‘Morte de miliciano deveria ser assunto de polícia, não do presidente’, diz Flávio Dino

 

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Flávio Dino, governador do Maranhão, e Jair Bolsonaro, presidente da Republica

O governador, Flávio Dino (PCdoB), comentou também no final de semana a morte  do miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega, morto no último dia 9, na Esplanada (BA). O governador ainda mandou um recado para o presidente Jair Bolsonaro.

“Morte de miliciano acusado de crimes não deveria ser assunto do presidente da República, e sim da Polícia. O presidente da República deveria ter outras prioridades: desemprego; crescimento da economia; preço do gás de cozinha; educação e saúde, entre outros”, disse no twitter Flávio Dino.

No sábado 15, Bolsonaro se pronunciou pela primeira vez sobre a morte de Adriano. O presidente responsabilizou a “PM da Bahia, do PT”  pela morte do miliciano e ironizou: “Precisa dizer mais alguma coisa?”.

Na mesma entrevista, Bolsonaro chegou a chamar Adriano de herói da Polícia Militar quando justificava uma homenagem feita ao policial, em 2005, pelo seu filho Flávio Bolsonaro.

“Não tem nenhuma sentença transitada em julgado condenando capitão Adriano por nada, sem querer defendê-lo. Naquele ano ele era um herói da Polícia Militar”, afirmou o presidente.

(Informações Carta Capital)

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