O presidente eleito Lula (PT) e o vice Geraldo Alckmin (PSB), reuniram a imprensa nesta sexta-feira, dia 9, para confirmar os primeiros ministros do seu governo. Eles também anunciaram o fim processo de transição para a próxima terça-feira, dia 13, com apresentação dos resultados.
Foram confirmados: Fernando Haddad (Fazenda), Rui Costa (Casa Civil), José Múcio (Defesa), Flávio Dino (Justiça e Segurança Pública), Mauro Vieira (Relações Exteriores).
Questionado sobre a Direção da Polícia Federal, o agora futuro Ministro da Justiça e Segurança, Flávio Dino, anunciou o delegado Andrei Rodrigues.
O presidente Lula também anunciou a apresentação de um relatório no próximo dia 21, com todas as informações sobre a situação administrativa atual do Brasil. O presidente eleito ainda garantiu que a imprensa voltará ser tratada com respeito.
Minstério da Justiça: @FlavioDino, foi governador do Maranhão, juiz federal, presidente da Embratur, professor da UFMA e nas últimas eleições foi eleito senador pelo povo do Maranhão. pic.twitter.com/GEwkrL6Cxc
Casa Civil: @costa_rui, duas vezes governador da Bahia, o mais votado da história do Estado. Ampliou programas como Luz Para Todos e Minha Casa Minha Vida para o povo baiano. pic.twitter.com/NpZV6c1jKG
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad (PT) (Silvia Izquierdo/AP – Paulo Whitaker/Reuters)
Rivais na disputa do segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad (PT) trocaram farpas neste sábado, 5, pelo Twitter por causa de uma reportagem do portal noticioso alemão Deutsche Welle.
Na sexta-feira, Haddad compartilhou o link de um texto, publicado em 28 de novembro passado, intitulado “Brasil,um país do passado”, com críticas fortes a Bolsonaro e às ideias de seus seguidores – entre outras coisas, apontava que “no Brasil, está na moda um anti-intelectualismo que lembra a Inquisição” e que “seus representantes preferem (o pastor) Silas Malafaia a Immanuel Kant (filósofo alemão).
Na tarde deste sábado, Bolsonaro retrucou, também em um post no Twitter, chamando Haddad de “fantoche do presidiário corrupto” e “marmita”. “A verdade é que o marmita, como todo petista, fica inventando motivos para a derrota vergonhosa que sofreram nas eleições, mesmo com campanha mais de 30 milhões mais cara”, escreveu, completando na sequência que “o PT quebrou o Brasil de tanto roubar, deixou a violência tomar proporções de guerra, é uma verdadeira quadrilha e ninguém aguenta mais isso!”.
(Reprodução/Reprodução)
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Haddad, então, voltou a tuitar apontando o link para o texto do jornal alemão e convidou Bolsonaro para um confronto, lembrando o fato de o rival ter recusado participar de debates no segundo turno da eleição, alegando problemas de saúde. “Na verdade, quem disse isso foi um jornalista da Deutsche Welle, mas se você já se sentir seguro para um debate frente a frente, estou disponível. Forte abraço!”.