Paulo Velten participa de almoço com Lula no Rio Grande do Norte

O ex-presidente Lula (PT) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSB), iniciaram ontem uma agenda por vários estados e regiões do país. Após participarem do lançamento da candidatura de Eduardo Kalil (PSD), para o governo de Minas Gerais, os pré-candidatos à presidência da república estão nesta quinta-feira, dia 16, no Rio Grande do Norte, onde intensificam as articulações políticas pelo nordeste.

“Ótimo almoço hoje com governadores do Consórcio do Nordeste. Uma oportunidade para escutar sobre a situação dos Estados e pensar em saídas para o nosso país voltar a crescer e desenvolver todas as regiões”, destaca Lula.

O governador em exercício do Maranhão, Paulo Velten, participou nesta quinta-feira, dia 16, de um almoço com o ex-presidente Lula (PT), no Rio Grande do Norte, onde também participaram governadores do Consorcio Nordeste.

O governador Carlos Brandão (PSB), candidato à reeleição no Maranhão, continua em São Paulo se recuperando de uma cirurgia.

Geraldo Alckmin fala da importância de Flávio Dino para o Senado

O ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSB), pré-candidato a vice-presidente na chapa de Lula (PT), em vídeo divulgado nas redes sociais nesta segunda-feira, dia 23, destaca a importância de eleger, Flávio Dino (PSB), senador da república nas eleições 2022.

Hoje também nas redes sociais, o ex-governador do Maranhão Flávio Dino, levantou a bandeira de lutar contra o ‘orçamento secreto’ no Congresso, caso seja eleito senador.

“Todos os dias são revelados escândalos o tal “orçamento secreto”, que é inconstitucional, ilegal e imoral. Se chegar ao Senado, lutarei pelo fim dessa invenção e jamais usarei dinheiro de “orçamento secreto”. Espero que o STF acabe imediatamente com essa indústria de fraudes.”, destacou Dino no twitter.

O ex-governador terá como rival direto na disputa o senador Roberto Rocha, candidato a reeleição e eleito em 2014, com apoio e empenho decisivo do então candidato ao governo Flávio Dino, eleito em primeiro turno.

Assim como Roberto Rocha, o senador Weverton Rocha pré-candidato ao governo, também eleito pelo grupo liderado por Dino, hoje são adversários.

Maranhão é destaque no XV Congresso do PSB

O XV Congresso Constituinte da Autorreforma do PSB, segue nesta sexta-feira, dia 29, em Brasília, ontem no primeiro dia o evento contou com a presença do ex-presidente Lula (PT), que terá Geraldo Alckmin (PSB) como companheiro na chapa presidencial.

Em seu discurso Lula falou da insistências do questionamento da união com Alckmin, que classificou como ‘política’ e ‘maturidade’. Ele ainda lembrou a necessidade de ‘salvar o país’.

“Lula e o Alckmin já divergiram, porque agora eles estão juntos? Isso se chama política, se chama maturidade, compromisso com este país e com o povo brasileiro (..) A sociedade brasileira está precisando de alguém para salvar o país, alguém para cuidar do povo brasileiro, para reeditar a soberania do Brasil diante dos olhos do mundo. Nunca foi tão necessário ganhar uma eleição para restabelecer nossa dignidade, restabelecer a esperança do nosso povo”, disse Lula.

O ex-governador Flávio Dino, o governador Carlos Brandão e o deputado Bira do Pindaré, líder do partido na Câmara, tiverem posição de destaque na abertura do Congresso. Todos os oradores, entre eles, Lula e Alckmin, citaram a importância das lideranças e do PSB no Maranhão para o projeto político eleitoral 2022 no país.

Eleições 2022: Encaminhada chapa Lula e Alckmin para presidência

Em evento realizado em São Paulo nesta sexta-feira, dia 8, o PSB indicou ex-governador Geraldo Alckmin como candidato a vice de Lula (PT), na chapa presidencial para eleições 2022.

A data para que o PT confirme o nome de Geraldo Alckmin está marcada para 14 de abril.

“..ele está para Lula 2022 como a carta ao povo brasileiro de 2002..” Dino sobre Alckmin

Do UOL

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), em entrevista nesta quinta-feira, dia 24, ao site UOL News, onde informou que Geraldo Alckmin deverá ser anunciado vice-presidente de Lula (PT) em abril.

Para Dino, que disputara o Senado nas eleições, Alckmin funcionará como espécie de nova “carta ao povo brasileiro”, usado por Lula nas eleições de 2002.

“.. presença de alguém mais centrista, de outra vertente, ajuda a somar no sentido de agregar e qualificar a pré-candidatura. Creio que ele traz votos na medida que simboliza outros segmentos sociais que vão se sentir confortáveis. Alckmin é quase uma carta ao povo brasileiro. Ele está para o Lula de 2022 como a carta ao povo brasileiro esteve para o Lula de 2002. Funciona como um sinal positivo de agregação”, declarou Dino, que elogiou o discurso de Alckmin na filiação ao PSB, um dia antes (..) Ele é um herdeiro das boas tradições do PSDB, com quem sempre dialoguei. De modo que considero excessivo o colocar como de direita. Considero que ele é um sinal de ampliação de segmentos que dialogam com a candidatura de Lula. A resposta ao extremismo deve ser o centrismo. Quanto mais centrista for a candidatura do Lula, melhor para o Brasil, para quem sabe vencer em primeiro turno..”, destacou Dino.

Carlos Brandão sai motivado e grato ao PSB pela acolhida

O vice-governador, Carlos Brandão, agradeceu nesta quarta-feira, dia 23, ao Partido Socialista Brasileiro, que passou a fazer parte hoje junto com ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que deverá ser confirmado em breve como candidato a vice-presidente na chapa com Lula (PT).

Carlos Brandão que assumira no próximo dia 2 de abril, o governo do Maranhão, concorrerá ao governo no cargo em outubro, saiu do evento motivado, confiante e agradecido pela acolhida no PSB.

Além de Brandão, Alckmin e o senador Dário Berger o PSB recebeu a filiação de mais 40 integrantes.

Brandão e Alckmin assinam ficha de filiação ao PSB, quarta dia 23

O vice-governador, Carlos Brandão, se filiará ao PSB no próximo dia 23, às 10h, na sede do partido em Brasília. Ele deixa o PSDB para disputar o governo do Maranhão com apoio do governador Flávio Dino (PSB).

O ato terá como ponto alto a filiação do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que deverá ser vice de Lula, nas eleições 2022. A participação do ex-presidente petista no ato ainda não foi confirmada.

Geraldo Alckmin e Carlos Brandão deixam o PSDB para ingressar no PSB numa mudança que visa o pleito eleitoral e também a conjuntura política brasileira. Além deles, vários outros tucanos deixarão o ninho para se integrarem ao campo progressista junto com Alckmin.

“Não bateu o martelo quanto a data”, Siqueira sobre Alckmin no PSB

Do Uol

Com objetivo de ser candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Lula, o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, acertou nesta segunda-feira, sua filiação ao PSB, a informação é de Carlos Siqueira, presidente nacional do partido.

“Tivemos uma conversa muito boa com ele [Alckmin]. Mais uma, né? Ele disse que o caminho natural dele é o PSB e praticamente ficou selado o ingresso dele, mas vai decidir uma data. Não bateu o martelo quanto à data (..) Quando ele disse que o caminho natural é aqui, é porque vai acontecer. Nunca tivemos muita dúvida da opção dele. Ele sabe que aqui é sempre muito bem-vindo. Todos nós já demos as boas-vindas a ele (..) Alckmin passa a ser o nosso candidato a vice”, mas, “para oficializar, é preciso que o candidato à Presidência o faça”, disse Siqueira.

Da reunião também participaram com presenças de Alckmin e Siqueira contou ainda com as participações o ex-governador de São Paulo Márcio França (PSB), do prefeito de Recife, João Campos (PSB), e do presidente do diretório paulista do PSB, Jonas Donizette.

Direção nacional do PT defende chapa Lula e Alckmin

Com o titulo ‘Resistência, Travessia e Esperança’, a direção nacional do PT, se posiciona sobre aliança que poderá viabilizar chapa de Lula e Geraldo Alckmin.

O ex-tucano deverá se filiar ao PSB, que está próximo de formar uma federação com PT para as eleições 2022.

“Cresce a consciência nacional de que só Lula pode liderar um processo de reconstrução do país. E, consciente do seu papelele já cumpre a missão, edificando pontes com aqueles que já estiveram do outro lado, mas, por nutrir valores democráticos, podem e devem estar juntos neste processo de retomada democrática do país”, diz o trecho da carta.

Resistência, Travessia e Esperança

São tempos difíceis os que vive o Brasil. O governo Bolsonaro trouxe uma crise sem precedentes na história e uma retomada só é possível quando ele chegar ao fim, o que faz de 2022 um momento histórico. Como se estivéssemos em uma contagem regressiva, para o ano terminar junto com o obscurantismo que as eleições podem derrotar. Essa perspectiva fez a esperança voltar ao país e um sentimento novo toma conta dos que defendem a democracia, a justiça social e a solidariedade.

Bom mesmo seria fechar os olhos e acordar em 2023. Mas, até lá, existe uma longa travessia. Temos um ano de muita luta pela frente e a dedicação de cada um será determinante para a construção de um novo tempo. O negacionismo oficial com a pandemia continua matando, impera um desemprego e fome sem precedentes, políticas públicas e a proteção social são desmanteladas, direitos dos trabalhadores retirados, se aprofunda a destruição do meio ambiente, permeia uma degradação das instituições e dos valores humanistas e democráticos. Portanto, é preciso agregar ao nosso dicionário a palavra resistência.

 Vivemos tempos de resistência, travessia e esperança. E estas consignas ilustram o nome do seminário organizado pelo Partido dos Trabalhadores, a Fundação Perseu Abramo, o Instituto Lula e as bancadas petistas no Senado e na Câmara dos Deputados e que acontece nos dias 31 de janeiro e 01 de fevereiro. Ele foi concebido para buscar uma melhor compreensão do cenário em que estamos inseridos, para assim construir com a oposição e os setores democráticos a luta contra o processo de destruição de conquistas obtidas ao longo de décadas, ou de séculos. Entender que o momento exige pactos sobre valores necessários para de novo unir o Brasil. Baseado no amor para vencer o ódio, na solidariedade para superar a discórdia, na cooperação ao invés do individualismo e no compromisso profundo com a supressão das desigualdades históricas que alicerçam a nossa nação. 

 Um encontro construído por quem traz na bagagem o legado dos governos democráticos e populares, que nos credencia a liderar saídas para um Brasil em crise, amparadas no Estado soberano que garante direitos e distribui renda e oportunidades para todos. Fundamentado no fortalecimento da dinâmica interna da economia brasileira, na ampliação dos mecanismos de proteção social e na reativação dos investimentos públicos.

 Cresce a consciência nacional de que só Lula pode liderar um processo de reconstrução do país. E, consciente do seu papelele já cumpre a missão, edificando pontes com aqueles que já estiveram do outro lado, mas, por nutrir valores democráticos, podem e devem estar juntos neste processo de retomada democrática do país.

 A esperança que Lula desperta vem do esperançar, que Paulo Freire conjugou como se levantar, não desistir, reconstruir. Esses verbos são partes da própria vida do presidente e da imensa maioria dos brasileiros, que, apesar de todas as adversidades, não desistem dos seus sonhos.

 O desafio que temos é bem maior que conceber programas para uma pré-candidatura, que já se transformou num amplo movimento de brasileiros e brasileiras que querem sair do desalento e que têm em Lula sua única esperança. Representa a disputa estratégica pelo futuro, concebida em torno de um projeto de desenvolvimento inclusivo e sustentável para que o Brasil, consciente do seu tamanho, do seu potencial e da grandeza da sua gente, volte a ser uma referência de nação soberana e justa com seu povo.

 Gleisi Hoffmann – presidenta nacional do PT

Aloizio Mercadante – presidente de Fundação Perseu Abramo

Marcio Pochmann – presidente do Instituto Lula

Reginaldo Lopes – líder do PT na Câmara dos Deputados

Paulo Rocha – líder do PT no Senado

Dólar passou operar em queda, após aceno de Lula a Alckmin

Da Revista Fórum

A entrevista de Lula concedida a setores da mídia independente em São Paulo, nesta sexta-feira, dia 19, movimentou os meios políticos. Até o dólar passou operar em queda, após declarações do petistas.

O posicionamento de Lula, sobre a possibilidade de Geraldo Alckmin, compor como vice na sua chapa presidencial, repercutiu de imediato.

Eu não terei nenhum problema se tiver que fazer uma chapa com Alckmin para ganhar as eleições e governar esse país. Nós vamos construir um programa de interessa da sociedade brasileira. Todo mundo sabe o que eu quero para esse país, não abro mão de que a prioridade e o povo brasileiro, o povo trabalhador, a classe média baixa, o que está desempregado, essa gente é que tem que ser a nossa prioridade e eu espero que o Alckmin esteja junto”, disse Lula.

A entrevista de Lula foi concluída no inicio da tarde, às 16h30, o dólar apresentava baixa de 1,69% e era negociada a R$ 5,4659, após operar no patamar de R$ 5,52 por volta de 11h15.