Moraes não deixa Bolsonaro viajar aos EUA para posse de Trump

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, negou o pedido de Jair Bolsonaro para viajar aos EUA e participar da posse de Donald Trump, que acontecerá na próxima segunda-feira, dia 20, em Washington.

A defesa de Bolsonaro alegou que ele teria sido convidado para assistir a posse presencialmente, mas com a decisão de Alexandre de Moraes, o ex-presidente o mais próximo que estará da solenidade será em frente à TV.

O ministro disse que a defesa não demonstrou a existência do convite do presidente eleito dos EUA a Jair Bolsonaro, conforme alegado ao STF.

Moraes também destaca na decisão o fato de Bolsonaro em entrevistas, declarar possibilidade de sair do país e solicitar asilo em outro país.inistro salientou que o Bolsonaro, em entrevista a veículo de imprensa , cogitou a possibilidade de sair do pais e solicitar asilo político.

EUA: Xandão quer ver o ‘convite oficial’ de Trump para Bolsonaro

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, quer ver o convite que Jair Bolsonaro diz ter recebido de Donald Trump, para participar da cerimonia de posse do presidente dos EUA.

Neste neste sábado, dia 11, o ministro pediu a defesa de Bolsonaro que apresente o documento oficial comprovando o convite oficial para o ato que acontece, em Washington, no dia 20 de janeiro.

“Determino que a defesa de Jair Messias Bolsonaro apresente documento oficial…, que efetivamente comprove o convite descrito em sua petição. Após a necessária complementação, abra-se vista imediata à Procuradoria Geral da República para manifestação”, escreveu Moraes na decisão.

Jair Bolsonaro é investigado na trama golpista do 8 de janeiro. O ministro Alexndre de Moraes responsável pelo caso no STF, determinou apreensão do passaporte de Bolsonaro, para evitar que ele fuja do país.

Lula critica Meta e cobra explicações do fim da checagem na rede social

O presidente Lula informou nesta quinta-feira, dia 9, que o governo se reunirá com a Meta para tratar sobre as mudanças anunciadas nesta semana pela empresa, dona do Facebook e do Instagram, que vai remover agências de checagem profissionais.

O presidente criticou a falta de fiscalização nas redes sociais.

“Vou fazer uma reunião hoje para discutir a questão da Meta. Eu acho que é extremamente grave as pessoas quererem que a comunicação digital não tenha a mesma responsabilidade do cara que comete um crime na imprensa escrita (…) É como se um cidadão pudesse ser punido porque ele faz uma coisa na vida real e não pudesse ser punido porque ele faz a mesma coisa na digital (…) O que nós queremos, na verdade, é que cada país tenha a sua soberania resguardada. Não pode um cidadão, não podem dois cidadãos, não podem três cidadãos achar que podem ferir a soberania de uma nação”, explicou Lula

O encontro do governo brasileiro e a Meta para tratar do assunto deve ocorrer nesta sexta-feira, dia 10. A Meta anunciou na terça-feira, dia 7, mudanças profundas em suas práticas de moderação de conteúdos, acabam com a checagem de fatos da gigante, medida adota reduzir desinformação na rede social.

“pronto para enfrentar a extrema-direita”, Lula sobre 2026

O presidente Lula disse que está pronto para “enfrentar a extrema-direita” nas eleições presidenciais de 2026. A declaração foi dada em entrevista a CNN, com a jornalista Christine Amanpour exibida nesta sexta-feira, dia 8.

Lula também falou sobre o nome de alguém mais jovem para concorrer em 2026, e ainda, a relação entre Bolsonaro e Trump.

“Eu tenho o compromisso de entregar esse país com economia equilibrada, menos desemprego. Vou deixar para pensar 2026 em 2026. Tem vários partidos que me apoiam, vou discutir isso com muita seriedade e sobriedade. Então, se chegar na hora e os partidos resolverem que não têm nenhum outro candidato para enfrentar uma pessoa da extrema-direita, negacionista, obviamente estarei pronto para enfrentar. Mas espero que não seja necessário. Espero que a gente tenha outros candidatos e que possa fazer uma grande renovação política no país e no mundo (…) Governar não é praticar esporte, ou seja, não é o problema da juventude que vai resolver o problema da governança. O que vai resolver o problema da governança é a competência do governante, é o compromisso do governante, é a cabeça do governante, é a saúde e os compromissos do governante (…) Ele era presidente e eu o derrotei — respondeu. — Se ele (Bolsonaro) estava apoiando o Trump, ele não tem voto nos Estados Unidos”, disse Lula.

“Desejo sorte e sucesso ao novo governo”, Lula para Trump

O presidente Lula (PT), desejou ‘sorte e sucesso’ para o republicano Donald Trump, na manhã desta quarta-feira, dia 6, após vitória nas urnas nos EUA. O presidente brasileiro também enalteceu a decisão da maioria dos americanos e destacou que a ‘democracia deve ser sempre respeitada’.

O presidente Lula, poderia estar mais à vontade na sua manifestação a Tump, se a menos de uma semana não tivesse manifestado publicamente sua preferência por Kamala Herris, candidata derrotada. O governo brasileiro avalia a possibilidade de um telefonema de Lula para Trump.

“A relação do Brasil será com quem for eleito”, diz Lula sobre os EUA

O presidente Lula (PT), falou sobre o processo eleitoral nos EUA, nesta segunda-feira, dia 22, durante entrevista a agencias internacionais de noticia. Lula lembrou da relação estratégica entre o Brasil e os EUA, e ainda, a boa relação quem tem com o presidente Joe Biden.

Lula também destacou a decisão de Biden sobre a desistência da disputa eleitoral, “somente ele poderia decidir se iria ou não ser candidato”. Em relação ao resultado das eleições nos EUA, o presidente brasileiro disse que se relacionará institucionalmente com qualquer candidato que vencer as eleições, “a relação do Brasil será com quem for eleito”.

Joe Biden desiste da reeleição nos EUA contra Donald Trump

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, 81 anos, desistiu neste domingo, dia 21, de disputr a reeleição contra o ex-presidente Donald Trump. Ele vem enfrentando uma crise dentro do seu partido o debate com Trump, no dia 27 de junho.

Biden segue como presidente dos Estados Unidos até 20 de janeiro de 2025. Esta é a primeira vez desde 1968 que um presidente em exercício deixa de disputar a reeleição. Naquele ano, o democrata Lyndon Johnson desistiu por causa da pressão relacionada à guerra do Vietnã.

Meus companheiros americanos,

Nos últimos três anos e meio, fizemos grandes progressos como Nação.

Hoje, a América tem a economia mais forte do mundo. Fizemos investimentos históricos na reconstrução da nossa nação, na redução dos custos dos medicamentos prescritos para os idosos e na expansão dos cuidados de saúde acessíveis a um número recorde de americanos. Fornecemos cuidados extremamente necessários a um milhão de veteranos expostos a substâncias tóxicas. Aprovou a primeira lei de segurança de armas em 30 anos. Nomeada a primeira mulher afro-americana para a Suprema Corte. E aprovou a legislação climática mais significativa da história do mundo. A América nunca esteve melhor posicionada para liderar do que estamos hoje.

Sei que nada disso poderia ter sido feito sem vocês, povo americano. Juntos, superámos uma pandemia que ocorre uma vez num século e a pior crise económica desde a Grande Depressão. Protegemos e preservamos a nossa democracia. E revitalizamos e fortalecemos nossas alianças em todo o mundo.

Falarei à Nação ainda esta semana com mais detalhes sobre minha decisão.

Por enquanto, deixe-me expressar minha mais profunda gratidão a todos aqueles que trabalharam tanto para me ver reeleito. Quero agradecer à vice-presidente Kamala Harris por ser uma parceira extraordinária em todo este trabalho. E deixe-me expressar o meu sincero agradecimento ao povo americano pela fé e confiança que depositou em mim.

Acredito hoje no que sempre acreditei: que não há nada que a América não possa fazer – quando fazemos isso juntos. Só temos que lembrar que somos os Estados Unidos da América.

“a certeza é que a democracia perde”, Lula sobre atentado nos EUA

O presidente Lula (PT), voltou a falar nesta segunda-feira, dia 15, sobre o atentado Donald Trump, ocorrido no final de semana nos EUA. O presidente brasileiro demonstrou preocupação com a violência na política e ameaça à democracia.

Lula cobra sobre o foco do debate após o ocorrido que, segundo ele, deveria ser a defesa da democracia, e não “quem ganha ou perde com isso”.