CPI do Transporte Público de São Luís prepara calendário de trabalho

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Transporte Público em São Luís, realizou nesta segunda-feira, dia 6, a primeira reunião.

O presidente e relator são respectivamente os vereadores Francisco Carvalho (PSL) e Álvaro Pires (PMN). Os demais membros são os vereadores: Astro de Ogun (PCdoB), Otávio Soeiro (Podemos).

Os trabalhos serão realizados durante o recesso de final de ano. A CPI terá prazo de 60 dias com possibilidade de ser prorrogado por igual período para conclusão dos trabalhos.

O objetivo será investigar o contrato de prestação do serviço de Transporte Público de São Luís. O certame foi realizado em 2016, durante a gestão do ex-prefeito Edivaldo Holanda Jr (PSD).

Foi eleito como vice-presidente o vereador Astro de Ogum (PCdoB).

Participaram da reunião o presidente da Câmara de Vereadores, Osmar Filho (PDT), o primeiro-secretário da câmara, Octávio Soeiro (Podemos), o co-vereador Jhonatan Soares, do Coletivo Nós (PT) e o vereador Ribeiro Neto (PMN).

O vereador Marquinhos (DEM), que foi escolhido para ser um dos membros integrantes da comissão, não participou da reunião.

Chico Carvalho também informou que amanhã deve elaborar o calendário com a agenda de trabalho da CPI do Transporte Público Municipal.

Bolsonaro será investigado por vazar inquérito sigiloso da PF

Do Uol

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, aceitou a notícia-crime do TSE contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pela divulgação de dados sigilosos de um inquérito da Polícia Federal.

Bolsonaro virou mais uma vez alvo de investigação no âmbito do inquérito das fake news. Agora são quatro investigações contra o presidente.

Além do presidente, Moraes também atendeu ao pedido do TSE para investigar o deputado federal Filipe Barros (PSL-PR) e o delegado da PF, Vitor Neves Feitosa, que era o responsável pelo inquérito que foi vazado por Bolsonaro. Barros teria recebido a informação do delegado e repassado ao presidente.

Neto quer saber quem está espalhando que ele fez ‘pedido de nomeação’ na SEMED

O deputado estadual Neto Evangelista (DEM), se reuniu nesta quinta-feira, dia 29, com o Secretario de Segurança, Jefferson Portela, onde solicitou investigação e identificação sobre um ‘suposto pedido de nomeação na SEMED’, que teria sido feito por ele, que se espalhou nas redes sociais e rádios.

“Hoje solicitei ao secretário de Segurança Publica do MA, Jefferson Portela, a investigação que resulte na identificação da autora de um áudio que circulou em blog, programa de rádio e redes sociais, que atribui a mim um “suposto pedido de nomeação” e outros atos criminosos (..) No áudio, a autora afirma que eu teria indicado uma servidora que “teria cometido ato ilícito” na Secretaria Municipal de Saúde de São Luís. Desde já deixo claro que nenhuma inverdade sobre a minha imagem e trajetória política passará em branco!” destaca Neto.

Governador Flávio Dino informa sobre ‘ameaça de morte’ e que mandou investigar

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), usou as redes sociais no inicio da tarde desta sexta-feira (25), para informar que foi ameaçado de morte e que mandou investigar.

Segundo Flávio Dino, a ameaça pode está relacionada às nomeações de cadastro de reserva para o Sistema de Segurança Pública do Estado.

“A cada nomeação de cadastro de reserva da PM recebo centenas de xingamentos e agressões. Agora, até ameaça de morte recebi, que está sendo investigada pela Polícia. Se não cumprem leis e preceitos éticos quando nem são policiais, o que farão com uma arma na mão? (..) Entendo o desejo de integrantes do cadastro de reserva da PM em serem nomeados. Normal. Contudo, temos leis federais a cumprir. E de nada adianta xingar, agredir ou ameaçar. Aliás, são condutas bem estranhas para quem sonha em ser policial algum dia”, disse Flávio Dino no twitter.

No inicio desta semana, foram realizadas várias novas nomeações no Sistema de Segurança do Estado, entre elas, delegados, Peritos e Policiais Civis e Militares.

“Nesta semana, realizei mais 164 nomeações para as polícias do Maranhão, sendo 102 para polícia civil e 62 para polícia militar (abrangendo sub judice”, lembrou Dino.

Queiroz é preso no interior de SP suspeito de envolvimento em ‘rachadinhas’ no RJ

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Fábricio Queiroz e o atual senador Flávio Bolsonaro/Foto: Reprodução

Do G1– Fabrício Queiroz, ex-assessor e ex-motorista do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), foi preso em Atibaia, interior de São Paulo, na manhã desta quinta-feira (18).

Queiroz estava em um imóvel de Frederick Wasseff, advogado do parlamentar, e foi levado para unidade da Polícia Civil no Centro da capital paulista. Ele deverá passar pelo Instituto Médico Legal e pelo Departamento de Operações Policiais Estratégicas antes de ser ser levado para o Rio.

Policial Militar aposentado, Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão em sua conta de maneira considerada “atípica”, segundo relatório do antigo Conselho de Atividades Financeiras (Coaf). Ele trabalhou para o filho do presidente Jair Bolsonaro antes de Flávio tomar posse como senador, no período em que ele era deputado estadual no Rio.

Os mandados de busca e apreensão e de prisão contra Queiroz foram expedidos pela justiça do Rio de Janeiro, num desdobramento das investigações das “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A prisão foi feita numa operação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo.

O advogado de Flávio Bolsonaro dono do imóvel de Atibaia onde Queiroz estava ao ser preso participou, nesta quarta-feira (17), da cerimônia em que o presidente Jair Bolsonaro deu posse ao novo ministro das Comunicações, Fábio Faria. Aqui mais informações

Flávio Dino representará quem subscreveu na PGR pedido de investigação contra ele

 

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Governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB)/Foto: Reprodução

O governador do Maranhão, Flávio Dino, reagiu com indignação na manhã desta segunda-feira (27), em relação ao pedido de investigação contra ele, feito pela PGR (Procuradoria Geral da República), sobre compra de combustíveis para uma aeronave pela Secretaria de Segurança do Estado, que foi publicado hoje no Jornal O Globo.

Insinuando que a medida pode tratar-se de retaliação a sua postura política em nível nacional, principalmente em relação ao governo Bolsonaro, disse que não mudará  sua conduta séria e corajosa, e ainda, que representará por abuso de autoridade quem subscreveu “tamanha indecência”.

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Ainda sobre a petição, o governador Flávio Dino, que é ex–juiz federal, acrescentou que a “grave investigação” foi inicialmente requerida por uma pessoa de Varginha, Minas Gerais, e que o pedido não considera, por exemplo, ao menos que a Polícia só paga o que usa. De acordo com o governador, o que há no contrato é uma PREVISÃO de consumo. E quem faz contrato e paga não é o governador.

STF autoriza investigação do ato antidemocrático e defesa do AI-5

 

Para Bolsonaro, políticos estão "submissos à vontade do povo"

O Supremo Tribunal Federal (STF) atendeu a Procuradoria Geral da República (PGR)  autorizou através do ministro Alexandre de Moraes, a abertura de inquérito para investigar e realizar diligências contra parlamentares que poderiam ter participado da organização dos atos antidemocráticos do último domingo (19), em Brasília, que teve a participação do presidente Bolsonaro. Os autos estão sob sigilo.

Caso Marielle: nova linha de investigação leva a Carlos Bolsonaro

 

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Marielle Franco e Carlos Bolsonaro/Foto: Reprodução

Informações divulgadas no inicio da noite desta quarta-feira (20), pelo jornalista e comentarista político da CBN, Kennedy Alencar, a Polícia Civil do Rio de janeiro tem uma nova linha de investigação que leva ao vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, um dos mais influentes no governo do pai.

De acordo com Kennedy Alencar, o vereador Carlos Bolsonaro mantinha uma relação hostil com a também vereadora Marielle Franco, e ainda, era próximo de Ronnie Lessa, acusado de executar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes.

Ouça o comentário de Kennedy Alencar

Caso Marielle: Porteiro do áudio apresentado pelos Bolsonaro, não é o mesmo do depoimento

 

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Domingos Peixoto | Agência O Globo

A Coluna Radar do jornalista Lauro Jardim, no O Globo, nesta segunda-feira (4) provocou mais dúvidas sobre o mistério nos áudios da secretária eletrônica do Condomínio Vivendas da Barra, onde o presidente Jair Bolsonaro reside na casa 58.

A coluna informa que a polícia sabe que o áudio obtido pela família do presidente é de outro porteiro, não do que disse que Élcio Queiroz, suspeito de participar da morte de Marielle Franco, anunciou que iria para casa 58, a de Jair Bolsonaro.

O porteiro que prestou os dois depoimentos em outubro — e disse ter ouvido o o.k. do “seu Jair” quando Élcio Queiroz quis entrar no condomínio — ainda está de férias.

Semana passada o Jornal Nacional revelou que o porteiro em depoimento disse que um dos acusados de executar Marielle Franco teve acesso ao condomínio, antes  do crime, autorizado por alguém na casa do presidente.

Após a divulgação e repercussão da reportagem Carlos Bolsonaro e o presidente Jair Bolsonaro informaram que ao verificarem a secretaria eletrônica, o porteiro teria dito que Élcio Queiroz foi autorizado a entrar no Vivendas da Barra pelo morador Ronie Lessa morador da Casa 65, apontado como um dos assassinos da vereadora.

OLHO DO FURACÃO: STF deverá investigar envolvimento de Bolsonaro na morte de Marielle

 

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Foto: Reprodução

Reportagem veiculada nesta terça-feira (29), no Jornal Nacional, colocado Jair Bolsonaro no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ). Um dos envolvidos no crime, ocorrido em 14 de março de 2018, esteve no condomínio de Bolsonaro no dia do crime e disse que iria na casa 58 de propriedade do então deputado.

O acusado teria se dirigido a casa do policial militar Ronnie Lessa, apontado como o autor dos disparos que mataram Marielle.

Logo após a exibição da reportagem Jair Bolsonaro numa live de mais de 20 minutos diretamente da Arábia Saudita, tentou se afastar de qualquer envolvimento com o caso, mas se mostrou bastante abalado com sua citação no assassinato de Marielle Franco.