Lula agradece Rodrigo Maia e líderes por ajudarem impedir sua transferência

 

Ex-presidente Lula faz um discurso - Brasília(DF), 12/01/2017
Foto: Reprodução

Lula agradeceu através de uma carta ao presidente da Câmara Federal Rodrigo Maia (DEM-RJ) e mais dezenas de líderes no Congresso que se posicionaram e mobilizaram contra sua transferência de Curitiba para São Paulo.

O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou por 10 a 1 no último dia 07/08/2019, a transferência de Lula para um presidio comum em São paulo, determinado pela Justiça Federal em Curitiba.

Carta de Lula

“Objetivo de transferir Lula para São Paulo era para tripudiar e humilhá-lo” disse Weverton

 

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Senador Weverton (PDT-MA)/Foto: Reprodução

O senador Weverton  (PDT-MA) bateu forte na 12ª Vara de Curitiba que determinou a transferência de Lula para o presídio de Tremembé, em São Paulo. Para o parlamentar maranhense o objetivo da medida foi tripudiar e humilhar Lula.

‘Agora tem que humilhá-lo, agora tem que expô-lo mesmo, porque melhor ele estar morto para não ser uma ameaça para um projeto de poder futuro’ disse o senador.

O Supremo Tribunal Federal por 10 votos a 1 suspendeu a transferência de Lula.

Flávio Dino diz a João Doria que atitude não é subserviência

 

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Governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB)/Foto: Reprodução

Em matéria publicada nesta sexta-feira (14), na Folha de SP, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), ao falar sobre a Reforma da Previdência criticou os governadores do Nordeste. Para Doria, faltou ‘atitude’ aos governadores nordestinos para incluir Estados e Municípios na Reforma.

Mas, como recomenda a boa sabedoria popular ‘quem diz o que quer ouve o que não quer’. Para Dino, ao contrário que pensa o governador do estado mais rico da federação, a atitude dos governadores evitou graves retrocessos e prejuízo, principalmente aos mais pobres.

“Governador Doria, diz que falta “atitude” aos governadores do Nordeste. Se atitude significa ser subserviente, não é realmente o nosso caso. Nossa atitude tem evitado graves retrocessos, em temas como BPC, aposentadoria rural, capitalização, desconstitucionalização”, respondeu Flávio Dino.

O governador do Maranhão, um dos opositores e críticos mais fortes do governo Bolsonaro, disse que respeita as ‘atitudes’ e escolhas ideológicas de João Doria’, mas ele precisa respeitar as dos governadores do Nordeste.

“Claro que respeitamos as “atitudes” do governador de São Paulo. São escolhas ideológicas e ele que responda por elas. Mas certamente ele não tem o direito de reclamar idênticas “atitudes” de quem deseja preservar direitos sociais dos mais pobres”, completou Dino.

Por fim, Flávio Dino, disse que manterá a opção pelo diálogo como sempre fez, mas sem abdicar dos seus princípios.

“De minha parte, mantenho a mesma conduta desde sempre: diálogo com todos, mas sem abrir mão de princípios. Princípios estes que são diferentes dos adotados pelo governador Doria. Diferenças normais em um regime democrático, e por isso têm todo meu respeito”, concluiu o governador do Maranhão.

Morre aos 85 anos, Zé Vieira, ex-prefeito da cidade de Bacabal

 

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Morreu nesta terça-feira (19), o ex-prefeito de Bacabal, Zé Vieira, 85 anos. Mesmo estando sem mandato e com idade avançada, ele era ainda uma das maiores lideranças políticas da Região do Médio Mearim.

Zé Vieira que também foi deputado federal estava a mais de uma semana internado no Hospital Sírio Libanês em São Paulo, onde veio falecer.

Diplomação em SP e MG foram marcadas por agressões físicas e verbais

 

Em São Paulo, uma confusão protagonizada pelo ator-porno e deputado eleito Alexandre Frota, com militantes e políticos de esquerda foi o destaque da cerimonia de diplomação. Só faltou socos e pontapés, mas sobraram agressões verbais e empurrões para todo gosto.

A pacificação política no Brasil não foi alcançado com o resultado das urnas em 2018. Ao contrário, acirrou o ódio registrado antes, durante o depois do pleito. Difícil acreditar que após a posse do presidente  Bolsonaro, em 1º de janeiro de 2019, isso venha ocorrer.

É provável que iremos viver um dos momentos políticos e sociais mais hostis da nossa história republicana.

No Estado de Minas Gerais, para deleite da plateia formada em sua maioria por familiares, amigos e correligionários as agressões na cerimonia chegou às vias de fato. Os deputados federais Cabo Junio Amaral (PSL), e Rogerio Correa (PT), se agrediram fisicamente. Trocaram socos e tapas literalmente.