“Iniciamos o ano com reforço na SSP-MA”, Brandão sobre novos PMs

O governador Carlos Brandão (PSB) anunciou nesta quinta-feira, dia 2, por meio de seu perfil oficial nas redes sociais, a publicação dos nomes dos novos policiais militares nomeados em dezembro. A lista completa está disponível no Diário Oficial do Estado.

“Iniciamos o ano com um importante reforço na segurança pública. Hoje, 2 de janeiro, será publicada no Diário Oficial a lista dos 369 novos policiais militares. Os nomes de 20 oficiais de saúde, dentre eles 12 dentistas, que atenderão 12 regionais e os colégios militares, já foram publicados no dia 30 de dezembro. Seguimos fortalecendo o cuidado e a proteção da população!”, destacou o governador.

A nomeação dos novos policiais e oficiais de saúde faz parte de uma série de medidas do Governo do Maranhão para ampliar o efetivo da segurança pública no estado. Nos últimos dois anos, Brandão já convocou mais de 1.400 profissionais, formando 826 policiais militares somente em 2024.

Ano passado também foram garantidas novas viaturas e a reforma de delegacias em todo o estado. As ações garantiram o avanço na segurança pública do Maranhão, que saiu da 14ª para a 7ª melhor do país.

Brandão nomeia PMs, servidores do DETRAN e professores para UEMA

O governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), nomeou na manhã desta quarta-feira, dia 22, mais 150 polícias militares. Além do reforço para o Sistema de Segurança Pública, também foram nomeados novos servidores para o Detran-MA e professores para UEMA e UEMASUL.

As nomeações estão publicadas no Diário Oficial do Estado de hoje.

Governador Flávio Dino informa sobre ‘ameaça de morte’ e que mandou investigar

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), usou as redes sociais no inicio da tarde desta sexta-feira (25), para informar que foi ameaçado de morte e que mandou investigar.

Segundo Flávio Dino, a ameaça pode está relacionada às nomeações de cadastro de reserva para o Sistema de Segurança Pública do Estado.

“A cada nomeação de cadastro de reserva da PM recebo centenas de xingamentos e agressões. Agora, até ameaça de morte recebi, que está sendo investigada pela Polícia. Se não cumprem leis e preceitos éticos quando nem são policiais, o que farão com uma arma na mão? (..) Entendo o desejo de integrantes do cadastro de reserva da PM em serem nomeados. Normal. Contudo, temos leis federais a cumprir. E de nada adianta xingar, agredir ou ameaçar. Aliás, são condutas bem estranhas para quem sonha em ser policial algum dia”, disse Flávio Dino no twitter.

No inicio desta semana, foram realizadas várias novas nomeações no Sistema de Segurança do Estado, entre elas, delegados, Peritos e Policiais Civis e Militares.

“Nesta semana, realizei mais 164 nomeações para as polícias do Maranhão, sendo 102 para polícia civil e 62 para polícia militar (abrangendo sub judice”, lembrou Dino.

Suspeitas sobre ascensão política da família Bolsonaro aumentam

 

Jair-Bolsonaro
Bolsonaro pai, Francisco, e Bolsonaro filho: falecido capitão tinha papel-chave nas campanhas eleitorais do clã/Foto: Reprodução

A suspeita do Ministério Público de que a família Bolsonaro se beneficiou de um esquema de contribuições a partir de nomeações no Legislativo ganhou mais um desdobramento neste fim de semana. E não apenas devido à atuação do policial militar Fabrício de Queiroz, ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) que, segundo indícios identificados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e apurados pelo MP, administrava uma espécie de caixinha de colaborações dos demais servidores  da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para o mandatário – o Coaf rastreou uma movimentação bancária de R$ 1,2 milhão, “atípica” para quem recebia um salário de R$ 8,5 mil.

Apuração da revista IstoÉ  feita nos gabinetes do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e de seus filhos revela uma prática semelhante ao esquema de caixinha de assessoria: funcionários do clã fizeram doações e prestaram serviços políticos para campanhas eleitorais dos Bolsonaro e, em alguns casos, os valores das contribuições ultrapassavam os próprios rendimentos de quem doava.

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