 100 mil óbitos em decorrência da Covid-19, o governo Jair Bolsonaro, sem ministro da Saúde, prepara uma lista para relacionar governadores e prefeitos com as regiões com maiores índices da doença.

De acordo com reportagem do jornal O Globo, o nome do aliado Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal, foi omitido.

No entanto, o documento que O Globo teve acesso mostra que há um “top 5” de locais com mais “novos casos” e “novos óbitos”.

Ao lado dos indicadores, vem o nome dos cinco chefes do Executivo estadual respectivos, começando por João Doria, governador de São Paulo e adversário político de Bolsonaro.

O documento foi elaborado pela Secretaria de Governo (Segov) da Presidência da República usando dados do Ministério da Saúde justamento do último sábado, dia em que o Brasil ultrapassou os 100 mil mortos pela Covid-19.

Márcio Jerry quer fim da prisão domiciliar de Fabrício Queiroz

 

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O vice-líder do PCdoB, deputado federal Márcio Jerry (MA) questionou a validade da manutenção da prisão domiciliar de Fabrício Queiroz e de sua mulher, Márcia Aguiar.

“Queiroz mentiu sobre cheques para Michelle Bolsonaro. E aí, continuará ‘premiado’ com a prisão domiciliar ou voltará para a cadeia? A dúvida, com resposta mais lógica para a volta à cadeia, deixou Bolsonaro insone desde a revelação dos novos cheques”, afirmou Márcio Jerry.

Queiroz e Márcia são acusados pelo Ministério Público Federal (MPF) de operacionalizar o esquema de “rachadinha” no gabinete de Flávio Bolsonaro, filho do presidente, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, quando este ainda exercia o cargo de deputado estadual.

Na sexta-feira a revista Crusoé revelou que, após a quebra de sigilos, o casal depositou 27 cheques que somam R$ 89 mil (valores não corrigidos) em nome da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, entre janeiro de 2011 e dezembro de 2017.

Congresso Nacional de luto após Brasil ultrapassar 100 mil mortos

 

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Foto: Reprodução

O Brasil superou neste sábado (8) a triste marca de 100 mil mortes pelo novo coronavírua, segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

O total de óbitos registrados é de 100.240, com 2.988.796 casos de Covid-19.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, usou as redes sociais para lamentar a triste e trágica marca que também é simbólica, para informar luto no Congresso Nacional, em respeito aos mortos e seus famíliares. Vários políticos se manifestaram nas redes sociais.

“Hoje (8/08/2020) é um dos dias mais tristes da nossa história recente. O Brasil registra 100 mil vidas perdidas para a covid-19. O Congresso Nacional decreta luto oficial de 4 dias em solidariedade a todos os brasileiros afetados pela pandemia e às vítimas desta tragédia.”, Davi Alcolumbre, presidente do Senado.

“Hoje o nosso país vive um marco muito triste: 100 mil mortes por coronavírus.100 mil famílias estão de luto. Resultado da união de um vírus letal com um governo omisso, que nunca deu importância para o problema. Minha solidariedade a todas as famílias.”, senador Weverton (PDT-MA).

“Quem disse que poucos morreriam ? Quem gerou aglomerações em passeios irresponsáveis ? Quem sabotou uso de máscaras ? Quem debochou das mortes, alegando não ser coveiro ? Quem divulgou remédios “milagrosos”, sem ser médico ? São as perguntas do Tribunal da História para Bolsonaro.”, governador Flávio Dino.

“100 mil mortos por covid no Brasil. 10 mil mortos só na cidade de São Paulo. Enquanto os governos não se sensibilizarem com a dor de cada uma dessas famílias evitando novos casos, não dá pra simplesmente tocar a vida como Bolsonaro quer fazer parecer.”, Guilherme Boulos.

Flávio Dino agradece Lula e Dilma ao entregar Residencial José Chagas

 

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O governador Flávio Dino agradeceu nas redes sociais neste sábado (8), aos presidentes Lula e Dilma, pela realização do sonhho das 256 famílias contempladas com apartamentos do Residencial José Chagas, que moravam em palafitas na Ilhinha em São Luís.

A política habitacional que deu oportunidade para milhares de famílias do Maranhão, conseguissem a casa própria, foi criado nos governos Lula e Dilma, através do PAC e o programa “Minha Casa, Minha Vida.

Os recursos e autorização são do governo federal e executado pelos governos estaduais.

Covid-19: parlamentares maranhenses reagem a descaso de Bolsonaro com mortos

 

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A declaração do presidente Bolsonaro no facebook, na noite de ontem quinta-feira (6), sobre a marca de 100 mil mortos por coronavírus, que o Brasil deve atingir nas próximas horas, continua repercutindo negativamente.

“Vamos chegar a 100 mil mortos, mas vamos tocar a vida”, disse Bolsonaro

Parlamentares maranhenses como senador Weverton (PDT), os deputados federais Márcio Jerry (PCdoB) e Gastão Viera (PROS) reagiram com indignação ao que consideraram descaso do presidente do Brasil, com os milhares de mortos e seus familiares.

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“Com quase 100 mil mortos pela Covid-19, Bolsonaro diz que é preciso continuar tocando a vida. Se tivesse compromisso com o povo, o presidente não se daria por satisfeito sabendo que isso não é mais possível para quase 100 mil brasileiros. Seu descaso com a vida é revoltante.”, senador Weverton.

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“O estúpido presidente fala sobre 100 mil mortes com a naturalidade de um mensageiro da morte.”, declarou Márcio Jerry.

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“Fernando Lins, Luis Pinheiro Alves, Ezon Ferraz, Ricardo Archer, José Gentil, João Cebola , Plinio Nesello e esposa, Pedro Ivo, pedem que avise Bolsonaro QUE ESTÃO TOCANDO A VIDA, revoltados com seu descaso e brutalidade com a vida do ser humano.A dor, a saudade, são imensas (..) A dor das famílias ainda nem acomodou o luto pelos 100 mil mortos, e o governo quer mais..chegar aos 200 mil. Ontem, já pediu ao TCU autorização para gastar o que sobrou das verbas que deveriam ir para o combate ao vírus. É eleição gente, 2022, a prioridade..”, comentou Gastão Vieira.

Márcio Jerry na luta por uma reforma tributária “justa e sustentável”

 

Deputado Federal Márcio Jerry (PCdoB-MA)/Foto: Reprodução

O deputado federal Márcio Jerry, líder do PCdoB na Câmara,  defendeu, nesta quinta-feira (6), uma reforma tributária que seja mais “justa e solidária”, em substituição ao atual modelo, que taxa os mais pobres e isenta os mais ricos ricos.

Em 2019, PCdoB, PT, PSOL, PDT, PSB e Rede já haviam apresentado uma proposta sobre o assunto ao país e pretendem, neste ano, levar o debate adiante no Congresso Nacional.

“Nós defendemos uma reforma tributária justa, solidária e sustentável. O objetivo é taxar bens de luxo, grandes fortunas, cobrar imposto sobre grande-heranças, como acontece em países como os Estados Unidos, por exemplo. É preciso taxar o patrimônio dos super-ricos, não bens de consumo”, definiu o parlamentar.

A comissão especial mista encarregada de analisar as propostas reuniu-se nesta semana, pela primeira vez, desde que o Congresso recebeu um projeto do governo federal. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), já declararam que pretendem aprovar a medida até o fim deste ano.

Hoje durante lançamento da campanha “Taxar os super-ricos para reconstruir o país”, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), destacou que quando se fala em “progressividade” da carga tributária, a classe média é levada a crer que seria impactada com aumentos de impostos. Não é o caso da proposta de Reforma Tributária Justa e Solidária.

“Estamos tratando dos super-ricos, aqueles que realmente detêm grandes patrimônios. Na verdade, a nossa proposta protege a classe média brasileira e o mercado interno. E garante condições fiscais para a retomada de um ciclo de prosperidade no Brasil”, destacou o governador. Dino afirmou que, no seu estado, zerou impostos sobre a venda de motos populares, enquanto elevou as alíquotas que incidem sobre grandes heranças.

Eleição 2022: Bolsonaro na frente com 38%; Flávio Dino aparece com 3%

 

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Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro continua liderando a corrida eleitoral para a presidência em 2022. Em levantamento divulgado nesta quinta-feira (6), realizado pelo site Poder 360, Bolsonaro aparece ainda com ampla vantagem em relação a Fernando Haddad (PT),  segundo colocado.

Bolsonaro tem 38% seguido por Haddad com 14%, em seguida, na terceira posição está Sérgio Moro com 10%, o quarto é Ciro Gomes (PDT), com 6%.

Os outros que pontuam na sequência da pesquisa são: Luiz Henrique Mandetta com 5%; o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), com 4%; e governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), com 3%.

Brancos e nulos somam 12%, enquanto 8% dos entrevistados não sabem ou não responderam.

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