Maia diz que Governo Bolsonaro é um ‘deserto’ e não tem projeto para combater pobreza

 

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Jair Bolsonaro e Rodrigo Maia/Foto: Reprodução

Em entrevista ao Jornal O Estado de SP, publicada neste sábado (23), o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), voltou criticar duramente o governo Bolsonaro. Para ele, com exceção dos projetos da Previdência e de Sérgio Moro, o governo é um ‘deserto’.

Rodrigo Maia chamou novamente atenção do ativismo excessivo de Bolsonaro no twitter. Segundo ele, o Brasil precisa ir para vida real e o presidente ao invés de se limitar em ficar criticando a esquerda, deveria fazer seu governo de direta apresentar alguma alternativa para enfrentar problemas graves do país, por exemplo: a extrema pobreza e o desemprego.

“Precisamos que o país volte a ter projeto. Qual é o projeto do governo Bolsonaro, fora a Previdência? Fora o projeto do ministro [Sérgio] Moro? Não se sabe. Qual é o projeto de um partido de direita para acabar com a extrema pobreza? Criticaram tanto o Bolsa Família e não propuseram nada até agora no lugar.”

“O Brasil precisa sair do Twitter e ir para a vida real. Ninguém consegue emprego, vaga na escola, creche, hospital por causa do Twitter.”

Candidata diz que Ministro do Turismo a chamou para ser laranja

 

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Na edição desta quinta-feira (7) a Folha de S.Paulo, informa que Zuleide Oliveira, candidata a deputada estadual pelo PSL em Minas Gerais disse que o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, a chamou pessoalmente para ser laranja do partido nas eleições 2018, com o compromisso de que ela devolvesse à legenda parte do dinheiro público do fundo eleitoral.

“Eu não entendia de nada, eles que fizeram tudo [para registrar a candidatura], eu não tirei uma certidão minha, eles tiraram por lá, eu só enviei meu documento e eles fizeram tudo. Acredito, sim, que fui mais uma candidata-laranja, porque assinei toda a documentação que era necessária e não tive conhecimento de nada que eu estava fazendo (…) Fui usada, a minha candidatura foi usada para fazer parte de uma lavagem de dinheiro do partido”, afirmou Zuleide.

Zueleide fez uma denúncia ao Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais em 19 de setembro, mas obteve apenas uma resposta protocolar da Justiça Eleitoral.

Leia a reportagem na íntegra.

Com informações da Folha SP e Forum

A coerência de Mourão na ‘esquizofrenia de ditadores maus e bons’

 

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Vice-Presidente Hamilton Mourão/Foto: Reprodução

A senadora Eliziane Gama (PPS-MA), elogiou a postura do vice-presidente brasileiro Hamilton Mourão em meio recrudescimento da pressão em relação à crise na Venezuela.

Para a senadora, contrária ao regime adotado e defendido por Nicolás Maduro, as declarações de Mourão demonstra equilíbrio e coerência ao se posicionar contra intervenção no país vizinho e favorável a uma saída politicamente negociada.

“Em meio ao que está acontecendo, surge na verdade uma voz coerente, que é a voz do vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, taxativamente contrário a uma intervenção militar na Venezuela. Agir a partir de conveniências ou interesses, sabe-se lá quais são, a gente nunca sabe qual o retorno, qual a repercussão, qual o resultado que isso pode ter ao final de tudo” afirma a senadora.

Eliziane questiona o que estaria por trás das reais intenções de Jair Bolsonaro e Donald Trump. Isto porque enquanto ambos demonizam Maduro, o presidente dos Estados Unidos elogia o ditador Norte-Coreano, Kim Jong-un, e o presidente do Brasil faz o mesmo com o ditador Paraguaio Alfredo Stroessner.

“Uma coisa é fato: ditador é ditador em qualquer lugar do mundo. O Kim, o Stroessner e o Maduro são igualmente ditadores” disse a senadora maranhense Eliziane Gama.

Crise no Cordino faz deputados trocarem acusações na Assembleia

 

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Rigo Teles (PV) e Fernando Pessoa (SD) protagonizaram debate sobre crise no Cordino Esporte Clube na Assembleia Legislativa do Maranhão/Foto: Reprodução

A sessão desta terça-feira (19), na Assembleia Legislativa do Maranhão, teve como destaque o time de futebol Cordino Esporte Clube, do município de Barra do Corda. Começou quando o deputado Rigo Teles (PV), foi à tribuna expor a situação de crise do Clube e botar na conta do atual prefeito de Barra do Corda, Eric Costa (PCdoB), a responsabilidade.

Aliado de Eric Costa e adversário político do deputado Rigo Teles, coube ao jovem parlamentar Fernando Pessoa(SD), sair em defessa do prefeito. Estreante no parlamento estadual mostrou atitude e prometeu apresentar documentos que provam que a responsabilidade pelas condições que se encontra o Cordino seria de gestões comandadas pelo grupo político de Rigo Teles, no município.

Salários atrasados, problemas no Estádio Leandrão e risco de rebaixamento são alguns dos problemas que justificariam a atual situação do Cordino. Abaixo alegações dos deputados sobre o imbróglio envolvendo a crise no Clube de Futebol, que enfrentará o Moto no próximo domingo (24), na cidade de Barra do Corda.

ÁUDIO COM O DEPUTADO RIGO TELES

 

ÁUDIO COM O DEPUTADO FERNANDO PESSOA

Exoneração de Gustavo Bebianno não apagou ‘incêndio’ no governo

 

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Foto: Reprodução

A esperada exoneração de Gustavo Bebianno, ocorrida na noite desta segunda-feira (18), não encerrou a mais recente crise no governo Bolsonaro, que começou tendo como pano de fundo o ‘laranjal do PSL’, partido do presidente.

As reações de setores da imprensa e classe política, inclusive os ligados ao governo, é que o incêndio continua e com possibilidade de intensificar, mesmo com esforço dos ‘bombeiros’ no Palácio do Planalto e Congresso Nacional.

A expectativa é que as baixas no governo não pare com Bebianno, caso a questão do ‘laranjal do PSL’ avance. Nesse contexto, a situação do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, é considerada delicadíssima. O próprio Bebianno reclamou do tratamento que recebeu do presidente, comparado ao dado a Marcelo Álvaro.

O vídeo do presidente divulgado após o anúncio da saída oficial de Bebianno do governo, acabou causando mais questionamentos e desconfiança sobre os reais motivos da exoneração. Jair Bolsonaro pareceu mais interessado e preocupado em acalmar Bebianno e salvar seu governo. Resta saber de quê?..

Pelo menos dois requerimentos para comparecimento do ex-ministro da Secretaria Geral do Governo, Gustavo Bebianno, no Senado Federal, ambos com mesmo objetivo já foram encaminhados. Os autores são Randoffe Rodrigues e Jorge Kajurú.

Os senadores  querem que o ex-presidente do PSL e coordenador da campanha de Jair Bolsonaro, esclareça declarações consideradas graves dadas durante o acirramento da crise e que repercutiram na imprensa. Na Câmara Federal, esta semana a crise deverá ser um dos principais destaques.

Nas redes sociais parlamentares alertaram para a gravidade da crise. Entre eles representantes da bancada maranhense. “O ex-ministro Bebianno deve explicações ao Brasil sobre o laranjal do PSL e as fake news da campanha do Bolsonaro. Vamos cobrar isso na Câmara dos Deputados”, disse o Marcio Jerry (PCdoB).

“Em pronunciamento, o presidente Bolsonaro reconhece a seriedade do Ministro que ele acaba de exonerar. Deu pra entender? Se o cara é sério não deveria continuar no cargo? Por que não revelou o motivo da exoneração?”, destacou Bira do Pindaré (PSB), sobre os critérios para participar do governo Bolsonaro.

Bolsonaro ofereceu outro ‘cala boca’ a Bebiano; foi uma embaixada

 

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Bebianno e Bolsonaro, quando ainda eram grandes aliados/Foto: Fátima Meira / Futura Press

Nesta segunda-feira (18), no Plenário do Senado Federal, o senador Randolfe Rodrigues anunciou que a exemplo do que já havia feito o senador Cajurú, está requerendo a presença de Gustavo Bebiano, para que ele explique o imbróglio envolvendo o presidente Bolsonaro e seu governo.

Segundo publicação de O Globo, numa última tentativa de minimizar a crise e manter Bebiano mais longe do Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro ofereceu a Bebiano a embaixada de Roma, na Itália.

A proposta teria sido apresentada no final de semana a Gustavo Bebiano, por Onix Lorenzoni ministro-chefe da Casa Civil, após conversa com Bolsonaro no Palácio da Alvorada, que de pronto foi recusado por Bebiano.

Esta não foi a primeira proposta feita ao agora ex-ministro da Secretaria Geral de Governo, após a crise que se instalou no governo Bolsonaro, iniciada por Carlos Bolsonaro e Bebiano, que o presidente acabou tomando partido do filho.

Bolsonaro já tinha oferecido a Bebiano uma diretoria na Hidrelétrica de Itaipu, que também foi recusado por Bebiano. Segundo ele, não aceitou a proposta não apoiou Bolsonaro “para ganhar dinheiro” e “nem precisa de emprego”.