Trump deixa Casa Branca e entra na lista dos não reeleitos nos EUA

O ex-presidente, Donald Trump, a partir desta quarta-feira, dia 20, passou fazer parte do grupo de ex-presidentes dos EUA.

Ele também entra na lista dos que não conseguiram se reeleger, na história do país.

John Adams (1797 a 1801), John Quincy Adams (1825 a 1829), Martin Van Buren (1837 a 1841), Grover Cleveland (1885 a 1889), Benjamin Harrison (1889 a 1893), Herbert Hoover (1929 a 1933), Gerald Ford (1974 a 1977), Jimmy Carter (1977 a 1981), George H. W. Bush (1989 a 1993).

Flávio Dino diz que pretende disputar presidência em 2022

 

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O PCdoB do Maranhão realizou na Assembleia Legislativa, nesta sexta-feira (22), uma Conferência Estadual Extraordinária. O evento teve a participação do governador Flávio Dino, além dos demais principais quadros do partido no estado.

Durante seu pronunciamento o governador disse que pretende concorrer à presidência da república em 2022. “Estou mesmo me preparando para 2022. Vocês nem notaram, já estou até com cinco quilos a menos. Vamos enfrentar o laranjal e a turma do mal”, afirmou o comunista.

Os participantes da Conferência responderam à declaração de Flávio Dino com gritos de “Brasil, pra frente, Dino presidente”.

E o governador continuou falando sobre sua relação com a política e disputas eleitorais. “Eu adoro uma eleição, estou doido para disputar mais uma, essa especial. A gente tem que plantar a coisa certa, para colher a coisa certa”, completou Flávio.

O governador também voltou fazer críticas ao projeto da reforma da previdência de  Jair Bolsonaro e Paulo Guedes, e convocou os presentes para mobilização no Maranhão, que acontecerá no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher.

(Com informações do blog do Jhon Cutrim)

Filho de Bolsonaro precisa de ajuda psicológica

 

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Carlos Bolsonaro/Foto: Reprodução

Por Roberto Dimenstain

Uma  nota publicada hoje por Lauro Jardim, do O Globo,  reforçou minha suspeita de que Carlos Bolsonaro precisa  de ajuda psicológica.

É visível um distúrbio que dificulta sua convivência com a realidade.

Ele tinha ambição de inspirar um serviço secreto  paralelo de espionagem. Já existe um serviço secreto chamado Abin.

O paralelo seria montado com com delegados e agentes da PF de sua confiança. Desfecho do projeto, segundo o colunista do O Globo.

O general Augusto Heleno, que, aliás, comanda a Abin, vetou a maluquice.

Um filho de presidente, sem cargo, querer montar um serviço secreto revela uma anomalia de quem vive em estado de paranóia, criando uma realidade paralela.

Essa nota do Lauro Jardim é apenas um detalhe das minhas suspeitas sobre o desequilíbrio emocional de Carlos Bolsonaro. Quem montou a guerra contra Gustavo Bebianno – e não é de agora – foi Carlos.

Chegou a ponto de colocar um espião no Palácio do Planalto: o primo mais conhecido como “Leo Índio”. O jovem circula por lá com crachá amarelo, mas sem cargo.

Uma das razões secretas para o atrito de Bolsonaro com Bebianno foi a opinião de Carlos de que seu secretário-geral vazava informações sobre a família aos jornalistas da Globo.

Daí as reportagens sobre Fabrício Queiroz e Flávio Bolsonaro.

Na condição de porta-voz do pai – o que já é uma anomalia – ele chamou Bebianno de  mentiroso. O que além de descabido um filho de presidente agir como se fosse autoridade, produz um crime: ele vazou uma gravação secreta.

Não é só. Ele acha que Bebianno tem relações especiais com o site Antagonista que, segundo como publicou Carlos, estaria pronto para fazer negócios com dinheiro público. Bolsonaro passou a ver as notas do Antagonista com sinais da traição de seu secretário-geral.

Como sabemos, o presidente também tem surtos paranóicos: daí não andar de avião particular, com medo de sabotagem.

A forma como Carlos transformou a Globo em inimiga – e aí juntando de Bebiano ao general Mourão – reforça ainda mais a suspeita de transtorno mental. Chamou as Organizações Globo de chantagista por causa de dinheiro público. Mais: acusou-a de torcer pela morte do pai.

Lembremos que Carlos comentou, num post, que pessoas próximas estariam interessadas na morte de seu pai. Era um recado a Mourão e Bebianno, passando pelas Organizações Globo.

Daí que estou falando sério ao dizer que Carlos Bolsonaro precisa de ajuda psicológica urgente. Antes que cause mais danos ao seu pai e ao seu governo. Logo, ao país.

Dep. Othelino Neto segue trabalhando permanência na presidência da AL-MA

 

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Dep. Othelino Neto (PCdoB), Presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão/Foto: Reprodução

A posse e eleições no Senado, Câmara Federal e Assembleias Legislativas ocorrerão no próximo dia 1° de fevereiro, e marcará o inicio da nova legislatura para o período de 2019-2022.

No Maranhão a solenidade está marcada para iniciar às 9h30, com a posse dos 42 deputados estaduais. Em seguida será realizada a eleição da Mesa Diretora para biênio 2019-2020, que deverá ser rápida em razão de por enquanto não haver outro nome em oposição ao deputado Othelino.

Atual presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto (PCdoB), continua firme rumo a permanência à frente do Poder Legislativo do Estado, graças ao ambiente de tranquilidade e boa relação criado entre parlamentares e servidores. Outro aspecto considerado favorável foi o próprio resultado das eleições de outubro.

É aguardar os desdobramentos do processo que terá seu desfecho no próximo dia 1º, e a definição dos cargos da mesa que estão ocorrendo nos bastidores sem atropelos. Por enquanto, não há nenhuma informação de alguma chapa contrária ou nome de oposição ao deputado Othelino Neto.

Robson Paz é aclamado Presidente do MAC para o biênio 2019-2020

 

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Robson Paz (ao centro de vermelho) sendo cumprimentado por associados do MAC

O Radialista Robson Paz foi eleito por aclamação, na noite de quinta-feira (3), Presidente do Maranhão Atlético Clube (MAC), um dos times de futebol mais queridos do estado. Ele conduzirá o ‘Bode Gregório’ pelos próximos dois anos.

Além de Robson Paz na Presidência do MAC, também fazem parte da diretoria o professor Roberto Brandão (vice-presidente) e Robson Vasconcelos (diretor administrativo).

Torcedor apaixonado do clube, Robson Paz, assumiu a presidência com marca de pé-quente, ele estava na diretoria de futebol do MAC, durante a Copa FMF e contribuiu para a conquista do último campeonato de futebol no Maranhão em 2018.

A missão de Robson Paz não será fácil, mas se depender da vontade e disposição do agora presidente do MAC, é possível acreditar de fato em novo ciclo no clube com participações mais consistentes e convincentes dentro de campo. Um dos maiores desafios de Robson Paz como presidente será montar uma equipe competitiva que motive o torcedor voltar apoiar e investir no time.

A escolha por aclamação para presidir o clube foi uma demonstração de confiança e apoio dos associados do Maranhão Atlético Clube no novo presidente. Nas redes sociais Robson demonstrou sua satisfação em presidir o time do coração e prometeu “seriedade, amor, dedicação e trabalho firme para tornar o MAC ainda maior e forte”.

Othelino Neto deverá ser mantido Presidente da AL-MA por aclamação

 

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Deputado Othelino Neto (Presidente da Assembleia do Maranhão)/Foto: Reprodução

Passado as etapas de diplomação dos eleitos e reeleitos no pleito de 2018, posse do presidente da republica e governadores, a expectativa agora é para o fim do recesso parlamentar marcado para 31 de janeiro, posse e eleições nos Parlamentos Estadual e Federal dia 1° de fevereiro.

Não é prudente assegurar antecipadamente resultado de eleições, em qualquer circunstância, mas no caso da eleição da Mesa Diretora da Assembléia Legislativa do Maranhão, a tendência é que o atual presidente Othelino Neto (PCdoB), não tenha dificuldade para continuar na presidência da casa no próximo biênio 2019-2020.

Desde que assumiu em definitivo a presidência da Assembleia Legislativa, após o falecimento do deputado Humberto Coutinho (PDT), o atual presidente Otheino Neto mostrou grande habilidade tornando aprovação de sua gestão praticamente unanimidade entre seus pares e servidores da Assembleia.

Falta um mês para as eleições no Poder Legislativo Estadual, que costumam revelar surpresas. Mas é provável que Othelino seja aclamado presidente, o que dependerá obviamente de como negociará os outros cargos da mesa entre a base do governo e oposição. Por enquanto, nenhuma outra chapa em oposição ao atual presidente, se quer foi cogitada.

A gestão de Othelino Neto vem sendo elogiada até pela oposição ao grupo politico do governador Flávio Dino, do qual Othelino faz parte, que reconhece a forma democrática e conciliadora no comandando a casa. Alguns deputados defendem publicamente a permanência de Othelino na presidência, outros já declararam até voto para ele da própria tribuna.

Nos bastidores políticos as atenções estarão voltadas para os desdobramento e retomada dos trabalhos. Como eleições da Mesa Diretora da Assembleia do Maranhão, já teve até caso em que o candidato a presidente dormiu eleito e amanheceu derrotado, certamente o deputado Othelino, cuidadoso e habilidoso como tem se mostrado, está se cercando de todos cuidados necessários.

Mangabeira e os erros que tiraram a presidência de Ciro

 

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FOTO: REPRODUÇÃO

Por Luis Nassif

As duas entrevistas de Roberto Mangabeira Unger – ao Valor (clique aqui) e à Folha (clique aqui) – esclarecem de vez as razões objetivas que levaram ao racha das esquerdas e à eleição de Jair Bolsonaro.

Mangabeira confirma o relato de Fernando Haddad, de que foi oferecido a Ciro o papel posteriormente desempenhado pelo próprio Haddad, de ser o vice-presidente na chapa de Lula e assumir a candidatura quando Lula fosse impedido.

Teria sido a fórmula ideal. Ciro seria imediatamente catapultado para a liderança e com sua retórica eficiente teria condições de vencer Bolsonaro no 2º turno.

Ciro esbarrou mais uma vez em seu grande defeito político. É bom para as grandes estratégias e péssimo para as definições táticas, prisioneiro de um temperamento forte, com uma autossuficiência deletéria, não se enquadrando nos limites dos pactos partidários. Quando a estratégia é bem-sucedida, entra em alpha e considera que tem a força. E não consegue identificar os limites políticos para entrar na etapa seguinte.

Sua visão era a de que o período Lula estava definitivamente encerrado e caberia a ele, Ciro, inaugurar o novo tempo, sem depender do lulismo. Como Mangabeira deixa claro, Ciro confundiu posições táticas com estratégicas.

No plano estratégico, era mais que hora do lulismo ceder espaço a uma nova etapa, diluindo o protagonismo excessivo do PT, principal combustível do pacto político mídia-Judiciário, e trabalhando as novas classes que surgiam – e que Mangabeira corretamente identifica como o novo empreendedorismo.

Ora, esse movimento era claro para o próprio Lula. Quando tentou a aproximação com Eduardo Campos, sabia a dificuldade para o PT superar a matriz original e abrir espaço para o novo temp.

No plano tático, no entanto, abrir mão do cacife eleitoral de Lula foi um gesto de arrogância mortal. Não adiantou Haddad dizer que Ciro estava minimizando não apenas a influência de Lula, mas 70 anos de tradição trabalhista no Brasil. Como pretendia montar uma frente deixando de lado o principal ator político das oposições nas últimas décadas?

Sua visão estratégica foi bem-sucedida. Desenvolveu o discurso mais eficiente de oposição à direita racional, de Geraldo Alckmin, e, depois, à direita insana de Jair Bolsonaro, um discurso denso, com propostas racionais e criativas, e uma retórica de guerra adequada para desmontar a agressividade vazia de Bolsonaro.

Na frente tática, esboroou-se.

Depois que perdeu as eleições, a ira posterior de Ciro contra o PT, foi apenas uma tentativa psicológica de enfrentar a ideia insuportável de que foi ele próprio que jogou fora a presidência por um gesto mal pensado.

Nenhum de seus argumentos se sustenta:

1. A alegação de que não queria comprometer seu projeto de país com o do PT.

Como bem lembra Mangabeira, uma coisa é aliança tática, visando ganhar as eleições e impedir o mal maior. Outra coisa, o projeto de governo, que é atribuição exclusiva do presidente da República. Ele seria o líder inconteste do projeto.

2. A alegação de que o PT não era aliado confiável.

Como assim? Alianças se formam em torno de propostas, conceitos e campos de interesse. Havia um amplo campo de interesses comuns para consolidar alianças com os partidos de esquerda, incluindo o PT, assim como um amplo arco de partidos de oposição, de centro-direita, para contrabalançar. Um político habilidoso deitaria e rolaria em um quadro desses. Seria um quadro confuso apenas para políticos com dificuldades para dialogar.

3. As acusações de que foi esfaqueado pelas costas, com o acordo do PT com o PSB também não se sustentam.

Queria o quê? Que depois de esnobado por Ciro Gomes, o PT abrisse mão de alianças estratégicas, para não melindrar o adversário? E porque foi possível uma aliança, conduzida por Lula, que interferiu nas eleições de Pernambuco e Minas Gerais? E por que estados como a Bahia e o Maranhão que, em circunstâncias normais estariam com Ciro, mantiveram-se fiéis ao candidato do PT? Por conta do prestígio político de Lula, que Ciro minimizou.

Esses embates ajudaram a realçar  a posição desprendida de Haddad que, em todos os momentos, colocou os interesses do país acima de seus interesses pessoais: quando apoiou a indicação de Ciro; e, depois, quando encarou o desafio de conduzir uma campanha presidencial perigosa.

Clique aqui para ler a conclusão da análise de Luis Nassif..

Thiago Dias ficará no comando da OAB-MA por mais um biênio

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Thiago Dias após o resultado da eleição da OAB-MA/ Foto: Divulgação

O atual presidente da OAB-MA, Thiago Dias, foi reeleito nesta sexta-feira (23), para mais um mandato à frente da Seccional Maranhenses da Ordem dos Advogados do Brasil, com 47,94% dos votos válidos. A posse será em janeiro.

Quatro chapas participaram do pleito. Dos 10.657 advogados que estavam aptos a votar, 8.328 compareceram às urnas. Foram 8.122 votos válidos, 106 nulos (1,31% do total) e 100 em branco (1,23%).

Thiago Diaz teve 3.894 votos (47,94% dos votos válidos); Carlos Brissac 3.004 votos (36,99%), Sâmara Braúna 727 votos (8,95%) e Mozart Baldez, com 497 votos (6,12%).

Também eleitos hoje os presidentes das 16 Subseções da OAB no Maranhão, a diretoria da Caixa de Assistência dos Advogados, os conselheiros federais e estaduais.