ISRAEL x HAMAS: Presidente de Israel disse ser fã de Lula

Em conversa entre o presidente Lula (PT) e o presidente de Israel, Isac Herzog, o chefe de Estado israelense fez duas declarações surpreendentes.

Segundo Lauro Jardim do O Globo, Herzog disse que ele e a esposa, Michal, são “fãs” de Lula, e ainda, que é socialista.

O presidente de Israel fala português e já morou em Brasília entre 1972 e 1975. O pai dele foi funcionário da embaixada de Israel.

Lula conversou por telefone com o presidente de Israel, Isaac Herzog, na quinta-feira, dia 12, nas redes sociais, Lula disse que agradeceu o apoio para a operação de retirada dos brasileiros de Israel, além de ter reiterado a condenação brasileira aos ataques promovidos pelo grupo Hamas, que o presidente classificou como atos terroristas. 

“Agradeci o apoio para a operação de retirada dos brasileiros que desejam retornar ao nosso país. Reafirmei a condenação brasileira aos ataques terroristas e nossa solidariedade com os familiares das vítimas (…) Não é possível que os inocentes sejam vítimas da insanidade daqueles que querem a guerra. Transmiti meu apelo por um corredor humanitário para que as pessoas que queiram sair da Faixa de Gaza pelo Egito tenham segurança. E que o Brasil está à disposição para tentar encontrar um caminho para a paz”, destacou Lula.

Israel x Hamas: Lula faz pede libertação de reféns e cessar-fogo

O presidente da república Lula (PT), fez um apelo ao Hamas e a Israel, nesta quarta-feira, dia 11, que estão em guerra a uma semana. O presidente do Brasil, pede a união com urgência a união de todas as nações para “pôr fim à mais grave violação aos direitos humanos no conflito no Oriente Médio”.

Lula demonstra na sua declaração, preocupação principalmente com as crianças.

CONFLITO EM ISRAEL: primeiro voo de repatriação e situação dos brasileiros

O governo brasileiro tem a satisfação de anunciar que, há poucos instantes, decolou de Tel Aviv, com 211 passageiros, o primeiro voo de repatriação de nacionais brasileiros, que deverá pousar em Brasília no início da madrugada de quarta-feira, dia 11.

Estão previstos mais cinco voos até o próximo domingo, 15 de outubro.

A Embaixada em Tel Aviv continua recebendo, por meio de formulário “online” (disponível em https://www.gov.br/mre/pt-br/embaixada-tel-aviv), os dados de brasileiros interessados em repatriação. Os candidatos à repatriação estão sendo acomodados em listas de prioridade. O Ministério das Relações Exteriores reitera a orientação no sentido de todos os nacionais que possuam passagens aéreas, ou condições de adquiri-las, embarquem em voos comerciais a partir do aeroporto Ben-Gurion, que continua a operar.

O Escritório de Representação em Ramalá segue em contato com os brasileiros na Faixa de Gaza e com as autoridades responsáveis na região. A Embaixada do Brasil no Cairo, por sua vez, segue em contato com as autoridades egípcias para verificar a viabilidade da passagem segura para o Egito dos nacionais interessados em serem retirados da Faixa de Gaza.


O Governo brasileiro reitera sua recomendação de se evitar quaisquer deslocamentos não essenciais para a região.

Os plantões consulares da Embaixada em Tel Aviv (+972 (54) 803 5858) e do Escritório de Representação em Ramala (+972 (59) 205 5510), com “Whatsapp”, permanecem em funcionamento para atender nacionais em emergência.

O plantão consular geral do Itamaraty também pode ser contatado por meio do telefone +55 (61) 98260-0610.

“Chocado com os ataques terroristas contra Israel”, diz Lula

O presidente Lula, reagiu com espanto aos ataques terroristas, neste sábado, dia 7, contra civis israelenses, realizados pelo Grupo Hamas que assumiu a autoria. De acordo com Lula, o “Brasil não poupará esforços para evitar a escalada de conflitos”.

As últimas informações que 298 israelenses e palestinos teriam morridos nos ataques até o momento.

Em pronunciamento oficial, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, anunciou que o país está em guerra.

“Estamos em guerra e venceremos (…) “O inimigo pagará um preço que nunca conheceu”, afirmou Netanyhu.

“Debate exige prudência, seriedade, responsabilidade. E respeito às leis”, Dino sobre Segurança

O Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, reagiu neste domingo, dia 1º, através das redes sócias, às críticas e ataques que está sofrendo da oposição ao governo Lula, e ainda, de setores da Imprensa a respeito da violência em algumas regiões do país, com destaque para os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, este último governado pelo PT, partido do presidente da república.

“…Debate sobre Segurança Pública exige prudência, seriedade, responsabilidade. E respeito às leis. Creio que injustos ataques políticos e extremismos mobilizam “torcidas”, mas não resolvem problemas (…) Claro que não concordamos com teses que nos parecem absurdas, a exemplo da que busca “federalizar” toda a Segurança Pública em um país do tamanho do Brasil (…) A verdade é que somente com DIÁLOGO FEDERATIVO – como temos feito fortemente – se consegue executar a Política Nacional de Segurança Pública, em vigor desde 2018, com a Lei 13.675 (…) Outra tese estranha é a de culpar as polícias em face do avanço das organizações criminosas nas últimas décadas. É injusto e não é construtivo (…) Alguns resultados positivos já se verificam, em poucos meses de trabalho (…) sugiro comparar com outros momentos do Ministério da Justiça, onde criminosos lá habitavam ou eram lá protegidos…”, destaca Flávio Dino.

O ministro Flávio Dino é de longe, entre os membros do primeiro escalão do governo Lula, o alvo preferencial da oposição bolsonarista e a extrema-direita no país. Sua atuação no Ministério da Justiça, e como tem enfrentado seus opositores e do governo, apenas tem acirrado mais os ataques.

Porém, nas últimas semanas, após o nome de Flávio Dino aparecer como favorito para vaga da ministra Rosa Weber, no STF, os ataques se intensificaram ainda mais.

1. Debate sobre Segurança Pública exige prudência, seriedade, responsabilidade. E respeito às leis. Creio que injustos ataques políticos e extremismos mobilizam “torcidas”, mas não resolvem problemas. Tenho a maior atenção com sugestões dos que se declaram especialistas em Segurança Pública. Confio tanto neles que temos dezenas de especialistas na nossa equipe no Ministério da Justiça. Gente que estuda o tema ou é profissional da área há décadas.

2. Claro que não concordamos com teses que nos parecem absurdas, a exemplo da que busca “federalizar” toda a Segurança Pública em um país do tamanho do Brasil. Ademais, seria inconstitucional, à luz do artigo 144 da Carta Magna. Segundo tais “especialistas”, o Governo Federal pode ultrapassar suas competências constitucionais e impor políticas aos governadores, embora ninguém diga como isso funcionaria.

3. A verdade é que somente com DIÁLOGO FEDERATIVO – como temos feito fortemente – se consegue executar a Política Nacional de Segurança Pública, em vigor desde 2018, com a Lei 13.675. Sim, o Brasil tem uma Política Nacional que estamos executando desde janeiro, embora alguns ignorem fatos e dados objetivos. Por exemplo, os vários Planos e Programas que lançamos em 2023 foram antecedidos de consultas aos Estados. Eu mesmo visitei, até agora, 21 Estados, fazendo entregas de equipamentos e liberando recursos para a Segurança.

4. Outra tese estranha é a de culpar as polícias em face do avanço das organizações criminosas nas últimas décadas. É injusto e não é construtivo. Como fazer Segurança Pública sem as polícias ? Ou contra as polícias ? No atual momento, com o rumo certo que temos adotado, o desafio é de IMPLEMENTAÇÃO, que demanda pés no chão, serenidade e tempo.

5. Alguns resultados positivos já se verificam, em poucos meses de trabalho: Redução do armamentismo desenfreado; Recorde de operações integradas com os estados; Estruturação, em todos os estados, das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCO); Agilização dos repasses do Fundo Nacional de Segurança Pública; Forte contenção do desmatamento criminoso na Amazônia; Fim do mau uso da Polícia Federal para espetáculos ou perseguições; Recorde de bloqueio de bens das quadrilhas; Punições aos maus policiais (na esfera federal, que nos cabe); Aplicação da lei contra graves crimes relativos ao Estado Democrático de Direito, em históricas investigações; Desmonte de garimpos ilegais e das cadeias de lavagem de dinheiro; Entrega de 600 viaturas para os estados, especialmente para proteção às mulheres; Editais do PRONASCI; Apoio a vítimas de violência; Ajuda a estados que atravessam crises nos seus sistemas penitenciário ou de segurança.

6. Para melhor aquilatar o que isso significa, sugiro comparar com outros momentos do Ministério da Justiça, onde criminosos lá habitavam ou eram lá protegidos. E estamos apenas começando, empunhando sempre a bandeira da Justiça e o escudo da Verdade.

STF: “Dino, Messias e Dantas são excelentes nomes”, diz Barroso.

Empossado ontem na presidência do STF, o ministro Roberto Barroso, durante entrevista coletiva, nesta sexta-feira, dia 29, disse que para além da prerrogativa da indicação ao STF ser do presidente da república, defende a ‘feminilização’ geral dos tribunais.

O ministro Roberto Barroso, comentou ainda sobre os três nomes mais cotados, para substituir a ministra aposentada Rosa Weber, no STF.

“…Flávio Dino, Jorge Messias e Bruno Dantas são excelentes nomes do ponto de vista da qualificação técnica e idônea…”, destacou Barroso.

Clima entre Dino, Messias e Dantas candidatos ao STF

Durante a solenidade de posse do ministro Roberto Barroso, na presidência do STF, nesta quinta-feira, dia 28, chamou atenção o clima entre fortes candidatos à vaga da ministra Rosa Weber, no STF.

Com cotação em alta para indicação do presidente Lula para STF: os ministro Flávio Dino (Justiça e Segurança), Bruno Dantas (Tribunal de Contas da União) e José Messias (Advogacia Geral da União).

PRESIDÊNCIA DO STF: Barroso agradece Dilma e Lula

O ministro do STF, Luis Roberto Barroso, durante seu discurso de posse na presidência do STF, nesta quinta-feira, dia 28, gradeceu à ex-presidente Dilma Rousseff, que o indicou aos STF, e ao presidente Lula, que compareceu à solenidade de posse na presidência da Suprema Corte, à véspera de uma cirurgia.

Barroso e Fachin comandam o STF, a partir desta quinta, dia 28