Corpo do advogado Jaime Pereira é encontrado em Balsas

O corpo do advogado Jaime Pereira, 33 anos, foi encontrado na manhã desta segunda-feira, dia 13, dentro do mato próximo ao povoado Jenipapo, na região de Balsas, ele estava desaparecido desde sexta-feira, dia 10.

Jaime foi visto pela última vez em uma loja no centro de Balsas, onde ele morava. De acordo com os familiares, ele morava sozinho, tentaram entrar em contato mas perceberem que seu celular estava sem conexão.

A polícia encontrou vestígios de sangue na casa dele, que havia comprado recentemente.

Câmeras de segurança dos vizinhos apontaram um suspeito do crime, que já foi detido nesta manhã.

O corpo, encontrado enrolado em lençol já em estado de decomposição, foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), para necropsia. (O Imparcial)

Rildo Amaral critica condenação de policial militar de Imperatriz por homicídio

 

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deputado estadual, Rildo Amaral (Solidariedade)/Foto: Reprodução

O deputado Rildo Amaral, nesta terça-feira (11), na Assembleia legislativa do Maranhão, criticou duramente a condenação do policial militar Dauvane Sousa Silva, pela morte de Flávio da Conceição, ocorrido no dia 30 de agosto de 2012, na cidade de Imperatriz.

O julgamento foi concluído no final da noite de ontem, segunda-feira (10), no Fórum Desembargador Sarney Costa, na capital maranhense. O policial Dauvane cumprirá uma pena de 16 anos e seis meses. O deputado Rildo considerou injusto o resultado e a mudança de comarca para o juri.

Para Rildo Amaral, o Ministério Público ao conseguir a transferência do julgamento prejudicou a defesa do policial. De acordo com ele, se o julgamento tivesse acontecido em Imperatriz, onde o policial é muito querido, teria sido absolvido por unanimidade.

“O desaforamento aconteceu porque, segundo o Ministério Público, a sociedade de Imperatriz o tinha como muito querido, tanto que veio uma comitiva da cidade para acompanhar o julgamento em São Luís”, protestou Rildo Amaral.

O parlamentar também questionou às circunstância em que o caso aconteceu, que teria sido durante uma troca de tiros, até então não muito esclarecida. Para Rildo Amaral, a população de São Luís teve oportunidade de apoiar a ação do estado contra a violência e não fez, se referindo as “constantes reclamações da população por falta de Segurança e uma ação mais forte da polícia, condena um policial.”

No mesmo julgamento, o policial Helenilson Pereira Borges, acusado de participar do crime foi absolvido. O julgamento foi presidido pelo juiz, José Ribamar Goulart Heluy Junior. Na acusação atuou o Promotor de Justiça, Rodolfo Reis; e na defesa o advogado Oziel Vieira.