Carlos Brandão comparece ao velório do prefeito Ademar Magalhães

O corpo do prefeito de Vitorino Freire, Ademar Magalhães (União), conhecido como Fogoió, será sepultado amanhã, quarta-feira, dia 29. O governador Carlos Brandão e o prefeito de Bacabal e presidente da FAMEM, Roberto Costa, comparem ao velório no municpio.

Ademar Magalhães faleceu aos 61 anos, na noite de ontem, após passar mal durante um evento da Secretaria Municipal de Educação em uma igreja do município.

Ademar Magalhães foi vítima de infarto, mesmo após receber atendimento no local. A ex‑prefeita Luanna Rezende, que é médica e estava ao lado dele no momento em que passou mal, ajudou na tentativa de reanimá-lo.

O prefeito ainda foi atendido pelo SAMU e levado ao Hospital Municipal Dr. Francisco Ribeiro, mas não resistiu. Autoridades e entidades políticas lamentaram o falecimento do prefeito.

Nota da Prefeitura de Vitorino Freire

“A Prefeitura de Vitorino Freire comunica, com profundo pesar, o falecimento do prefeito Ademar Alves Magalhães.

Gestor dedicado, exerceu sua trajetória com compromisso, responsabilidade e zelo pelo povo vitorinense, deixando um legado de trabalho e dedicação ao município.

Neste momento de dor, a Prefeitura se solidariza com familiares, amigos e toda a população, rogando a Deus que conceda conforto e força a todos.

Em reconhecimento à sua trajetória marcada pelo compromisso com o serviço público e dedicação ao município, fica decretado luto oficial de três dias”.

Ex-ministro, Gustavo Bebianno, primeiro aliada a romper com Bolsonaro morre no RJ

 

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Ex-ministro, Gustavo Bebianno/Foto: Reprodução

Morreu na madrugada deste sábado (14) em Teresópolis (RJ) o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência Gustavo Bebianno. Ele tinha 56 anos e sofreu um infarto fulminante por volta das 4 horas. Recém-filiado ao PSDB, Bebianno era pré-candidato do partido à prefeitura do Rio e trabalhava pelo projeto presidencial de João Doria.

O advogado presidiu o PSL durante a campanha de Jair Bolsonaro ao Planalto em 2018. Considerado homem de confiança do presidente, foi o primeiro grande aliado com quem Bolsonaro rompeu após assumir o mandato. Sua permanência no cargo não chegou a dois meses. Foi demitido por influência do vereador carioca Carlos Bolsonaro (PSC), filho do presidente. Carlos via no então ministro o maior obstáculo para controlar a comunicação do pai e acusava o ex-presidente do partido de tramar contra Bolsonaro.

Bebianno deixou o governo e, desde então, havia se tornado forte crítico de Bolsonaro. Em 29 de outubro do ano passado, o ex-ministro deu entrevista ao Congresso em Foco que gerou grande repercussão. Entre outras coisas, disse que Bolsonaro deixou o poder subir à cabeça, abandonou suas promessas de campanha para proteger e favorecer os filhos, cercou-se de “loucos” e faz uma gestão marcada pelo autoritarismo, pelo “desarranjo mental”, pela irresponsabilidade e pelo “desgoverno”.

O ex-ministro afirmou, na ocasião, acreditar que o desfecho da passagem de Bolsonaro pelo Palácio do Planalto será mais uma página triste da história política brasileira: ou ele renunciará, ou sofrerá impeachment ou, na hipótese mais grave, tentará uma ruptura institucional, um golpe de Estado.

“Não acredito que ele conseguiria consolidar uma ruptura institucional, mas tudo indica que ele vai tentar. É muito preocupante. Uma simples tentativa pode gerar muito derramamento de sangue. O Brasil não precisa disso. É um risco real”, disse. Segundo ele, o presidente dificilmente teria o apoio das Forças Armadas para levar o plano adiante por não gozar da confiança dos militares.

(Informações Site Congresso em Foco)