ELEIÇÕES 2026: Planalto monitorou reação a ato dos EUA sobre CV e PCC

Do UOL

O Palácio do Planalto monitorou praticamente em tempo real, num grupo de pesquisa qualitativa, a reação de diversos setores da sociedade à decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como organizações terroristas.

Ele tende a surpreender os que, talvez de maneira apressada, tenham celebrado a medida como de impacto amplamente positivo sobre a população brasileira.

Os resultados da investigação sobre a decisão do governo Donald Trump surpreendem porque mostram que, de modo geral, o grupo pesquisado entende a complexidade do assunto e os riscos envolvidos na ofensiva americana.

Não há quem não condene a atuação das duas organizações, o CV e o PCC. Ambas são vistas como perigosas e danosas ao país. Há quem reconheça que determinadas ações de ambos guardam semelhanças com o modus operandi de grupos.

O grupo de pesquisas —que para ser útil não pode contar somente com pessoas que apoiem o governo Lula— concentrou observações preocupadas com a preservação do patrimônio nacional e ainda manifestou desconfiança das verdadeiras intenções do presidente Donald Trump.

Lula e Trump comemoram resultado do encontro nos EUA

O encontro dos presidentes dos EUA, Donald Trump, Lula aconteceu na Casa Branca, as duas autoridades saíram da reunião comemorando. Quem esperava uma humilhação internacional a Lula, deve estar completamente frustrado.

“O Brasil repudia veementemente o ataque”, Lula em solidariedade a Trump

Do G1

O presidente Lula se manifestou nas redes sociais neste domingo, dia 26, em solidariedade ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e aos participantes do jantar com correspondentes em Washington, após tiros serem disparados ontem sábado, dia 25, no local.

O episódio ocorreu durante um jantar que reuniu jornalistas, autoridades e convidados em um hotel na capital americana. Um homem foi detido após efetuar disparos nas imediações do local. Ninguém ficou ferido.

Diretor da PF retira credencias de agente dos EUA que atua no Brasil

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, retirou as credenciais diplomáticas de um servidor dos Estados Unidos que atua no Brasil, junto à Polícia Federal. A informação foi revelada nesta segunda-feira, dia 22, à GloboNews.

A medida ocorre após o presidente Lula falar em reciprocidade caso seja constatado abuso do governo Trump em retirar dos EUA o delegado da Polícia Federal Marcelo Ivo de Carvalho, que participou da prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ).

Em setembro de 2025, Alexandre Ramagem fugiu do Brasil, pela fronteira com a Guiana, enquanto era julgado pelo STF por envolvimento na trama golpista do 8 de janeiro. Em seguida conseguiu chegar aos EUA. Ele está condenado à 16 anos de prisão no Brasil.

“vamos fazer a reciprocidade” Lula volta peitar Donald Trump

O presidente Lula foi questionado na manhã desta terça-feira, dia 21, em relação ao imbróglio da prisão do bolsonarista e ex-deputado Ramagen. Lula, que está em agenda na Europa, disse que pode adotar a reciprocidade após os Estados Unidos pedirem a saída de um delegado da Polícia Federal do país. Ele ressaltou que não sabe o que aconteceu no caso do delegado.

“Fui informado hoje de manhã, acho que se houve um abuso americano com relação ao nosso policial, nós vamos fazer a reciprocidade com o dele no Brasil (…) Essa ingerência e esse abuso de autoridade que algumas pessoas americanas querem ter com relação ao Brasil”, destaca Lula.

O Itamaraty informou aguardam esclarecimentos das autoridades americanas. O delegado trabalha em conjunto com as autoridades americanas em Miami. O diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, informou que o delegado está há mais de dois anos nos EUA realizando a atividade.

PF diz que prisão de Ramagem é resultado de cooperação com EUA

O ex-deputado federal Alexandre Ramagem foi preso nessa segunda-feira, dia 13, pelo ICE, o serviço de imigração dos Estados Unidos. O ex-parlamentar está em situação irregular nos EUA e por isso foi detido.

Em nota, a Polícia Federal informou que a prisão é resultado de cooperação com autoridades dos Estados Unidos. Ramagem foi preso em Orlando, na Flórida. No site oficial do ICE consta que ele está sob a custódia do órgão.

A Polícia Federal informa que um brasileiro condenado pelo Supremo Tribunal Federal foi preso, nesta segunda-feira (13/4), em Orlando/ Flórida, pelo U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) dos Estados Unidos da América (EUA).

A prisão decorreu de cooperação policial internacional entre a Polícia Federal e as autoridades policiais dos EUA.

O preso é considerado foragido da Justiça brasileira após condenação pelos crimes de organização criminosa armada, de golpe de Estado e de tentativa de abolição violenta do Estado de Direito.

Brasil e Estados Unidos juntos contra o crime organizado

Do JN

O Brasil e os Estados Unidos fecharam um acordo de combate ao crime organizado.

A parceria vai permitir a troca de informações da Receita Federal com a Agência de Fronteiras dos Estados Unidos sobre cargas enviadas de navio ou avião, tudo em tempo real. No Brasil, a informação vai permitir que, antes mesmo da chegada dos contêineres, a Receita tenha como identificar produtos ilegais e acionar a Polícia Federal para apreender as cargas.

Os dados de inteligência da Agência de Fronteiras dos Estados Unidos serão conectados ao programa brasileiro Desarma, que reúne informações estratégicas das apreensões de armas, como tipo de material, origem declarada, logística da carga e eventuais identificadores ou números de série.

A parceria também vai ajudar no combate ao tráfico de drogas. De acordo com o governo, nos três primeiros meses de 2026 foram apreendidas no Aeroporto de Guarulhos 1,5 tonelada de drogas, principalmente sintéticas.

EUA ataca Venezuela e captura Maduro; América do Sul em alerta

Os Estados Unidos atacaram Caracas, capital da Venezuela, e outros três estados, na madrugada deste sábado, dia 3, o próprio presidente americano, Donald Trump, confirmou nas redes sociais o ataque. Ele também destaca que Maduro e sua esposa foram capturados.

“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado e levado para fora do país juntamente com sua esposa. Esta operação foi realizada em conjunto com as forças policiais dos EUA. Mais detalhes em breve”, disse Trump.

A Venezuela está em “estado de emergência”.

Pela Constituição venezuelana, em caso de queda de Maduro o poder passaria para Delcy Rodríguez, responsável pela política econômica. Mas, dada as circunstâncias, não está claro quem acabaria no comando. Os Estados Unidos não reconhecem Maduro como presidente legítimo, e a oposição venezuelana afirma que o presidente de direito é o político exilado Edmundo Gonzales Urrutia.