Causa de demissão no Inep teria começado com pedido de acesso a dados sigilosos de estudantes

 

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Elmer Coelho Vicenzi /Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Da Revista Veja

A confusão que culminou na demissão do agora ex-presidente do Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais (Inep), Elmer Vicenzi, começou quando o ministro da Educação Abraham Weintraub pediu acesso a dados sigilosos de estudantes, solicitação que foi negada pelo procurador-chefe do órgão.

Segundo um ex-funcionário da pasta, durante a ausência do procurador, Vicenzi insistiu com o vice, que também negou o pedido e acabou demitido. A situação causou um tremendo mal-estar entre os procuradores do Inep, que fizeram uma greve geral.

Para completar a “fritura” de Elmer Vicenzi no órgão, circulou pelo Ministério da Educação (MEC), na quarta-feira 15, uma carta assinada pelo ex-presidente do Inep, Marcus Vinícius Rodrigues, solicitando que o sucessor retificasse suas declarações à Comissão de Educação da Câmara dos Deputados no dia 14 de março.

Na ocasião, o ex-policial afirmou que a comissão criada para avaliar questões no Enem seria “só mais uma comissão entre muitas que participam da elaboração da prova”. Rodrigues afirma na carta que as falas deixaram dúvidas sobre “o real trabalho realizado e os resultados obtidos pela comissão”.

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