Weverton chama de ‘injusto’ veto de indenização a profissionais de saúde

 

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Foto: Reprodução

O pagamento de indenização para familiares de profissionais de saúde que morreram ou ficaram incapacitatos por causa da Covid-19 enquanto atuavam no combate à doença, foi vetado nesta terça-feira (4), pelo presidente Jair Bolsonar.

O senador Weverton (PDT-MA), lamentou o veto por reconhecer a importãncia desses profissionais no enfrentamneto à pandemia do coronavírus. Nas redes sociais o parlamentar classificou a decisão como ‘injusta’ e disse que lutará para derrubar o veto.

A decisão do governo publicado hoje no Diário Oficial da União, diz que reconhece a ‘boa intenção’, mas a indenização “contraria ao interesse público sendo tabém inconstitucionalidade.” Aqui a publicação do veto

Othelino acompanha início de obras de pavimentação em Imperatriz

 

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O deputado Othelino Neto (PCdoB), presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, acompanhou, nesta segunda-feira (3), em Imperatriz, o lançamento e início das obras de pavimentação asfáltica na cidade.

Estiveram presentes os deputados Professor Marco Aurélio (PCdoB) e Rildo Amaral (Solidariedade), autores de emendas destinadas para as obras, que também contou com recursos do Governo do Estado

Juntos com o secretário de Estado da Infraestrutura (Sinfra), Clayton Noleto, percorreram as principais ruas do bairro, onde serão executados os serviços de asfaltamento, no Jardim Tropical.

TRE-TO reprova contas do ‘pai’ da Lei da Ficha Limp

 

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Marlon Reis ficou em terceiro lugar na eleição para o governo de Tocantins/Foto: Reprodução

O Pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Tocantins reprovou a prestação de contas da campanha de Marlon Jacinto Reis (Rede Sustentabilidade) e José Geraldo de Melo Oliveira (PTB), candidatos, respectivamente, a governador e vice-governador do Estado nas eleições de 2018.

O ex-juiz Marlon Reis é considerado o “pai” da Lei da Ficha Limpa, promulgada em 2010, que torna inelegível por oito anos o candidato que tiver o mandato cassado, renunciar para evitar a cassação ou for condenado por órgão colegiado. Ele foi relator da lei.

Todos os integrantes do Pleno acompanharam o voto da relatora do processo, a juíza Ângela Issa Haonat. Ela afirmou que irregularidades graves comprometeram a confiabilidade e a transparência das contas dos candidatos, entre elas a ausência de documentos na prestação de contas final, relativos à assunção de dívidas pelo partido político, e a incompatibilidade entre a variação dos saldos da prestação de contas retificadora e a prestação anteriormente recebida pela Justiça Eleitoral.

Além disso, a juíza relatora apontou a existência de uma dívida de campanha no valor de R$ 751.898,32, sem indicação da fonte dos recursos que serão utilizados para a quitação do débito. Outro problema: para R$ 705.293,24 desse total não constam qualquer acordo expressamente formalizado pelo partido e o cronograma de pagamento e quitação que não ultrapasse o prazo fixado para a prestação de contas da eleição subsequente para o mesmo cargo.

“Assim, tendo em vista as falhas referentes aos itens 1.2.2, 1.4 e 6 do parecer conclusivo, que, examinadas em conjunto, comprometem a confiabilidade e a transparência das contas, configurando irregularidades graves, a desaprovação das contas é medida que se impõe”, escreveu Ângela Issa Haonat em seu relatório.

Marlon Reis e José Geraldo Oliveira ficaram em terceiro lugar na eleição de 2018, com 47.046 votos (6,68% do total). O atual governador de Tocantins, Mauro Carlesse, reelegeu-se com 404.484 votos (57,39%). (Assessoria de imprensa do TRE-TO).

Clique aqui para ler a decisão

Maranhão é o melhor no combate à Covid-19 no Brasil

 

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O Maranhão é o primeiro no índice de melhor desempenho no combate à Covid-19, segundo pesquisa nacional divulgada pelo Centro de Liderança Pública (CLP).

O estudo avaliou as 27 unidades federativas do Brasil. A pesquisa foi encerrada em 28 de julho. O estado do Maranhão atingiu a nota 25,31.

A pesquisa adotou nove critério de avaliação: proporção de casos confirmados, evolução logarítmica de casos e porcentual de mortalidade da Covid-19 e de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG); as notas de transparência do combate à Covid-19 elaboradas pela Open Knowledge Brasil, bem como dados de isolamento social do Google.

Quanto maior a nota final, pior é o desempenho no enfrentamento à pandemia. O Distrito Federal apresentou pior desempenho e lidera o ranking da pesquisa.

Governo Bolsonaro já foi denunciado 680 por assédio moral

 

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Presidente Jair Bolsonaro e a ministra Damares Alves, Mulher, Família e Direitos Humanos/Foto: Reprodução

O governo Bolsonaro está se destacando em mais um aspecto negativo, segundo a Controladoria-Geral da União (CGU), já foram realizadas 680 denúncias de assédio moral, em várias pastas do govenro.

De acordo com os dados a média chega a mais de uma denúncia por dia. Até a Polícia Federal e a CGU estão na lista.

A pasta comandada por Damares Alves, Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, é a campeã. Em seguida aparecem os ministérios da Educação, Saúde e Economia.

As denucias em sua maioria são de discriminação, constrangimentos, perseguição a esquerdistas e ameaças de exoneração.

Projeto de Lei poderá impedir candidatura de Sérgio Moro à Presidência

 

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Sérgio Moro, ex-juiz da Lava Jato e ministro de Bolsonaro/ Foto: Jorge William / Agência O Globo)

Sérgio Moro, ex-juiz da Lava Jato e ministro de Bolsonaro, e agora pré-candidato à Presidência, em 2022, está no centro de dois projetos de Lei na Camara Federal, que estabelece quarentena para ex-magistrados e membros do MP possam se candidarem a cargos eletivos.

Um garante a não-retroatividade, mas outro deixa a questão em aberto

Os deputados federais Fábio Trad (PSD-MS) e Beto Pereira (PSDB-MS), ambos autores de projetos de lei que propõem quarentena política a magistrados e membros do Ministério Público, divergem sobre possibilidade de a proposta atingir o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro, possível candidato à Presidência da República, em 2022.

Enquanto Trad é enfático ao dizer que seu texto não retroage — ou seja, não alcança quem já deixou a magistratura, como é o caso do ex-juiz da Lava-Jato em Curitiba —, Beto afirma que, no âmbito do seu PL, a questão fica em aberto e deverá ser discutida pelos parlamentares.

A divergência mostra que matéria suscitará amplo debate.

Nesta seman a quarentena ficou evidênciado após o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, defender a exigência de um período de oito anos de inelegibilidade para ex-juízes que se candidatem a cargo eletivo público — atualmente o prazo é de seis meses.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu a proposta e disse que o assunto deve avançar nos próximos meses na Casa. (Correio Braziliense)