Flávio Dino diz que podem continuar batendo continência à bandeira dos EUA, mas ele não

 

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O governador do Maranhão, Flávio Dino, recebendo representantes do Canadá e Israel/Foto: Reprodução

O governador Flávio Dino agradeceu nesta segunda-feira (17), o esclarecimento sobre a fake news espalhada nas redes sociais, que o acusava de trocar a bandeira do Brasil por uma de um país comunista.

“Agradeço ao exato esclarecimento. Tratamos bem os que nos visitam e tenho fotos com bandeiras de Israel, Canadá, Portugal e outros países. Os que inventaram a agressão insana são os mesmos que seguem quem bate continência à bandeira dos Estados Unidos. Não é o meu caso.

Utilizaram uma foto registro de uma agenda de Flávio Dino com representantes da China para disseminarem a mentira e darem contornos de verdade.

De acordo com o Palácio dos Leões, quando há agendas oficiais com representantes de outros países com o chefe do Poder Executivo do Estado, a utilização da bandeira do país dos visitantes segue rito protocolar do Governo do Maranhão.

Flávio Dino diz a João Doria que atitude não é subserviência

 

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Governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB)/Foto: Reprodução

Em matéria publicada nesta sexta-feira (14), na Folha de SP, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), ao falar sobre a Reforma da Previdência criticou os governadores do Nordeste. Para Doria, faltou ‘atitude’ aos governadores nordestinos para incluir Estados e Municípios na Reforma.

Mas, como recomenda a boa sabedoria popular ‘quem diz o que quer ouve o que não quer’. Para Dino, ao contrário que pensa o governador do estado mais rico da federação, a atitude dos governadores evitou graves retrocessos e prejuízo, principalmente aos mais pobres.

“Governador Doria, diz que falta “atitude” aos governadores do Nordeste. Se atitude significa ser subserviente, não é realmente o nosso caso. Nossa atitude tem evitado graves retrocessos, em temas como BPC, aposentadoria rural, capitalização, desconstitucionalização”, respondeu Flávio Dino.

O governador do Maranhão, um dos opositores e críticos mais fortes do governo Bolsonaro, disse que respeita as ‘atitudes’ e escolhas ideológicas de João Doria’, mas ele precisa respeitar as dos governadores do Nordeste.

“Claro que respeitamos as “atitudes” do governador de São Paulo. São escolhas ideológicas e ele que responda por elas. Mas certamente ele não tem o direito de reclamar idênticas “atitudes” de quem deseja preservar direitos sociais dos mais pobres”, completou Dino.

Por fim, Flávio Dino, disse que manterá a opção pelo diálogo como sempre fez, mas sem abdicar dos seus princípios.

“De minha parte, mantenho a mesma conduta desde sempre: diálogo com todos, mas sem abrir mão de princípios. Princípios estes que são diferentes dos adotados pelo governador Doria. Diferenças normais em um regime democrático, e por isso têm todo meu respeito”, concluiu o governador do Maranhão.

Maranhão concederá medalha do Mérito Timbira (in memoriam) a Paulo Freire

 

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O Maranhão reconhece nesta quinta-feira (13) o educador Paulo Freire como um dos pensadores mais notáveis na história da pedagogia. Na solenidade sera concedida a medalha do Mérito Timbira (in memoriam), grau Grã-Cruz, ao educador Paulo Freire. A medalha entregue a Ana Maria Freire, viúva do educador.

Reforma da Previdência: Flávio Dino prova novamente lucidez política

 

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Flávio Dino/Foto: Reprodução

Blog Marrapá – O relator da Reforma da Previdência, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), fechou o parecer que será votado na comissão especial da Câmara. O texto original enviado pelo governo Bolsonaro sofreu uma série de alterações.

Todas as modificações realizadas já haviam sido alertadas pelo governador Flávio Dino. Ele foi o primeiro a questionar vários pontos que eram contra os mais pobres.

Ainda em fevereiro, em reunião de governadores do Brasil, Dino avisou que a reforma apresentada era contra os mais pobres. Ele criticou o sistema de capitalização, a alteração no valor do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o tempo mínimo de contribuição para trabalhadores rurais.

Todos esses pontos, após meses de debates, acabaram sendo retirados da proposta que vai agora para a comissão especial da Câmara.

E mais uma vez Flávio Dino tinha razão. Matéria publicada na época por O Globo não deixa dúvidas disso.

Flávio Dino destaca sua conduta como juiz federal durante 12 anos

 

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Ex-juízes federais Flávio Dino (governador do Maranhão) e Sérgio Moro (Ministro da Justiça)/Foto: Reprodução

Ainda sobre as relações, diálogos e ações suspeitas da Lava Jato entre o ex-juiz federal Sérgio Moro e os procuradores da Força Tarefa, o também ex-juiz federal e governador do Maranhão, Flávio Dino, descreveu no twitter sua conduta durante seus 12 anos na magistratura.

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‘Prova oriunda de racker ou espionagem é ilícita, mas não pode ser jogada no lixo’, diz Flávio Dino

 

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Governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB)/Foto: Reprodução

Apesar do jornalista Glenn Greenwald e nenhum dos membros do The Intercept dizerem que as mensagens envolvendo o ex-juiz Sérgio Moro e os procuradores da Lava Jato foram obtidas através de ações de rackers, foi criado em setores da imprensa, meios jurídicos e redes sociais um debate se as mensagens servem ou não como prova.

A narrativa foi levantada principalmente por setores da imprensa mais alinhados ao governo e partidários do presidente Bolsonaro, do ministro Mouro e do procurador Deltan Dallagnol. O governador, Flávio Dino, comentou sobre o assunto na sua conta no twitter.

De acordo com Dino, prova oriunda da ação de rackr ou espionagem é ilícita, mas não são descartáveis. “Se realmente uma prova for oriunda de hacker ou espionagem, ela é ilícita. Mas pode ser usada para preservar ou restabelecer a liberdade de um acusado, em face do princípio da proporcionalidade. Logo, a prova não pode ser ignorada ou jogada no lixo”, disse Flávio Dino.

O governador Flávio Dino, ex-juiz federal, vai além ao chamar atenção para um aspecto imperativo no contexto da crise envolvendo a Lava Jato, as instituições e agentes públicos, que é o dever de esclarecem sobre fatos tornados públicos. “Assim, é errado uma autoridade se refugiar no “nada a declarar”, que o ministro da ditadura Armando Falcão tanto usava. Toda autoridade pública tem o DEVER de prestar contas sobre seus atos funcionais”, ponderou Dino.

Ainda sobre a hipótese das mensagens virem ser obtidas de maneira ilícita, o governador alerta que mesmo assim, elas devem ser investigadas, provadas e não excluído a análise do conteúdo. “Não adianta deslocar o debate público apenas para a forma de obtenção da prova. Eventual ação de hackers deve ser investigada e provada. Mas isso não exclui a análise do conteúdo da prova, mesmo que realmente seja ilícita, quando isso proteger o direito à liberdade de um acusado”, concluiu Flávio Dino que ex-juiz federal.