Othelino Neto denuncia ‘tentativa de golpe’ través do Whatsapp

O deputado Othelino Neto (PCdoB), presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, usou as redes sociais nesta segunda-feira, dia 15, para denunciar uma tentativa de golpe através do Whatsapp.

“Alerto aos colegas parlamentares, amigos e familiares que, nesta segunda-feira (15), um número com DDD 61 (996269451) entrou em contato com pessoas próximas, passando-se por alguém da minha assessoria, possivelmente, com o intuito de clonar contas de Whatsapp (..) Na conversa, o golpista convida a pessoa a participar de uma live com um número restrito de amigos e seguidores. Em seguida, pede o número do código que, supostamente, chegará ao e-mail para confirmação da presença (..) Reitero que ninguém da minha equipe de assessores possui celular com DDD 61 e que também não liga solicitando dados pessoais ou número de códigos de quem quer que seja. Portanto, fica o alerta para qualquer tentativa deste tipo”, alertou Othelino Neto.

Suspeitas sobre ascensão política da família Bolsonaro aumentam

 

Jair-Bolsonaro
Bolsonaro pai, Francisco, e Bolsonaro filho: falecido capitão tinha papel-chave nas campanhas eleitorais do clã/Foto: Reprodução

A suspeita do Ministério Público de que a família Bolsonaro se beneficiou de um esquema de contribuições a partir de nomeações no Legislativo ganhou mais um desdobramento neste fim de semana. E não apenas devido à atuação do policial militar Fabrício de Queiroz, ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) que, segundo indícios identificados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e apurados pelo MP, administrava uma espécie de caixinha de colaborações dos demais servidores  da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para o mandatário – o Coaf rastreou uma movimentação bancária de R$ 1,2 milhão, “atípica” para quem recebia um salário de R$ 8,5 mil.

Apuração da revista IstoÉ  feita nos gabinetes do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e de seus filhos revela uma prática semelhante ao esquema de caixinha de assessoria: funcionários do clã fizeram doações e prestaram serviços políticos para campanhas eleitorais dos Bolsonaro e, em alguns casos, os valores das contribuições ultrapassavam os próprios rendimentos de quem doava.

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