Eliziane lamenta fala do ministro que chamou Proclamação da República de ‘golpe’

 

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Senadora Eliziane Gama/Foto: Reprodução

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) usou as redes sociais nesta sexta-feira (15), para lamentar e classificar como inacreditável a declaração do ministro Abraham Weintraub (Educação), sobre a Proclamação da Republica que completa hoje 130 anos.

“Inacreditável um ministro da Educaçāo vir a público e dizer que a proclamaçāo da República foi um golpe. Só restava dizer que foi de esquerda. Será que as nossas Forças Armadas também pensam assim? Nāo creio”, lamentou a senadora Eliziane.

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Foto: Reprodução

“Não estou defendendo que voltemos à Monarquia mas…O que diabos estamos comemorando hoje? Há 130 anos foi cometida uma infâmia contra um patriota, honesto, iluminado, considerado um dos melhores gestores e governantes da História (Não estou restringindo a afirmação ao Brasil)”, disse o estranho ministro da Educação.

O ministro da Educação e seu irmão, assessor especial da presidência da república, são considerados os membros do governo mais atantes nos ataques a esquerda e opositores do governo de Jair Bolsonaro.

Lula chama ministro da Educação de Bolsonaro de mal-educado e analfabeto

 

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Ministra da Educação Abraham Weintraub/Foto: Reprodução

Na entrevista a Revista Fórum o ex-presidente Lula bateu forte na política educacional do governo Bolsonaro, que tem frente o controverso olavista Abraham Weintraub, por tratar a educação como um gasto e não como investimento.

“… quantos de trilhões os Estados Unidos têm de financiamento de bolsa. Agora, aqui no Brasil eles tratam educação como gasto. E colocam um analfabeto para ser ministro da Educação. Não um analfabeto preparado como eu. Porque eu, sinceramente, não troco o meu diploma primário pelo diploma universitário daquele cidadão. Porque além de ser ignorante, ele é grosseiro”, disse Lula.

MEC distribuirá cartilha contra manifestações políticas em Universidades

 

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ministro da Educacao, Abraham Weintraub/ Foto: Reprodução

De acordo com a Revista Época nesta segunda-feira (16), o Ministério da Educação, sob a batuta do controverso ministro Abraham Weintraub, está preparando uma cartilha de ‘boas práticas’ para serem distribuídas e as orientações seguidas nas universidades e demais instituições federais de ensino.

O objetivo é orientar ‘cidadãos, servidores e gestores’ sobre a conduta adequada para evitar “possíveis ilícitos que envolvam os movimentos político-partidários nas instituições públicas de ensino da esfera federal.”

A nova cartilha em elaboração pelo MEC foi descrita em um documento enviado ao Ministério Público Federal em 26 de julho.

Atualmente, dada a autonomia administrativa, financeira, patrimonial e pedagógica prevista em lei das instituições de ensino, denúncias sobre eventuais irregularidades do tipo são feitas por canais oficiais e encaminhadas à ouvidoria da própria instituição ou ao MEC, quando o denunciado é o reitor da instituição.

Ministro da Educação bate-boca com populares durante férias no Pará

 

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Foto: Reprodução

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, se meteu novamente em polêmica. Em férias no Pará, se envolveu num barraco com populares que por pouco não chegou às vias de fato.

O grupo entregou kafta em referência ao episódio em que o ministro da Educação errou o sobrenome do escritor Franz Kafka.

Com informações Uol

Se fosse estudante o ministro da Educação Abraham Weintraub estava reprovado

 

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Com chocolates, ministro cita porcentagem bem menor de bloqueio nas universidades

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, foi reprovado pelos principais líderes do Congresso. Weintraub recebeu a nota mais baixa entre os 13 ministros avaliados por parlamentares na nova rodada do Painel do Poder, pesquisa trimestral realizada pelo Congresso em Foco com o objetivo de colher as percepções de quem manda no Congresso Nacional sobre diversos temas da conjuntura.

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Faltou educação ao Ministro da Educação Abraham Weintraub

 

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Abraham Weintraub (Ministro da Educação)/Foto: Reprodução

Do Blog O Antagonista

Abraham Weintraub foi abordado pela comissária de bordo pouco antes da decolagem do avião em que ele embarcou no domingo passado (16) para Brasília, informa Bela Megale em O Globo.

Ela perguntou se o ministro da Educação poderia atender ao pedido de um pai que sentava na fileira de trás e gostaria de trocar de lugar para sentar com a mulher e os filhos.

O lugar oferecido a Weintraub era uma poltrona com mais espaço para as pernas. O ministro não se convenceu, e a família viajou separada até Brasília.

Ministro da Educação poderá pagar R$ 5 milhões por danos morais

 

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Abraham Weintraub, Ministro da Educação, está sendo pode ser processado por danos morais e condenado a pagar R$ 5 milhões por danos morais/Foto: Reprodução

De acordo com o site Uol, o Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte informou nesta quinta-feira (30), que acionou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, na Justiça por danos morais. Na ação o MPF pede que ministro pague R$ 5 milhões, caso venha ser condenado.

Os procuradores mesmo incluindo a União, alegam na ação que há responsabilidade direta do ministro da Educação de Bolsonaro. O caso será analisado pela 10ª Vara Federal de Mossoró.

Uma das declarações do ministro Weintraub, que servem de base para a ação do MPF foi a que ele afirma que “universidades que, em vez de procurar melhorar o desempenho acadêmico, estiverem fazendo balbúrdia, terão verbas reduzidas”.

“Sua Excelência classificou o ambiente acadêmico e, portanto, os respectivos estudantes e professores como pessoas afetas a algazarra, confusão, desordem ou tumulto. Perceba-se que a consequência que Sua Excelência atribuiu a eventuais atos que, a seu juízo, configurariam balbúrdia não foi responsabilizar e individualizar os autores, mas sim atingir a todas as universidades com o citado corte de gastos”, MPF no Rio Grande do Norte

Causa de demissão no Inep teria começado com pedido de acesso a dados sigilosos de estudantes

 

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Elmer Coelho Vicenzi /Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Da Revista Veja

A confusão que culminou na demissão do agora ex-presidente do Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais (Inep), Elmer Vicenzi, começou quando o ministro da Educação Abraham Weintraub pediu acesso a dados sigilosos de estudantes, solicitação que foi negada pelo procurador-chefe do órgão.

Segundo um ex-funcionário da pasta, durante a ausência do procurador, Vicenzi insistiu com o vice, que também negou o pedido e acabou demitido. A situação causou um tremendo mal-estar entre os procuradores do Inep, que fizeram uma greve geral.

Para completar a “fritura” de Elmer Vicenzi no órgão, circulou pelo Ministério da Educação (MEC), na quarta-feira 15, uma carta assinada pelo ex-presidente do Inep, Marcus Vinícius Rodrigues, solicitando que o sucessor retificasse suas declarações à Comissão de Educação da Câmara dos Deputados no dia 14 de março.

Na ocasião, o ex-policial afirmou que a comissão criada para avaliar questões no Enem seria “só mais uma comissão entre muitas que participam da elaboração da prova”. Rodrigues afirma na carta que as falas deixaram dúvidas sobre “o real trabalho realizado e os resultados obtidos pela comissão”.