“a certeza é que a democracia perde”, Lula sobre atentado nos EUA

O presidente Lula (PT), voltou a falar nesta segunda-feira, dia 15, sobre o atentado Donald Trump, ocorrido no final de semana nos EUA. O presidente brasileiro demonstrou preocupação com a violência na política e ameaça à democracia.

Lula cobra sobre o foco do debate após o ocorrido que, segundo ele, deveria ser a defesa da democracia, e não “quem ganha ou perde com isso”.

Camarão volta a assumir governo do MA entre 23 a 31 de julho

O vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão (PT), volta assumir o poder Executivo Estradual, nos proximos dias 23 a 31, quando o governador Carlos Brandão estará participaando da 46ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, em Nova Deli, na Índia.

O evento é organizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

O governador maranhense acompanhará a disputa do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses pela conquista do título de Patrimônio Natural da Humanidade.

PT de Lula é mais simpático que o PL de Bolsonaro aos brasileiros

Do O Globo

Pesquisa feita pelo Instituto da Democracia (IDDC-INCT), mostra que PT e PL polarizam entre partidos mais simpáticos aos eleitores brasileiros. Três em cada quatro entrevistados não têm quaisquer preferências partidárias.

O levantamento é financiado pelo CNPq, Capes e Fapemig. O IDDC-INCT reúne pesquisadores das universidades UFMG, Unicamp, UnB e Uerj.

Entre a faixa minoritária que diz simpatizar com alguma, o PT do presidente de Lula tem 52% da preferência, enquanto o PL de Jair Bolsonro aparece com 23%. Na terceira posição, está o MDB, que elegeu em 2020 o maior número de prefeitos no país, com 4% grupo.

O levantamento também mostram que há mais brasileiros que tem antipatia por partidos políticos, que simpáticos.

Pesquisa 'A Cara da Democracia', edição de 2024 — Foto: Editoria de Arte

“O que vimos hoje é inaceitável”, Lula sobre atentado a Trump

Autoridades brasileiras se manifestaram sobre o atentado contra o ex-presidente Donald Trump, e candidato nas eleições presidenciais no EUA em novembro deste ano. O presidente do Brasil, Lula (PT), classificou o ocorrido de ‘inaceitável’.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que sofreu um ‘atendado’ durante a campanha eleitoral em 2018 no Brasil, também se manifestou nas redes sociais, desejou pronta recuperação ao ídolo Donald Trump, e ainda, disse que o verá na posse, se referindo às eleições dos EUA. Porém, o ex-presidente Bolsonaro só poderá participar da eventual posse de Trump, caso a justiça devolva seu passaporte retido por causa de investigações contra ele.

PESQUISA/QUEST: governo Lula tem 54% de aprovação

O terceiro governo do presidente Lula (PT), é aprovado por 54% dos eleitores e reprovado por 43%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, dia 10. Os que que não sabem ou não responderam somam 4%.

Em maio, os percentuais eram de 50% e 47%, idicando empate técnico dos indicadores.

A pesquisa ouviu 2 mil pessoas com 16 anos ou mais em 120 municípios entre os dias 5 e 8 de julho. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos. O intervalo de confiança é de 95%.

2/ Desempenho positivo foi puxado especialmente pela melhora entre quem tem renda familiar de até 2 salários: a aprovação foi de 62% para 69%, enquanto a desaprovação foi de 35% para 26%. Nos outros estratos de renda não houve variação significativa.

3/ A aprovação também melhorou entre as mulheres. No começo do ano, a diferença entre aprovação e desaprovação era de apenas 6 pontos; em julho, essa diferença triplicou e foi para 18 pontos. Entre os homens, permanece um empate técnico dentro da margem de erro.

4/ Entre os evangélicos, a aprovação do governo também melhorou. Em fev/24, a desaprovação era 27 pontos maior que a aprovação nesse segmento. Em jul/24, a diferença caiu para 10 pontos. A vantagem do governo Lula entre católicos continua alta, na média, estável em 60 x 40.

5/ Essa variação na aprovação não veio, contudo, do Nordeste, onde o governo permanece com aprovação média próxima dos 70%, nem do Sul. Variação parece ter sido no Sudeste, já que a desaprovação que era 7 pontos maior que a aprovação em mai/24, ficou do mesmo tamanho em jul/24.

6/ Embora seja impossível determinar uma única razão para o crescimento na aprovação do governo, a melhora na percepção da economia entre os mais pobres (diferença entre melhorou e piorou saiu de -1 para +13 entre fev e jul/24) sugere que uma parte da explicação possa estar ai.

7/ O que reforça essa tese é o fato de que a economia está perdendo protagonismo como o principal problema do país. De um ano pra cá, caiu de 31% para 21% quem afirma que a economia é o principal problema, enquanto passou de 10% para 19% quem acha que é a segurança, por exemplo.

8/ A maior presença de Lula no noticiário, com uma postura de enfrentamento e embate com o Banco Central e os juros também são relevantes nesta pesquisa. No total, 41% dos brasileiros souberam de alguma entrevista recente que Lula concedeu para rádios nas cidades que visitou.

9/ E a população concorda com as falas do Lula: salários deveriam subir acima da inflação (90%), juros no Brasil são muito altos (87%), carne consumida pelos mais pobres deveria ser isenta de impostos (84%) e o governo não deve satisfação ao mercado (67%).

10/ Outra forma de mostrar que as aparições de Lula têm provocado boa recepção por parte da maioria da sociedade, é que 66% concordam com as críticas de Lula à política de juros do Banco Central.

11/ Chama atenção que a população não atribui às falas do Lula ao aumento observado do dólar nas últimas semanas.

12/ Embora a população tampouco ‘compre’ totalmente a argumentação de que Campos Neto não usaria critérios técnicos na condução do Banco Central. Metade defende que ele é técnico nas decisões, a outra metade ou acredita que não, ou não sabe dizer.

13/ Este que é um tema, dentre os testados na pesquisa, que polariza o eleitorado brasileiro, colocando eleitores de Lula e Bolsonaro em posições opostas.

14/ A pesquisa mostra ainda que a maioria dos programas sociais do governo são conhecidos e aprovados. Farmácia Popular e Bolsa Família puxam a fila; o Novo PAC e o Acredita ainda são desconhecidos por mais da metade da população.

15/ A Quaest ouviu 2.000 pessoas entre os dias 05 e 08 de julho. O nível de confiabilidade do levantamento é de 95% e a margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

“Trabalharei para que tudo siga na completa normalidade”, diz Camarão

O vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão (PT), volta assumir o governo do estado interinamente nesta terça-feira, dia 9, pelos proximos três dias. Nas redes sociais, ele destacou que sus nova passagem pela condução do governo, será marca pela “normalidade, seguindo as diretrizes” estabelecidas pelo governador Carlos Brandão.

O governador Carlos Brandão (PSB) e o presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), Gilberto Lins, terão agenda no Panamá, onde buscaram parceiras na área de portos.

ELEIÇÕES NA FRANÇA: Extrema Direta é derrotada

A aliança formada pela esquerda, Nova Frente Popular (NFP), é a grande vitoriosa, no segundo turno das eleições legislativas realizada na França, neste domingo, dia 7. O resultados das urnas surpreenderam.

A extrema direita, grande vencedora no 1ºturno, ficou no terceiro lugar no 2º turno, um derrota gigante.

Na França, o voto não é obrigatório, mas os franceses compareceram aos locais de votçção em peso no 2º turno. É o mais alto comparecimento desde 1981 (28,3%), quando a esquerda chegou ao poder.

“Quem achar que Lulinha está cansado, pergunte à Janja”, avisa Lula

O presidente Lula (PT) mandou um recado nesta sexta-feira, dia 5, para setores da grande imprensa brasileira e a oposição ao seu governo, que tentam utilizar sua idade para impedir que seja candidato à reeleição.

Lula que terá 80 anos nas eleições de 2026, na maioria das agendas de trabalha em que participa, faz questão de lembrar as excelente condições físicas e mentais.

Como se tornou praxe a oposição ao petista copiar tudo que acontece nos EUA, o questionamento sobre a idade de Lula, surge com objetivo de desqualificá-lo para o pleito de 2026, devido à situação que vive o presidente norte-americano, Joe Biden, 81 anos, que poderá desistir da candidatura a reeleição, após o desempenho desastroso no debate com o republicano Donald Trump.