“Não interessa a cor do gato, interessa que mata o rato”, Flávio Dino sobre público-privado

 

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Forum em São Paulo sobre parcerias com setor empresarial, promovido pela revista Exame/Foto: Reprodução

O governador Flávio Dino (PCdoB), participou nesta terça-feira (28), em São Paulo, do EXAME Fórum PPPs e Concessões. Outros nove governadores além de autoridades e especialistas discutiram sobre a temática: ‘Como as parcerias público-privadas e concessões de serviços públicos podem contribuir para o crescimento econômico do Brasil?.

Os participantes apontaram oportunidades de negócios que serão criadas pelas parcerias entre o poder público e a iniciativa privada. Também debateram as dificuldades jurídicas e políticas encontradas nessas parcerias e como superá-las.

“Não interessa a cor do gato, interessa que mata o rato”: a máxima chinesa citada por Flávio Dino, governador do Maranhão, durante o evento mostrou o pragmatismo como chave para viabilizar parcerias entre o setor público e privado no Brasil.

Abaixo o governador, Flávio Dino, fala como vem sendo estabelecido essa relação no Estado do Maranhão.

 

(Com informações da EXAME)

Empresários não cumprem acordo e população é prejudicada em São Luís

 

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Empresáros não cumprem acordo com rodoviários e São Luis amanhece sem ônibus/Foto: Reprodução

Empresários e Rodoviários não se entendem e a população de São Luís volta ser prejudicada com paralisação de ônibus na manhã desta terça-feira (26), em São Luís. Milhares de usuários na capital maranhense estão buscando outras alternativas para chegarem ao trabalho, assim como cumprir outras obrigações.

O movimento ocorre nas principais empresas do transporte coletivo da capital, entre elas: 1001, Primor, Taguatur, Ratrans e Ratrans.

De acordo com o Sindicato dos Rodoviários, em dezembro de 2018, o TRT (Tribunal Regional do Trabalhoh) intermediou um um cordo entre as partes para garantir direitos dos trabalhadores que não foi cumprido pelos patrões. Por essa essa razão os funcionários das empresas que não estão circulando com apoio do Sindicato, cruzaram os braços.

Motoristas e cobradores do transporte coletivo atribuem a paralisação a incapacidade da Justiça do Trabalho, Prefeitura e Empresários em encontrarem uma solução para situação. Segundo eles, os ônibus só voltarão circular após o acordo ser cumprido.