André Mendonça é mais um ‘escolhido’ de Bolsonaro para o STF

O advogado-geral da União, André Mendonça, 48 anos, é o escolhido do presidente Bolsonaro para vaga do ministro Marco Aurélio no STF.

Bolsonaro confirmou hoje terça-feira, dia 6, a aliados a escolha. Mas, já havia informado que sua decisão já havia sido tomada.

A tarefa de André Mendonça agora será enfrentar a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Por fim seu nome deverá ser ratificado pela maioria absoluta dos 81 senadores (41 votos).

André Mendonça será o segundo membro do STF escolhido pelo presidente Bolsonaro, o primeiro foi o ministro Nunes Marques.

Escolhido próximo Delegado Geral da União e Lista Tríplice já era

Jornal GGN – Sem levar em consideração ou analisar a lista tríplice da Advocacia Pública, o futuro presidente Jair Bolsonaro escolheu o atual corregedor-geral da Advocacia-Geral da União (AGU), André Luiz de Almeida Mendonça, para comandar o órgão.

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Foto: Reprodução/AGU

Na semana passada, o Forum Nacional da Advocacia Pública realizou uma votação interna entre os formados procuradores federais, procuradores da Fazenda Nacional e advogados da União para recomendar os três nomes mais votados ao futuro presidente.

A medida de escolher um dos nomes mais votados pelas carreiras não é uma obrigação da Constituição brasileira, mas foi adotada como prática ética pelos governos do ex-presidente Lula e Dilma.

No evento do Forum, foram eleitos o procurador da Fazenda Nacional, Fabrício da Soller, a advogada da União, Izabel Vinchon, e o procurador federal Sérgio Bueno. Os nomes deles foram entregues diretamente ao presidente eleito.

Entretanto, Bolsonaro não optou por nenhum deles e decidiu nomear ao posto o advogado André Luiz de Almeida Mendonça, para suceder Grace Mendonça na AGU. Atualmente, André de Almeida exercia o cargo de corregedor-geral e havia chegado a ser um dos 10 finalistas da votação, mas não entre os três mais apoiados pelas carreiras.

De acordo com a imprensa, a indicação teve relação com a escolha de Wagner Rosário para permanecer na Controladoria-Geral da União (CGU), uma vez que André assessorava desde 2016.

Da mesma forma como fez com os demais cargos de primeiro escalão, Bolsonaro divulgou seu nome pelas redes sociais, descrevendo-o como advogado “com ampla vivência e experiência no setor”.