Quanto ganham presidente, senador, governador e deputados?

Do Metrópoles

Mais um pleito eleitoral no Brasil se aproxima. São muitos aqueles que desejam conquistar nas urnas em 2026, um dos cargos na disputa: Presidente da República, Senador, Deputado Federal, Governador e Deputado Estadual e Distrital. Mas, a maioria dos mais de 150 milhões de eleitores que elegeram esses representantes públicos não sabem qual os salários desses políticos.

O rendimento deles é definido por lei:

Presidente da República: R$ 46.366,19

Governador: R$ 46.366,19 (o teto é este, mas cada estado pode definir um valor inferior a isso)

Senador: R$ 46.366,19

Deputado federal: R$ 46.366,19

Deputado estadual/distrital: R$ 34.774,64 – que equivale a 75% do salário de um parlamentar federal.

Verbas de gabinete e cotas parlamentares, valores destinados a deputados para que utilizem no exercício do cargo, não entram na conta. Senadores e deputados também têm direito a reembolso em despesas de viagens – passagens aéreas e diárias.

Já no cargo de governador, o salário varia de estado para estado. Sergipe é, atualmente, o estado em que o governador recebe a maior remuneração mensal – R$ 46.366,19, o teto. Já os menor rendimento é do governador do Rio de Janeiro – R$ 21.868,14.

Em São Paulo, o governador recebe R$ 36.301,53. Em Brasília, o rendimento mensal do chefe do Executivo é de R$ 29.311,94.

AL-MA aprova reajusta de professores contratados da Educação Básica

A Assembleia Legislativa aprovou a Medida Provisória 401/2023, que reajusta os salários dos professores da Educação Básica contratados temporariamente pelo Governo do Estado. 

A matéria foi encaminhada à promulgação pela presidente da Alema, deputada Iracema Vale (PSB).

Segundo a MP, a partir de 1º de janeiro de 2023, os salários passam a ser de R$ 2.210,28 para os que trabalham no regime de 20 horas. Por sua vez, de acordo com o texto normativo, os professores contratados que trabalham em regime de 40 horas semanais receberão, também a partir de 1º de janeiro de 2023, a ‘Gratificação por Condições Especiais de Trabalho’.

Na mensagem governamental de encaminhamento da matéria à Assembleia, o governador Carlos Brandão (PSB) justifica que a proposição tem por finalidade alterar a legislação vigente para revalidar o compromisso da atual gestão com a valorização dos servidores da educação.

“Acho um absurdo salários da alta administração. São muito baixos”, diz Paulo Guedes

Em uma videoconferência com Rodrigo Maia e mediada pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), o ministro da Economia disse que é preciso ter uma “enorme diferença” nos salários para manter servidores no alto escalão.

“Acho um absurdo os salários da alta administração brasileira. Acho que são muito baixos (…). O Bruno Dantas [ministro do TCU], em qualquer banco, vai ganhar US$ 4 milhões por ano. É difícil convencer o Bruno a ficar no TCU, porque ele vai receber várias propostas do setor privado”, disse.

“Tem que haver uma enorme diferença de salários sim. Quantos chegam ao STF ou ao TCU? O secretário do Tesouro ganhava 20% a mais do que um jovem que foi aprovado em um concurso para a carreira jurídica. Não é razoável. Tem que haver uma valorização da meritocracia.”

E completou:

“O presidente da República ou um ministro do STF tem que receber muito mais do que recebem hoje. Pela responsabilidade do cargo, pelo peso das atribuições, pelo mérito em chegar a uma posição dessa. E não é nada assim no serviço público brasileiro.”

Informações O Antagonista