Brandão fará nova viagem internacional neste mês de junho

O governador Carlos Brandão (PSB), que reassumiu no domingo, dia 8, o comando do Palácio dos Leões. Ele vai iniciar o cumprimento de agenda institucional nesta segunda-feira, a viagem de cinco que realizou à Europa.

“De volta ao Maranhão após exitosa missão oficial na Europa. Os Lençóis Maranhenses foram destaque mundial, prospectamos investimentos e parcerias para o desenvolvimento do nosso estado, e trouxemos o certificado internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação. Conquista histórica que abre portas para o mercado internacional, especialmente para a cadeia produtiva da carne e do leite. Vamos em frente (…) Representar o Maranhão é sempre uma grande alegria para mim! Na França, vivenciamos um momento histórico com a conquista do selo de zona livre de aftosa sem vacinação. Também avançamos em novas parcerias com empresas europeias. O artigo da semana fala sobre como o nosso estado está presente na rota das oportunidades comerciais do mundo” destacou Brandão.

O vice-governador Felipe Camarão, esteve à frente do Executivo Estadual. Ele deve reassumir o governo interinamente no próximo dia 19 de junho, quando o governador Carlos Brandão fará uma nova viagem internacional, agora para Inglaterra e na Itália.

Bolsonaro ofereceu outro ‘cala boca’ a Bebiano; foi uma embaixada

 

BB amigos
Bebianno e Bolsonaro, quando ainda eram grandes aliados/Foto: Fátima Meira / Futura Press

Nesta segunda-feira (18), no Plenário do Senado Federal, o senador Randolfe Rodrigues anunciou que a exemplo do que já havia feito o senador Cajurú, está requerendo a presença de Gustavo Bebiano, para que ele explique o imbróglio envolvendo o presidente Bolsonaro e seu governo.

Segundo publicação de O Globo, numa última tentativa de minimizar a crise e manter Bebiano mais longe do Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro ofereceu a Bebiano a embaixada de Roma, na Itália.

A proposta teria sido apresentada no final de semana a Gustavo Bebiano, por Onix Lorenzoni ministro-chefe da Casa Civil, após conversa com Bolsonaro no Palácio da Alvorada, que de pronto foi recusado por Bebiano.

Esta não foi a primeira proposta feita ao agora ex-ministro da Secretaria Geral de Governo, após a crise que se instalou no governo Bolsonaro, iniciada por Carlos Bolsonaro e Bebiano, que o presidente acabou tomando partido do filho.

Bolsonaro já tinha oferecido a Bebiano uma diretoria na Hidrelétrica de Itaipu, que também foi recusado por Bebiano. Segundo ele, não aceitou a proposta não apoiou Bolsonaro “para ganhar dinheiro” e “nem precisa de emprego”.

Governo Brasileiro até tentou bancar ‘o pai da criança’, mas não deu!

 

moro dançou
Sérgio Moro (Ministro da Justiça)/Foto: Reprodução

Do Blog do Reinaldo Azevedo 

Para não variar o padrão destas duas primeiras semanas, o governo Bolsonaro conseguiu deixar as digitais da inabilidade e da inexperiência até mesmo em um episódio que não lhe dizia respeito. A Polícia Federal, subordinada a Sérgio Moro, ministro da Justiça e da Segurança Pública, chegou a despachar um avião para Santa Cruz de La Sierra. Para quê? Pra nada. Gasto inútil de combustível e de recursos humanos. Era só parte da disputa pelos despojos de Cesare Battisti.

Não deu certo. Restou ao governo, por intermédio do Itamaraty e do Ministério da Justiça, emitir uma nota de satisfação pelo ocorrido. O mesmo fez Bolsonaro por meio das redes sociais. O presidente brasileiro não vai conseguir ser fotografado com o peixe na boca, como pretendiam os mistificadores nas redes sociais.

Aliás, quem tomou a presa de Jair Bolsonaro, prometida quando ainda candidato, foi Michel Temer ao decretar a extradição de Battisti depois que o ministro Luiz Fux, do Supremo, cassou uma liminar que ele próprio havia concedido, em 2017, e determinou, no dia 13 de dezembro do ano passado, a prisão do terrorista italiano. O mais curioso: quando Fux concedeu a medida cautelar, decidiu que a palavra final sobre o habeas corpus que impedia a extradição seria do pleno do Supremo — vale dizer: do conjunto dos ministros.

Uma das especialidades de Fux, no entanto, é mudar as decisões de… Fux. De maneira monocrática, sem submeter a questão a seus pares, cassou a própria liminar, mandou prender Battisti e anunciou que o italiano ficaria à disposição de Temer para eventual extradição. O então presidente assinou o decreto no dia seguinte, 14 de dezembro. Battisti já havia dado no pé.