Emendas de Raimundo Penha reforça Guarda Municipal de SL

 

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Secretário Municipal de Segurança, Heryco Oliveira Coqueiro, e o vereador Raimundo Penha (PDT)/Foto: Reprodução

A Guarda Municipal de São Luís receberá em breve cinco novas motos que reforçarão o patrulhamento e trabalho da entidade na capital maranhense. A aquisição de dois desses veículos é resultado de emendas parlamentares do vereador Raimundo Penha (PDT), que vem se destacando em várias frentes, sendo a Segurança uma delas e com resultados práticos.

Nesta segunda-feira (14), Raimundo Penha se reuniu com o Secretário Municipal de Segurança com Cidadania, Heryco Oliveira Coqueiro, para discutir ações para o setor de segurança quando foi informado da aquisição dos veículos e demonstrou satisfação com a noticia.

“Muito feliz em receber esta notícia. As motos irão ajudar no trabalho da Guarda Municipal e fortalecer ações de segurança direcionadas à população, principalmente na região central de São Luís.”, disse Penha.

O trabalho e contribuição do vereador Raimundo Penha para o setor de Segurança, não se limita apenas à Gurda Municipal de São Luís. Em dezembro último, uma viatura entregue ao 1º Batalhão na área Itaqui-Bacanga, pelo vereador e o Comandante Geral da PM, cel. Jorge Luongo, para o Serviço de Ronda Escolar, foi adquirida pela prefeitura de São Luís através de emenda do pedetista.

‘Objetivo do governo Bolsonaro é apenas destruir adversários e o PT’

 

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Foto: Adriano Machado

Painel/Folha de SP

Água morro acima O ex-presidente Lula disse estar preocupado com os rumos da oposição durante a gestão de Jair Bolsonaro. Ele falou sobre o assunto na conversa que teve com a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e com a ex-presidente Dilma Rousseff, quinta-feira (3), na carceragem da PF.

Sinal fechado para nós Segundo relatos, o petista fez a avaliação de que, diferentemente de todos os outros desde a redemocratização, Bolsonaro não foi eleito para governar, mas sim para destruir adversários políticos, em especial o PT e seu legado.

Vai tu mesmo Às duas aliadas, Lula também disse acreditar que Bolsonaro vai endurecer o discurso de combate à corrupção na política e de criminalização da esquerda para “preencher o vazio” de sua gestão, caso não consiga avançar na pauta econômica nos primeiros meses.

 

No Brasil 61% são contra privatizações e 57% contra reforma trabalhistas

 

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Presidente Bolsonaro e o ministro da Economia Paulo Guedes/Foto: Reprodução

Definitivamente 2019 não começou favorável para as pretensões do governo Bolsonaro. Como se não bastasse o inicio conturbado do novo governo, uma pesquisa do DataFolha divulgada neste sábado (5), trouxe dados que são um ‘balde de água gelada’ para as pretensões prioritárias do Presidente Jair Bolsonaro e seu poderoso Ministro da Economia, Paulo Guedes.

Segundo a pesquisa, 61% dos brasileiros são contra privatizações e 57% contra redução das leis trabalhistas, dois dos desejos mais profundos do governo Bolsonaro, e particularmente do presidente e seu ministro da economia, além dos simpáticos ao liberalismo no país.

Aos entrevistados foi perguntado se concordavam com a privatização do maior número possível de estatais como deseja o ministro Paulo Guedes, 44% foram enfáticos ao dizer que discordam e 17% discordaram em parte, 19% disseram concordar completamente e 15% concordam parcialmente. Já 5% não souberam ou quiseram responder, o 1% restante não concorda nem discorda.

A maioria que apoiam as privatizações, segundo o DataFolha, são homens e pessoas mais ricas e curso superior; as mulheres são os que mais discordam, com escolaridade média e os mais pobres.

Quanto a mudanças na legislação Trabalhista os números também não são nada animadores para parte prioritária da agenda do governo Bolsonaro. 57% são contra a medida; 43% discordam totalmente e 14% parcialmente. Já 22% concordam totalmente e 17% parcialmente. 5% não souberam ou quiseram responder.

Os mais favoráveis à redução nas leis trabalhistas são homens e mais ricos. Os menos favoráveis são pobres e mulheres.

O Datafolha ouviu 2077 pessoas em 130 cidades entre 18 e 19 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.