“merece Prêmio Nobel.., ou é o maior escândalo judicial do mundo”, Gilmar sobre diálogos na Lava Jato.

O ministro Gilmar Mendes, do STFl, afirmou em voto proferido nesta terça-feira (9), durante julgamento da Segunda Turma, que ou os diálogos da Lava Jato “são ficcionais e merecem o Prêmio Nobel de literatura, ou é o maior escândalo judicial do mundo”.

“Ou nós estamos diante de uma obra ficcional fantástica, ou estamos diante de um caso extravagante, que o colunista do The New York Times tem razão de dizer: é o maior escândalo judicial da História da Humanidade”, declarou Gilmar, em referência a artigo publicado hoje no The New York Times.

Votaram a favor do compartilhamento das conversas da Lava Jato, com diálogos comprometedores entre o ex-juiz Sérgio Moro e procudadores da Força Tarefa, em conluiou contra o ex-presidente Lula: Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Kassio Nunes Marques e Cármen Lúcia. O único voto contrário foi do ministro Luiz Fachin. (brasil 247)

Parcialidade de Moro e Dallagnol na Lava Jato próximo de ser provada

247 – A defesa do ex-presidente Lula já tem elementos para demonstrar a parcialidade do ex-juiz Sergio Moro e do procurador Deltan Dallagnol na Lava Jato.

Os diálogos  que fazem parte da Operação Spoofing comprovam que Moro orientou a acusação, o que é proibido por lei, e que a equipe de Dallagnol manteve conversas clandestinas com autoridades dos Estados Unidos e da Suíça – o que também é ilegal.

Trechos das conversas foram publicados, nesta noite, em reportagem da revista Veja.

O ministro do STF, Ricardo Lewandowski, determinou nesta quinta-feira, 28, sigilo sobre a ação em que a defesa do ex-presidente Lula conseguiu acesso às mensagens da Lava Jato, vazadas por hackeres, alvos da Operação Spoofing.

O ministro atendeu pedido da defesa do ex-presidente “por haver no material conteúdo considerado sigiloso”.

Ministros do STF estranham medo da entrega das mensagens da Vaza Jato para Lula

A coluna da jornalista Mônica Bergamo na Folha de SP , desta quinta-feira, dia 28, informa que ministros do STF estão surpresos com o pedido do procurador Deltan Dallagnol para que o ex-presidente Lula não tenha acesso às conversas da Vaza Jato, que podem inocentá-lo e demonstrar que foi alvo de perseguição política.

“Na semana passada, o ministro Ricardo Lewandowski determinou a entrega imediata do material a Lula, que pretende usar as mensagens como prova de que sofreu perseguição da Lava Jato. Os procuradores pedem que o ministro reconsidere a decisão —e, em caso negativo, que encaminhe o caso ao plenário do Supremo (..) O pedido, assinado também por procuradores como Januário Paludo e Laura Tessler, causou estranheza entre magistrados: quando comandavam a Lava Jato, os operadores divulgaram mensagens de investigados —e até mesmo conversas privadas da ex-primeira-dama Marisa Letícia com os filhos dela e de Lula. A resistência levantou entre ministros também a percepção de que, embora boa parte das mensagens já tenha vindo a público, a íntegra do conteúdo preocupa os procuradores”, pontua a jornalista.

(Brasil 247)

Ministro do STF autoriza à defesa de Lula acesso a mensagens da Vaza Jato

O ministro do STF, Ricardo Lewandowski, autorizou nesta segunda-feira (28), o compartilhamento com a defesa do ex-presidente Lula, das mensagens apreendidas e divulgadas pela ‘Vaza Jato’.

O acesso às informações terá prazo de 10 dias e sob a supervisão da Polícia Federal.

“… tendo em conta o direito constitucional à ampla defesa, defiro, por enquanto, sem prejuízo de providências ulteriores (..) ”, afirmou Lewandowski.

As mensagens são aquelas trocadas entre procuradores da Lava Jato e o ex-juiz Sérgio Moro, que após deixar a magistratura, se tornou ministro do governo Bolsonaro.

Com a decisão de Lewandowski, a defesa de Lula poderá usar as mensagens para provar a parcialidade contra o ex-presidente, nos processos que resultaram em sua prisão e retirada da disputa em 2018.

Ex-juiz Sérgio Moro alterou padrão de atuação ao divulgar áudios de Lula

 

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Ex-juiz e ministro da Justiça Sérgio Moro/Foto: Reprodução

O ex-juiz e atual ministro da Justiça Sérgio Moro, mudou seu padrão na divulgação de áudios em relação a Lula. É o que está revelando neste domingo (24) mais uma publicação do The Intercept dentro da serie de reportagem da Vaza Jato, em parceria com a Folha de S.Paulo.

“um levantamento feito pela Operação Lava Jato em 2016 e nunca divulgado põe em xeque a justificativa apresentada pelo ministro Sérgio Moro quando era o juiz do caso e mandou retirar o sigilo das investigações sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)”.

Na oportunidade, Moro declarou que somente havia seguido o padrão estabelecido pela Lava Jato, assegurando total publicidade aos processos que conduzia e a informações de interesse para a sociedade. No entanto, um levantamento realizado pela força-tarefa da operação em Curitiba indicou que a prática adotada no caso de Lula foi diferente de outras ações semelhantes.

“O levantamento da Lava Jato, que analisou documentos de oito investigações em que também houve escutas telefônicas, indicou que somente no caso do ex-presidente os áudios dos telefonemas grampeados foram anexados aos autos e o processo foi liberado ao público sem nenhum grau de sigilo. Nos outros exemplos encontrados pela força-tarefa, todos extraídos de ações policiais supervisionadas por Moro na Lava Jato, o levantamento do sigilo foi restrito”, diz a reportagem.

Outro detalhe revelado pela Vaza Jato é que o chefe da força-tarefa, Deltan Dallagnol, mentiu e manipulou o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Dallagnol disse a ele que era padrão de Sérgio Moro liberar o sigilo das gravações.

“é um dos fatos apontados pelo habeas corpus que a defesa de Lula apresentou ao STF para questionar a imparcialidade e Moro como juiz nas ações em que o petista foi condenado. O ex-presidente pede que o tribunal declare a suspeição de Moro e anule os processos contra ele”, acrescente a matéria.

“Quero ver Moro se segurar na cadeira”, editor do Intercept sobre novas publicações

 

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Foto: Reprodução

Folha Impacto – O jornalista Glenn Greenwald, editor do site Intercept que vem fazendo revelações na série de reportagens da Vaza Jato, que mostram tramas do ex-juiz Sérgio Moro e Deltan Dallagnol à frente da Lava Jato, afirmou em entrevista à rádio Guaíba, de Porto Alegre, que as próximas publicações serão um teste de resistência a Sérgio Moro.

“quero ver Moro se segurar na cadeira depois das próximas revelações”, disse Glenn.

A afirmação foi uma resposta à entrevista de Sérgio Moro a um dos jornalistas de confiança da Operação Lava Jato, Fausto Macedo, do jornal O Estado de S. Paulo. Na entrevista, publicada sexta-feira (15), Moro desafiou a Vaza Jato e disse que não vai renunciar.

“Se quiserem publicar tudo, publiquem. Não tem problema”.

Afinal Lula sai ou não da prisão?..

 

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É grande a expectativa para saber como terminará a polêmica sobre a progressa da prisão do ex-presidente Lula que está preso em Curitiba. De acordo com a Lei, ele já tem direito ao beneficio, mas se recusa sair nas condições que pretende a Lava Jato.

Lula se considera inocente e vitima de armação e perseguição política.

Lula chama Sérgio Moro e Deltan Dallagnol de chefes de quadrilha

 

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Foto: Reprodução

Mais uma entrevista com o ex-presidente Lula que ainda está preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba será exibida no Youtube nesta quinta-feira (19), às 21h. A entrevista foi concedida à Revista Fórum e o Operamundi. 

Entre os vários temas Lula falou sobre as revelações da Vaza Jato. Para ele, os indícios de praticas ilegais denunciados pelo The Intercept Brasil prova o que sua defesa já vinha denunciando em relação a conduta do ex-juiz da Lava Jato e Deltan Dallagnol, para os dois são ‘chefes de quadrilha’.

 

Glenn Greenwald do site The Intercept Brasil será homenageado no Maranhão

 

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Jornalista Glenn Grennwald e o deputado estadual Zé Inácio/Foto: Reprodução

O jornalista norte-americano Glenn Greenwald editor do site The Intercept Brasil será homenageado  na Assembleia Legislativa do Maranhão, com a medalha ‘Manuel Beckman’, maior honraria do Parlamento Maranhense.

O autor do requerimento aprovado nesta quarta-feira (18), na Assembleia Legisltativa, é o deputado Zé Inácio (PT). O jornalista será homenageado pelo trabalho jornalístico que em parceria com outros meios de comunicação estão revelando os bastidores da Operação Lava Jato, através da série de reportagens chamada de VazaJato.

O deputado Zé Inácio festejou nas redes sociais a aprovação do seu requerimento.

“A Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou na manhã de hoje a concessão da ‘Medalha Manuel Beckman’ ao jornalista Glenn Greenwald, proposição de minha autoria. Homenagear Glenn é reconhecer sua grande contribuição ao Estado Democrático de Direito através do jornalismo investigativo”, comemorou Zé Inácio.

Jornalista de direita é aplaudido ao dizer que ‘não há provas contra Lula’

 

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Foto: Reprodução

247 – O jornalista Reinaldo Azevedo, um dos principais líderes de opinião pelo golpe de Estado contra Dilma Roussef e que rompeu com o bolsonarismo, foi ovacionado no ato em defesa da liberdade de imprensa na noite desta segunda-feira (9) no Salão Nobre da Faculdade de Direito da USP, no largo São Francisco, região central de São Paulo.

Lotado, o auditório veio abaixo quando o nome dele foi anunciado: “não há provas contra Lula”, exclamou. Assista ao discurso dele no fim.