Elite saboreia chacota de Bolsonaro, com gargalhadas de Temer e Cia

Um vídeo com representantes da elite brasileira fazendo chacota de Bolsonaro está viralizando nas redes sociais nesta terça-feira, dia 14, revelando a verdadeira fase dos ricos do país.

O vídeo foi gravado após a realização das manifestações antidemocráticas, realizadas no dia 7 de setembro, em apoio ao presidente.

Entre os presentes destaca-se o ex-presidente Temer, que após a repercussão negativa e aumento do risco de abertura de impeachment do presidente, após as manifestações do dia da independência, atuou como bombeiro e pela segunda vez salvou a pele de Bolsonaro.

O imitador é André Marinho, filho do empresário Paulo Marinho, pré-candidato do PSDB ao governo do Rio. Também no vídeo aparece João Saad, presidente do grupo Band; o ex-prefeito de São Paulo e presidente do PSD, Gilberto Kassab, e ainda, o apresentador e diretor da GloboNews, Roberto D’Ávila.

‘Governo da Elite’ contempla mais uma categoria com aumento salarial

 

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Sérgio Moro (ministro da Justiça e Segurança) e Jair Bolsonaro (presidente da Republica)/Foto: Reprodução

Segundo informa a Coluna Painel nesta segunda-feira (6), a elite da Polícia Federal foi agraciada com aumento salarial, e tudo feito no caladinho. A medida adotada pelo ministro Moro (Justiça e Segurança), seria uma forma de acabar o descontamento da categoria com o ministro, após ser concedido o beneficio apenas à Polícia Rodoviária  Federal.

Haverá uma reestruturação de cargos e estabelece aumentos e gratificações. A Medida Provisória estabelece o aumento de um degrau para Superintendente Regionais no serviço público; Chefes de Cartórios e de núcleos de operações passarão a receber bônus.

“Universidade é para elite intelectual”, defende Ministro da Educação

 

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Presidente Jair Bolsonaro e Ricardo Vélez Rodríguez Ministro da Educação/Foto: Reprodução

O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, afirmou que “a ideia de universidade para todos não existe” e que devem ficar reservadas apenas à “elite intelectual”. Em entrevista ao Valor Econômico , Vélez defendeu que os jovens utilizem o ensino técnico, uma das bandeiras do presidente Jair Bolsonaro (PSL) durante a campanha.

“As universidades devem ficar reservadas para uma elite intelectual, que não é a mesma elite econômica [do País]”, afirmou Vélez, que afirmou buscar um modelo de educação parecido com o da Alemanha. Segundo o ministro da Educação , não há a possibilidade de cobrar mensalidade em universidades públicas, mas é “urgente” reequilibrar os orçamentos.

Vélez também defendeu que haja enxugamento no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que já havia sido iniciado pelo ex-presidente Michel Temer (MDB). Para ele, deve haver uma proximidade com o ensino técnico para que os jovens entrem mais rápido no mercado de trabalho, além de alteração em alguns pontos da reforma do Ensino Médio, aprovada por Temer no ano passado.

Para o ministro, os cursos técnicos trazem um retorno financeiro maior e mais rápido aos jovens do que a graduação e não faz sentido que um advogado estude por anos para “virar motorista de Uber”. “Nada contra o Uber, mas esse cidadão poderia ter evitado perder seis anos estudando legislação”, justificou.

Vélez ainda criticou o que chamou de “ideologia de gênero” nas escolas, que ensinam “menino a beijar menino e menina a beijar menina” e afirmou que a nova estratégia do MEC será “uma virada brusca” para atender municípios com apoio financeiro. “As pessoas chegaram até a escola, é hora de a escola chegar às pessoas”, afirmou.

A prioridade dos cem primeiros dias da gestão será o programa Alfabetização Acima de Tudo, que será comandado pelo secretário de alfabetização, Carlos Francisco Nadalim. Conhecido por suas posições conservadoras e um canal no Youtube onde faz críticas a educadores consagrados como Paulo Freire, ele garante que vai convocar uma conferência para ouvir especialistas de todas as vertentes em alfabetização.

ministro da Educação defendeu também defendeu as escolas cívico-militares, afirmou que o projeto é economicamente viável e disse que as escolas que quiserem aderir poderão manter seus projetos pedagógicos. “Exemplos já existentes mostram que basta meia dúzia de militares para que os traficantes parem de aliciar os jovens”, disse Vélez.

(Com informações do IG e Valor Econômico)