Movimentos ‘Vem Pra Rua’ e ‘NasRuas’ não estão organizando manifestações

 

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Segundo o blog O Antagonista, os movimentos Vem Pra Rua e NasRuas não estão convocando manifestações nas redes sociais marcadas para o próximo dia 26/05.

“Não apoiamos políticos nem governos, apoiamos ideias e iniciativas. A Nova Previdência, a Reforma Tributária e o Pacote Anticrme são ideias que apoiamos. Mas as pautas dessas manifestações do dia 26 são confusas e dispersas”, diz Adelaide Oliveira, coordenadora nacional do Vem Pra Rua.

“O Movimento Nas Ruas não está administrando ou organizando a manifestação divulgada”, afirma Tomé Abduch, porta-voz do grupo.

Parece fadado ao fracasso o movimento antes mesmo de começar.

Educação é a ‘arma’ mais poderosa para fazer um país ser ‘levado a sério’

 

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Márcio Jerry comemora convocação de Ministro da Educação e reforço das manifestações

 

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Deputado Federal, Márcio Jerry (PCdoB)/Foto: Reprodução

Governo Bolsonaro sofreu mais uma derrota fragorosa na Câmara Federal nesta terça-feira (14). À véspera das manifestações convocadas para ocorrem amanhã quarta-feira (15), em todo Brasil contra os cortes de verbas para Educação, os deputados aprovaram por 307 a 82 votos, a convocação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, para explicar a medida no plenário da Câmara.

O deputa federal Márcio Jerry (PCdoB-MA), destacou nas redes sociais o resultado e a importância para motivar a defesa da Educação Pública e contra o corte de recursos para área.

“A convocação do Ministro Abraham Weintrau para prestar esclarecimentos aqui na reforça as mobilizações em todo o país. Mexeu com a educação mexeu com nosso Brasil”, comemorou Jerry.

O requerimento de autoria do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), aprovado hoje obriga o ministro da Educação comparecer ao plenário para prestar esclarecimentos aos parlamentares sobre os cortes na área de Educação.

Bira chama Reforma da Previdência de Bolsonaro de ‘perversa’ e convoca o povo para lutar

 

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Deputado Federal Bira do Pindaré (PSB), durante manifestações do 1º de Maio em São Luis/Foto: Reprodução

Identificado com movimentos sociais e sindical, o deputado federal Bira do Pindaré (PSB),marcou presença nas manifestações e comemoração dos trabalhadores, no 1º de Maio em São Luís. Pré-candidato a prefeito da capital, onde aparece em pesquisas internas bem posicionado, transitou com tranquilidade no meio dos participantes.

O principal tema que Bira do Pindaré discutiu com partidos, entidades sindicais e populares durante a manifestação foi a Reforma da Previdência. Para o deputado a proposta de reforma do governo Bolsonaro, em discussão no Congresso é perversa, e a população precisa está vigilante.

“Estamos lutando pelos direitos do povo trabalhador brasileiro que carrega esse país nas costas. Se essa proposta passar, não vai mais ter aposentadoria em nosso país, nem auxílio doença ou aposentadoria por invalidez. Quer dizer, as pessoas vão sofrer muito mais do que sofrem. Não faz sentido!”, alertou Bira do Pindaré.

No Brasil manifestação só quando for para apoiar o governo

 

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Presidente Jair Bolsonaro e o ministro Sérgio Moro/Foto: Reprodução

Da Revista Fórum

Está publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (17), Portaria assinada pelo ministro Sérgio Moro autorizando o emprego da Força Nacional de Segurança Pública na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, por 33 dias a partir de hoje.

A portaria atende a um pedido do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, “no qual solicita o emprego da Força Nacional de Segurança Pública na região da Praça dos Três Poderes e da Esplanada dos Ministérios”.

O objetivo da ação seria a “preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, na defesa dos bens e dos próprios da União”. Mas, na prática, a Força Nacional está sendo escalada para reprimir manifestações marcadas para o local.

Há a expectativa de uma marcha de indígenas e atos de movimentos sociais para os próximos dias.

As manifestações de indígenas em Brasília fazem parte do ATL (Acampamento Terra Livre), uma marcha de indígenas de diversas partes do Brasil à capital federal que ocorre há 15 anos. Neste ano, o acampamento está previsto para acontecer entre os dias 24 e 26 de abril. Em 19 de abril, celebra-se o Dia do Índio.

O acampamento de indígenas em Brasília foi alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro (PSL), na semana passada. Durante uma transmissão ao vivo via Facebook, o presidente se referiu ao evento como “encontrão” e disse que quem iria pagar a conta seria o “contribuinte”.

Brasil mais dividido e cheio de ódio

 

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Governador Flávio Dino/Foto: Reproodução

Acontecimentos do final de semana, para ser mais preciso no domingo (6), ainda repercutem negativamente para país. O dia foi marcado novamente por manifestações populares nas principais cidades brasileiras, em apoio e contra: Lula, Lava-Jato, Bolsonaro, Sérgio Moro, Esquerda e Direita.

O governador do Maranhão Flávio Dino na sua conta no twitter chamou atenção para importância do exercício da democracia, mas alertou para intolerância registrada em meio aos acontecimentos.

“Um dia de domingo: cidadão é fuzilado por “equívoco”; mulher é agredida por 3 homens em face de posições políticas; jornalista da TV é ameaçado de morte em razão de reportagem. Essa é uma característica do ethos fascista: a violência”, alertou Dino.

O fato é que o Brasil a cada dia fica mais dividido e cheio de ódio. Nesse contexto, o governador alertar a população sobre o perigo que tudo isso representa para democracia brasileira e o futuro do país.

“Um projeto nacional de bem-viver no Brasil deve ter como meta superar o ódio entre os brasileiros e brasileiras, promover a união em busca de um destino comum, respeitar as diferenças e lutar contra as desigualdades que explicam fuzilamentos por “equívoco”, acrescentou Flávio Dino.