Morre Canindé Barros ex-secretário de Trânsito e Transportes de SL

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O ex-secretário de Transito e Transportes de São Luís, Canindé Barros, 70 anos, faleceu neste domingo, dia 26, na capital maranhense.

Nas redes sociais amigos e aliados políticos de Canindé Barros lamentaram seu falecimento, entre eles, o ex-prefeito Edivaldo Holanda Júnior e o ex-vereador Ivaldo Rodrigues, atualmente Secretário Adjunto de Agricultura Familiar do Estado.

O Engenheiro e ex-secretário, Canindé Barros, comandou o Sistema de Transito e Transportes de São Luís nas gestões dos ex-prefeitos Tadeu Palácio, João Castelo e Edivaldo Holanda Júnior.

Ele estava internado há vários dias na capital maranhense lutando pela vida após ser contaminado por uma bactéria, ele chegou a ser entubado na UTI.

O upaonews.com se solidariza e apresenta pêsames aos familiares.

Morre a prefeita de Cajari, Maria Felix, 51 anos

O vereador, Osmar Filho (PDT), presidente da Câmara Municipal de São Luís, através das redes sociais informou na madrugada desta sexta-feira, dia 22, o falecimento de sua mãe, Maria Felix, 51 anos, prefeita do município de Cajari.

“..Obrigado por tudo, mãe ! Que o nosso Deus a receba em paz na sua morada eterna e que Ele nos dê o conforto nesse momento de muita dor..”, destacou Osmar Filho.

A orfandade dos pivetes, dos alcoólatras e dos amigos

Do blog do jornalista Zema Ribeiro

Filho de Durval Cunha Santos e Josefina Medeiros, Jonaval Medeiros da Cunha Santos nasceu em Codó/MA, em 10 de novembro de 1952 e faleceu hoje (20), vitimado por insuficiência respiratória em decorrência de um edema pulmonar, em São Luís, cidade que adotou e por que foi adotado desde antes de seu primeiro aniversário. Era irmão da cantora Didã.

Jornalista, entre poemas e contos publicou livros sob os pseudônimos Cunha Santos Filho e J. M. Cunha Santos: “Meu calendário em pedaços” (1978), “A madrugada dos alcoólatras” (s/d), “Pesadelo” (1993), “Paquito, o anjo doido” (s/d) e “Vozes do hospício” (2008), para citar alguns.

Neste último, dedicou-me o soneto “Motel”, um dos poucos poemas que sei dizer de cabeça, originalmente publicado n“A madrugada dos alcoólatras”, que recitei em muitas noites, em sua companhia ou fazendo sua fama ir além de sua presença: “O mênstruo da aurora em tom vermelho/ repete-me abatido na vidraça/ minha imagem em dó, ré, mi, coalha no espelho/ o sol, lavando o rosto, vê e passa/ É a manhã, rebento do meu sono, afoito/ me mudo para a lâmpada que acesa/ crava minha sombra sobre a mesa/ caneta e eu, poema, eterno coito/ Saudades dela em mim como estrias/ na pele – e como é duro removê-las/ devassos, nós dormimos quando é dia/ porque às noites, como cães lassos de orgia,/ se ela faz suruba com as estrelas/ eu vivo em coito anal com a poesia”.

Dividi muitas mesas e noites com Cunha Santos e pouparei os poucos mas fiéis leitores de histórias que poderiam soar apologia ao alcoolismo. Ele tinha consciência de sua condição e afirmava na terceira capa de “A madrugada dos alcoólatras” que o livro “não tem outra pretensão que não a de tentar descrever, através da poesia, pelo menos uma parte do sofrimento de que são acometidos todos eles”.

Recordo com especial carinho uma noite de sexta-feira que pariu o sábado em que amanhecemos tomando café numa padaria na Rua de São Pantaleão, próximo de onde ele então morava, e dali, com a mesma roupa de ontem, seguimos para assistir uma palestra do brilhante Agostinho Ramalho Marques Neto, que fora seu professor no curso (não concluído) de Direito, na Universidade Federal do Maranhão.

Na orelha de “Odisseia dos pivetes”, o jornalista e ex-deputado Luiz Pedro, falecido em junho passado, escreveu: “Cunha é um dos Santos de minha devoção”. Não exagerava. Além de poeta, foi um dos maiores cronistas políticos que o Maranhão conheceu.

Figura extremamente humana, era capaz de passar a noite distribuindo esmolas a quantos pedintes encostassem na mesa, deixando a conta na pendura – o fiado nas quitandas e bares ou a cumplicidade dos “colegas de copo e de cruz” invariavelmente garantiam-lhe a solidariedade.

Era um homem de esquerda, o que ninguém podia negar, combativo com a arma que tinha: a palavra. Se para muitos poetas e jornalistas o espectro ideológico deve ser omitido em nome de uma inalcançável, portanto falsa, imparcialidade, Cunha Santos nunca deixou de dizer de que lado estava, fosse escrevendo poemas em livros, fosse escrevendo textos em jornais. Combateu com igual fervor, entre a juventude e a melhor idade, a ditadura militar de 1964 e o governo genocida de Jair Bolsonaro – no que também irmanamo-nos: se uma CPI tem medo de dar às coisas o nome que as coisas têm, nós não.

Ia às lágrimas com facilidade, fosse por um poema, uma música, a situação do país, “comovido como o diabo”, como cravou outro poeta de sua predileção, exatamente como o personagem que dá título a um de seus poemas mais conhecidos, “As lágrimas de Seu Nelson”: Seu Nelson chorava todas as manhãs/ não porque estivesse velho ou triste/ não porque lhe deprimisse estar no mundo/ Seu Nelson chorava todas as tardes/ não porque sentisse dor ou soubesse de saudades/ não porque lhe deprimisse não ter muito aonde ir/ Seu Nelson chorava todas as noites/ não porque fosse criança ou tivesse medo do escuro/ não porque lhe restasse na vida um único e antigo amor/ Seu Nelson chorava todas as manhãs/ porque tinha certeza de que jamais/ haveria outra manhã igual àquela/ Seu Nelson chorava todas as tardes/ porque cedo ou tarde todas as tardes acabam/ Seu Nelson chorava todas as noites/ porque sabia que as estrelas/ se repetiriam em outras noites,/ naquela noite nunca mais/ e que sua madrugada só duraria/ até a hora de chorar mais uma vez”.

Talvez Seu Nelson e todos nós choremos por sabermos, agora, que nunca mais Cunha Santos escreverá outro poema, outra crônica. Resta a nós a saudade e relê-lo.

Jornalista e escritor, Cunha Santos, morre aos 69 em São Luís

Apresentando fortes dores no peito e cansaço, Cunha Santos, deu entrada na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) no Vinhais, na noite de ontem, onde faleceu na manhã desta quarta-feira, dia 20, após duas parada cardíacas.

Cunha Santos, 69 anos, um dos maiores nomes do jornalismo maranhense com atuação importante e reconhecida na área, também era escritor.

Magno Bacelar faz a grande viagem

Por José Ribamar Gomes

Após sofrer um AVC no , dia 4 de setembro e internado na UTI do Hospital UDI, o ex-senador e empresário Magno Duque Bacelar, aos 83 anos, fez a grande viagem na madrugada de hoje terça-feira, dia 14.

O velório será realizado na Pax União, na Rua Grande, até às 15 horas. Logo em seguida Magno Bacelar será levado para a cidade de Coelho Neto, sua terra-natal, onde, após homenagens será sepultado.

Magno Bacelar ao longo de 60 anos na vida pública ocupou vários cargos no Maranhão. Deputado estadual, deputado federal, senador da República, secretário de Estado da Educação, vice-prefeito de São Luís, eleito com Jackson lago prefeito de Coelho Neto.

Como empresário, ao lado do seu irmão, o saudoso Raimundo Bacelar foi um político de bom trânsito em todas as esferas políticas.

O Maranhão perdeu, hoje, um grande político, grande empresário e um excelente ser humano.

Radialista Rubinho Jones perde a batalha para Covid-19

O locutor e radialista Rubinho Jones faleceu na manhã deste sábado, dia 12, vítima da Covid-19.

Ele estava internado a alguns dias em um Hospital de São Luís lutando contra as consequências da contaminação, mas ontem seu quadro de saúde piorou.

Seu corpo será sepultado ainda hoje no Cemitério Jardim da Paz na Região Metropolitana de Grande São Luís.

O governo do Maranhão lamentou o falecimento do radialista através de uma nota de pesar divulgada pela Secretaria de Comunicação do Estado.

Nota de Pesar

A Secretaria de Estado da Comunicação Social (Secom) externa profundo pesar pelo falecimento do locutor Rubinho Jonnes, que estava internado em São Luís para tratamento da Covid-19, mas não resistiu aos sintomas da doença e nos deixou na manhã deste sábado (12). 

Conhecido como “comandante”, Rubinho Jonnes era um dos mais prestigiados radialistas maranhenses. 

Turismólogo de formação, Rubinho Jonnes entrou para a radiofonia local quando ainda era adolescente. Aos 15 anos ele foi aprovado em um concurso promovido pela extinta Rádio Ribamar, e, desde então, seguiu na atividade. 

Rubinho Jonnes foi ainda DJ e locutor em diversas rádios maranhenses, como Mirante FM, Rádio Cidade, Rádio Timbira, com passagem inclusive em rádios de Brasília, na década de 1980. 

A Secom se solidariza com a família e os amigos do locutor nesse momento de dor e perda irreparável.

“Com tristeza recebi a notícia da morte do vereador, Batista Matos”, Eduardo Braide

O prefeito de São Luís, Eduardo Braide, lamentou nas redes sociais nesta quarta-feira, dia 31, o falecimento do vereador João Bratista Matos, ocorrido hoje em consequência da Covid-19.

Batista era vice-líder do governo na Câmara Municipal.

“Com o coração cheio de tristeza recebi a notícia da morte do vereador e vice-líder do nosso Governo na Câmara, Batista Matos, vítima de complicações causadas pela Covid-19, ocorrida nesta quarta-feira, dia 31 (..) Batista era reconhecido por sua fé em Deus, extremamente dedicado à sua família e ao povo de São Luís. Como jornalista, tinha uma grande capacidade de diálogo e conciliação, sempre preocupado em ajudar ao próximo (..) Nossa cidade perde uma referência na política e eu perdi um amigo. Neste momento de tamanha dor, me uno à Liana, sua esposa; seus filhos, Samuel e Daniel; demais familiares e admiradores do seu trabalho (..) Peço a Deus que conforte o coração de todos. Decreto luto oficial por três dias”, destacou Eduardo Braide.

Morre em São Luís o vereador João Batista Matos vítima da Covid-19

O jornalista e vereador de São Luís, Batista Matos, faleceu na manhã desta quarta-feira, dia 31, no Hospital São Domingos, na capital maranhense. É mais um baia causada pela Covid-19 no Maranhão.

Batista se encontrava a uma semana entuba na UTI do Hospital.

O falecimento do jornalista e parlamentar foi confirmada pela família através de nota.

NOTA DE FALECIMENTO E PESAR*

“Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. 8 Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.”
2 Timóteo 4:7-8

É com imensa tristeza e consternação que a assessoria e a família comunicam o falecimento do nosso irmão em Cristo e eterno Vereador João Batista Matos Viana Pereira, ocorrido no início da manhã desta quarta-feira, 31 de março de 2021, em decorrência de complicações pela Covid-19.

Nesse momento de extrema dor, pedimos as orações e a consolação do ESPÍRITO SANTO de DEUS sobre sua amada esposa Liana Ramalho, filhos Samuel e Daniel Matos, sua mãe D. Clenir, parentes, irmãos em Cristo e amigos.

Preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos”.

Salmos 116:15

João Batista Matos deixa a esposa Liana Ramalho e dois filhos, Samuel e Daniel. Ele era filho de Dona Clenir, auxiliar de enfermagem concursada do hospital Dutra e do Hospital Infantil.

Batista estudou no Luís Viana, Sesi e Liceu e se graduou na UFMA onde foi graduado em Comunicação Social. Foi professor de inglês e membro de uma Ong francesa. Ele também foi Secretário de Comunicação da Prefeitura de São Luís.

Weverton e Eliziane lamentam morte do senador Major Olímpio

Os senadores maranhenses Weverton (PDT) e Eliziane Gama (Cidadania) lamentaram o falecimento do senador Major Olímpio (PSL), vítima da Covid-19.

A notícia foi confirmada e divulgada no perfil oficial do senador Major Olímpio, que tinha 58 anos, e se encontrava internado desde o inicio deste mês de março no Hospital São Camilo em São Paulo.

“Com muita dor no coração, comunicamos a morte cerebral do grande pai, irmão e amigo, Senador Major Olimpio. Por lei a família terá que aguardar 12 horas para confirmação do óbito e está verificando quais órgãos serão doados. Obrigado por tudo que fez por nós, pelo nosso Brasil”, destacou seu perfil.

Entidades lamentam o falecimento da transexual Natasha Lima

Lenildo Nascimento Lima, 29 anos, transgênero conhecido por Natasha Lima, morreu sábado, dia 24, no Hospital Carlos Macieira, em São Luís, onde se encontrava internado há vários dias.

Ela foi encontrada desfalecida em 14 de setembro do corrente ano, por volta das 3h da madrugada, às margens da MA-247, nas imediações do povoado Antônio Costa, município de São Luís Gonzaga do Maranhão, região do Médio Mearim.

Segundo as primeiras informações, ela retornava para sua casa no povoado Coeb, zona rual do município, após participar de uma festa em outro povoado próximo.

A Polícia já ouviu várias pessoas sobre o caso, entre elas, suspeitos de envolvimento.

Apesar das investigações considerarem muito forte a possibilidade de atropelamento, a família acredita que Natasha Lima foi vítima de espancamento. Ela teve seis costelas quebradas, fratura no rosto e em outras partes do corpo.

Núcleos de Diretos Humanos de entidades LGBTQI+, Órgãos Públicos e OAB-MA se manifestaram sobre a morte de Natasha Lima.

NOTA SEDIHPOP

A Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular – Sedihpop vem a público manifestar profundo pesar pelo falecimento, na manhã deste sábado (24), de Natasha Lima, mulher trans. A vitima estava internada no Hospital Carlos Macieira depois de ter sido brutalmente espancada e atropelada na madrugada do dia 14 de setembro, a caminho de casa, no município de São Luís Gonzaga.

A Polícia Civil instaurou inquérito, já tendo ouvido 11 pessoas e segue com as investigações a fim de que os responsáveis pelo crime sejam indiciados e punidos. 

Manifestamos solidariedade à família e amigos de Natasha, ao tempo em que repudiamos todo ato de intolerância e atentado contra a vida humana.

#TodasAsVidasImportam #MulherTrans #Sedihpop

NOTA DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA OAB-MA

É com tristeza que recebemos a notícia do falecimento de Natasha Lima, mulher transgênero brutalmente violentada no município de São Luís Gonzaga do Maranhão em meados de setembro do corrente ano.

Atos de violência e discriminação não podem continuar sendo perpetrados sem que qualquer resposta por parte dos órgãos competentes seja dada à sociedade.

Natasha não foi a primeira e, infelizmente, não será a última se essa cultura de ódio contra a população trans e demais minorias permanecer.
Isso PRECISA PARAR!

Essa infeliz realidade só poderá ser interrompida com a construção coletiva de uma cultura de paz, democracia e de direitos humanos. Isso demanda diálogo e enfrentamento a violências estruturais como a LGBTfobia.

Nesse momento nos solidarizamos com os familiares e amigos de Natasha e partilhamos do sentimento de luto que os assola.

Segundo as informações mais recentes recebidas pelas Comissões, A Prefeitura de São Luís Gonzaga já providenciou o translado do corpo, que aguarda liberação prevista para ocorrer ainda esta tarde e o carro funerário chegará em seguida para levá-la até sua cidade.

Esperamos que as Instituições competentes ajam com o máximo de atenção e assertividade sobre o caso.

São Luis (MA), 24 de outubro de 2020.

COMISSÃO DA DIVERSIDADE SEXUAL E DE GÊNERO – OAB/MA
COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS – OAB/MA