“Dez centavos de aumento? Difícil”, diz Mourão sobre reajuste

Do Metropole

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) comentou rapidamente nesta segunda-feira, dia 24, o Orçamento de 2022 sancionado por Bolsonaro, ao chegar no Palácio do Planalto.

Ele fez referência principalmente ao valor para reajuste dos servidores públicos que ficou em R$ 1,7 bilhão.

“Tem esse espaço aí de R$ 1,7 bilhão, mas ele é pequeno, né?! Não dá para todo mundo. Vai dar quanto para cada um? Dez centavos de aumento? Difícil”, disse Mourão.

A tesourada total foi de R$ 3,18 bilhões em relação ao texto aprovado pelo Congresso.

Cortes no Orçamento Federal 2022:

Educação: R$ 739,9 milhões
Ministério do Trabalho: R$ 1 bilhão
Desenvolvimento Regional: R$ 458,7 milhões;
Cidadania: R$ 284,3 milhões;
Infraestrutura: R$ 177,8 milhões;
Agricultura: R$ 87,2 milhões;
Saúde: R$ 74,2 milhões;
Ciência, Tecnologia e Inovações: R$ 73 milhões;
Comunicações: R$ 63,5 milhões;
Defesa: R$ 62,1 milhões;
Justiça e Segurança Pública: R$ 54,8 milhões;
Meio Ambiente: R$ 35,1 milhões;
Turismo: R$ 35,1 milhões;
Mulher, Família e Direitos Humanos: R$ 16,5 milhões;
Minas e Energia: R$ 11,4 milhões;
Relações Exteriores: R$ 3,6 milhões;
Presidência da República: R$ 1,8 milhão
Banco Central: R$ 100 mil
Ministério da Economia: R$ 100 mil

Genial/Quaest: Lula vence todos no 2º turno

Pesquisa Genial-Quaest nesta quarta-feira, dia 12, sobre a corrida eleitoral ao Palácio do Planalto confirma Lula na liderança. Lula vence os outros pré-candidatos em em todos os cenários.

No 1º turno, os números são os seguintes: Lula (PT) aparece 45% dos votos; Bolsonaro (PL), 23%; (Podemos), 9%; Ciro (PDT), 5% e Doria (PSDB), 3%.

Na pesquisa foram ouvidas 2.000 pessoas entre 6 e 9 de janeiro. Registrada do TSE, com o número: BR-00075/2022. Com margem de erro de 2% e confiança é de 95%.

Covid: MEC proíbe exigência de vacinação em instituições federais

O governo Bolsonaro, através do Ministério da Educação, está proibindo instituições de educação federais exigirem comprovação de vacina contra Covid-19, nas atividades presencias.

A medida está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, dia 30, e assinada pelo ‘terrivelmente bolsonarista’ ministro, Milton Ribeiro (Educação).

Centrão condiciona apoio a Bolsonaro ao fim do ‘discurso golpista’

De acordo com a Folha de SP, nesta quarta-feira, dia 22, o Centrão condicionou a continuidade do apoio a Bolsonaro ao fim do ‘discurso golpista’, que o presidente utiliza para manter mobilizada sua base mais fiel.

Por enquanto, o presidente tem se posicionado de forma mais moderada em relação aos ataques ao sistema eleitoral. Resta saber até quando, e o que fará o Centrão, se Bolsonaro voltar atacar às eleições e a democracia.

“..é mais por fracasso de Bolsonaro que lavajatismo..” Dino sobre Moro

Em entrevista à Carta Capital, o governador Flávio Dino (PSB), disse nesta segunda-feira, dia 6, que posição de Sérgio Moro (Podemos) em recentes pesquisas eleitorais é mais por fracasso do governo Bolsonaro que mérito da Lava Jato.

“..Moro mantém patamar eleitoral razoável muito mais pelo fracasso de Bolsonaro do que propriamente pela herança do chamado ‘lavajatismo’. O fracasso de Bolsonaro na gestão econômica e social, na gestão sanitária, é que deixou esse espaço. Ciro estava tentando ocupar, agora Moro, tem Doria (..) Eles vão tentar deslocar Bolsonaro do segundo turno (..) Creio que, não obstante seja uma eleição aberta, Bolsonaro mantém um favoritismo em relação ao Moro. Bolsonaro é um líder nacional estabelecido, e tem um estranho, mas tem… Este estranho carisma (..) Repito, é uma eleição aberta. Moro pode passar Bolsonaro? Pode, mas não é provável, na minha ótica..”, destacou

Flávio Dino também declarou que é real a possibilidade da chapa presidencial Lula e Alckmin.

Bolsonaro chama Moro de ‘sem caráter’ e ‘mentiroso’

Do Uol

O presidente Bolsonaro (PL) na live desta quinta-feira, dia 2, chamou Moro de ‘mal caráter’ e ‘mentiroso’. Ele negou que comemorou a soltura do ex-presidente Lula (PT), como afirmou o ex-juiz e seu ministro Sergio Moro (Podemos).

“A última notícia dele [Moro] é que ‘Bolsonaro comemorou quando Lula foi solto, diz Moro’. É um vídeo, e ele fala ‘ouvi dizer’. É um papel de palhaço, um cara sem caráter (..) Agora ele vai me acusar disso, que comemorei. ‘Ouvia no Palácio do Planalto que ele comemorou porque era bom politicamente para ele’. Tá de brincadeira. Mentiroso deslavado! (..) Esse cara [Moro] está mentindo descaradamente. O cara quer ser candidato, é um direito dele, mas em vez de ele mostrar o que fez, fica só apontando o dedo para os outros e mentindo. (…) Não estou preocupado com ele, não. Se ele se candidatar, o povo vai saber se ele merece ou não o voto. Agora, ficar fazendo campanha na base da mentira… Aprendeu rápido, Sergio Moro. Aprendeu a velha política”, disse Bolsonaro.

Mendonça vai para o STF após ‘molho histórico’

Por 47 votos a 32, o Plenário do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira, dia 1º de novembro, a indicação de André Mendonça para o STF.

A realização da sabatina e votação dele estava parada a quatro meses na CCJ.

Ele foi advogado-geral da União e ministro da Justiça do governo Bolsonaro. Sua escolha pelo presidente foi parte da promessa de um nome com perfil de ‘terrivelmente evangélico’.

Mais cedo após ser sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça sua indicação foi aprovada por 18 votos a 9.

Ele vai ocupar a vaga deixada pelo ministro Marco Aurélio.

Para Dino conceito de ‘justo’ é inadequado para Moro

O govenador do Maranhão e ex-juiz federal, Flávio Dino (PSB), contestou nas redes sociais nesta terça-feira, dia 2, o conceito de ‘justo’ ao ex-juiz e ministro, Sérgio Moro, que ao falar de sua filiação ao Podemos disse que deseja um “Brasil justo para todos”.

Para Dino, o ex-juiz da Lava Jato e ministro de Bolsonaro foi considerado incompetente e suspeito pelo STF.

“O conceito de “justo” não é adequado para um juiz que foi declarado incompetente e suspeito pelo Supremo Tribunal Federal. Tampouco pode ser considerado “justo” alguém que alimentou e serviu alegremente a Bolsonaro, até ser descartado”, disse Dino, nas redes sociais.

Sérgio Moro se filiará ao Podemos no próximo dia 10, partido que sonha em lançá-lo candidato à Presidência da República em 2022.

Se a candidatura de Moro se confirmar enfrentará Lula, que retirou da disputa em 2018, favorecendo a vitória de Bolsonaro, de quem passou a ser ministro.

Camarão e Maranhãozinho: Merenda Escolar e as Eleições 2022

Os pré-candidatos ao governo do Maranhão, Felipe Camarão (Secretário de Educação), e Josimar de Maranhãozinho, deputado federal, nesta quinta-feira, dia 28, travaram um embate na internet sobre ‘Merenda Escolar’, com sabor de disputa eleitoral.

Começou com a cobrança do deputado em tom irônico ao governo do estado, sobre a falta de ‘merenda escolar’ em Junco do Maranhão, e o questionamento sobre se estava faltando também alimentos no Palácio dos Leões.

Em resposta, Felipe Camarão, disse que a culpa da falta de ‘merenda’ nas escolas era de Bolsonaro, que mudou a forma de repasse de recursos, e sugeriu ao deputado que melhor se informasse com o aliado, se referindo ao presidente

Daí em diante, se deu uma sucessão de questionamentos e respostas, em tom de disputa eleitoral.

Dino é contra ‘solução’ de Guedes e Bolsonaro para Petrobras

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), contestou nesta terça-feira, dia 26, o presidente Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Gudes, que voltaram defender a privatização da Petrobras.

Ao contrário do que deseja Paulo Guedes, que para agradar o mercado quer privatizar tudo, principalmente a Petrobras, para Flávio Dino, ‘a solução não é privatização. É exatamente o contrário: desprivatização’.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, em evento que contou com prensa do presidente Jair Bolsonaro, ontem segunda-feira, dia 25, defendeu a venda da Petrobras para ampliar investimentos públicos e em tecnologia e bancar gastos sociais.