Pastor Malafaia manda filho de Bolsonaro respeitar aliados e parar de bajular guru

 

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Pastor Silas Malafaia e o dep. Eduardo Bolsonaro/Foto: Reprodução

Ao que parece a paciência do pastor Silas Malafaia chegou ao limite com o ativismo leviano dos filhos do presidente nas redes sociais. O polêmico pastor e aliado do presidente Jair Bolsonaro está inconformado com declarações recentes no twitter do deputado Eduardo Bolsonaro, que acompanha o pai nos EUA.

MAIS UMA VEZ EDUARDO BOLSONARO PERDE A OPORTUNIDADE DE FICAR DE BOCA FECHADA> O moço falou besteira na questão da saída de Lula para o velório do neto, fez meia culpa, falou besteira sobre imigrantes, falou besteira dizendo que Olavo de Carvalho é o maior responsável pela vitória”, Malafaia destacando algumas das polêmicas criadas recentemente por Eduardo Bolsonaro.

O pastor não gostou nem um pouco, que o filho do presidente tenha atribuído ao controverso Olavo de Carvalho, o maior responsável pela vitória de Jair Bolsonaro nas urnas. Classificando a declaração de ridícula.

“O QUE O PRESIDENTE BOLSONARO FALOU DIVERSAS VEZES Se 80% dos evangélicos me apoiarem eu vou ser eleito presidente. Foi o que aconteceu. Vem agora seu filho, aprendiz de político , dizer q Olavo de Carvalho é o maior responsável pela vitória do pai. SIMPLESMENTE RIDÍCULO !” disse Malafaia.

Por fim, Mallafaia aconselhou o deputado Eduardo Bolsonaro aprender mais sobre política, para começar respeitando aliados e deixando de bajular gurus.

“EDUARDO BOLSONARO! Eu fui um dos principais apoiadores do seu pai na campanha. Continuo apoiando e peço a Deus que ele faça um grande governo em prol do povo brasileiro. Você como político tem muito que aprender. Para começar aprenda a respeitar aliados e deixe de bajular guru.”

Eliziane acha ministro despreparado para desafios na Educação

 

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Ministro da Educação Ricardo Velez durante reunião no Senado/Foto: Reprodução

Após mais uma polêmica envolvendo o Ministério da Educação, que determinou a estudantes de escolas públicas e particulares que sejam filmados cantando hino nacional, e ainda, que seja utilizado mensagem com slogan de campanha do presidente Bolsonaro nas escolas, o ministro Ricardo Velez esteve nesta terça-feira (26), no Senado Federal, para apresentar o projeto do governo para o setor educacional do país.

A senadora Eliziane Gama (PPS-MA), que participou da reunião disse que saiu frustrada e preocupada com Ricardo Velez, a quem atribui despreparo para enfrentar os desafios do setor educacional no Brasil. A senadora aproveitou para destacar as medidas adotadas no Maranhão com resultados positivos na área de educação, que poderiam ser ampliados em nível nacional pelo governo federal.

Filho de Mourão foi promovido 8 vezes nos governos do PT

 

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General Hamilton Mourão (Vice-Presidente da República/Foto: Reprodução

Antônio Hamilton Rossell Mourão, filho do vice-presidente Hamilton Mourão, foi promovido oito vezes nos governos Lula e Dilma (2003-2016). As constantes ascensões internas de Antônio ao longo de 18 anos de Banco do Brasil contradizem a justificativa do vice-presidente de que ele havia sido preterido nos governos petistas por ser seu filho.

De acordo com a jornalista Madeleine Lacsko, do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, Antônio Mourão ainda teve a oportunidade de se candidatar a uma promoção no governo de Michel Temer, mas não o fez porque preferiu ficar no cargo de assessor empresarial na área de agronegócios do banco.

O filho do vice-presidente promovido ao cargo de assessor especial da presidência do Banco do Brasil, onde receberá R$ 36 mil por mês, obrigou Mourão e o novo comandante do BB, Rubem Novaes, a se explicarem publicamente. Ambos alegam que Antônio foi escolhido pela competência e que ele já devia ocupar um cargo de destaque na instituição há mais tempo.

Como mostra a Gazeta do Povo, Antônio Mourão pulou três degraus com a nomeação. No novo cargo, o filho do vice-presidente receberá cerca de R$ 36 mil, quase três vezes mais do que ganhava na área de agro-negócios do banco.

Veja a lista de promoções:

1 – 21 de janeiro de 2003: passa de gerente de Expediente em Campo Novo (RS) para gerente de Contas II em Brasília, na Asa Sul;
2 – 5 de março de 2003: operador financeiro Jr., já fora de agência e na estrutura do banco;
3 – 9 de agosto de 2004: analista pleno na Diretoria de Agronegócio;
4 – 14 de maio de 2007: gerente negocial na Superintendência de Varejo do BB em Mato Grosso do Sul;
5 – 18 de junho de 2007: analista na mesma Superintendência em Mato Grosso do Sul;
6 – 21 de julho de 2008: de volta a Brasília, assume como analista sênior;
7 – 10 de dezembro de 2012: vira analista sênior na Gerência de Negócios;
8 – 28 de maio de 2013: promovido a analista empresarial na Gerência de Negócios

‘Escola sem Partido’ é arquivado e não será votado em 2018

 

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Parlamentares comemoram arquivamento do Projeto ‘Escola Sem Partido’

O presidente da comissão especial que analisa o projeto conhecido como ‘Escola sem Partido’ na Câmara, Marcos Rogério (DEM-RO), encerrou a discussão sobre o projeto e afirmou que não convocará mais reuniões em 2018.

A razão foi a falta de quórum para votação, mas Marcos Rogério já havia tentado votar o relatório sobre o projeto em outras sete reuniões – sempre em meio a muito tumulto e discussões ásperas, a comissão também vinha sendo frequentemente interrompida pelo começo da ordem do dia no plenário, nos termos do regimento interno. (Abaixo vídeo da última reunião)

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Informações Congresso em Foco

Programa Mais Médicos e Cubanos, segundo Yglésio Moyses

A polêmica envolvendo o Programa Mais Médicos e a saída dos Cubanos acabou dividindo opiniões, também entre médicos no Maranhão. Um dos que usaram as redes redes sócias para se posicionar foi o médico Yglésio Moyses, ex-diretor do Socorrão I, e deputado estadual eleito, nas últimas eleições no Maranhão

Por Yglésio Moyses

Mais Médicos é o programa onde houve o maior contraponto possível entre uma sociedade que buscar assistir as pessoas na sua integralidade, em que, mesmo com a pobreza extrema do país, consegue ter uma expectativa de vida de mais de 80 anos e analfabetismo ZERO.

O “rival” do contraponto? Um colosso  continental de PIB de 2 trilhões de dólares, onde crianças ainda morrem de diarréia no Sertão e na Amazônia, onde 28% da população é analfabeta funcional, mas mesmo assim a nossa sociedade é “mais avançada” e nossa medicina curativa, tantas vezes arrogante, é capaz de delimitar quem é ou não médico, mas não ataca a proliferação de faculdades de fim de semana, das Vassouras da vida, não ataca a falta de comprometimento social de uma geração crescente de profissionais que viraram vendedores de cosméticos e de tratamentos picaretas no Instagram, pra encher os bolsos cultivando esperanças em gente mentalmente atordoada com a opressão estética dos tempos modernos.

Graças a Deus que tínhamos os cubanos pra fazer o “serviço sujo”, nas palavras de alguns colegas. Agora, espera-se que a galera do plantão do Instagram mexa a bundinha e se digne a trabalhar em Belágua, em Água Doce do Maranhão, em tantos outros rincões onde, apesar da estrutura péssima, existem seres humanos que precisam de cuidado, de conforto e do efeito placebo que um bom atendimento médico, cubano ou não , é capaz de gerar em vítimas acima de tudo, da desesperança.

Bolsonaro deu um triplo carpado no abismo:

1) revalidar o diploma: o currículo cubano não tem as mesmas habilidades, a medicina é outra lá, mas não deixa de ser Medicina, porque a finalidade é CURAR.

2) pagar o salário integral: os médicos cubanos de modo geral, tem sentimento de nacionalismo e não são formados pra andarem de Audi, Land Rover ou Toyota Hilux. Essas pessoas pensam diferente porque as aspirações são diferentes.

3) repassar individualmente o salário: acho válido, desde que fosse pactuado um percentil justo do convênio pra seguir fazendo formação médica e não 100%. Programas de Estado não são CLT. Eles precisam de verba, Cuba é uma Ilha de Miséria.

Dilma falhou na gênese do projeto, mas Bolsonaro foi um completo irresponsável ao adotar essa comunicação belicosa pela arma social mais dura que temos hoje : o Twitter. Espero que esse erro de gestão seja contornado, e que ele seja reconhecido como o Presidente Ballubet du Rouet. Pra quem não lembra, Ballubet era o cavalo do jóquei Rodrigo Pessoa, que ao atravessar os obstáculos, sempre refugava!

Sigo torcendo a favor do Bolsonaro, não tem como desejar o mal ao país, mas essa do Mais Médicos foi extremamente irresponsável, como tantas outras decisões do nosso Trump versão Error4003.