Solidariedade quer Simplício Araújo na disputa ao governo do Maranhão

 

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Simplício Araújo, Presidente Estadual do Solidariedade, e Paulinho da Força, Presidente Nacional do Partido/Foto: Reprodução

A direção nacional do partido também avisou que pretende lançar candidatura própria para o governo no Maranhão. O fato é que a sucessão do governador Flávio Dino tem acelerado o debate na oposição, mas também na própria base do governo.

A posição da sigla foi anunciada pelo presidente nacional, Paulinho da Força, e do líder do Solidariedade na câmara, Augusto Coutinho. O partido também ratificou o apoio ao presidente estadual do Solidariedade no Maranhão, Simplício Araújo, que deseja vê-lo disputando as eleições 2022 ao governo do estado.

“Qualquer parlamentar ou liderança, seja municipal, estadual ou federal no Maranhão é sempre muito bem-vindo, mas tem que vir pra somar ao ótimo trabalho que o Simplício tem feito no Maranhão e que em breve vai levá-lo ao governo do estado, Simplício é exemplo de luta e resiliência pra todos nós”, disse o presidente nacional Paulinho da Força.

Ministro do Turismo de Bolsonaro é exonerado, mas vai voltar. Será?

 

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Foto:Reprodução

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio(PSL), foi exonerado. O decreto está publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira(6). Assessores de Marcelo, informaram que será temporária, para tomar posse na Câmara.

A exoneração acabou sendo relacionada com as suspeitas que Marcelo Álvaro Antonio e usou candidatas laranjas em benefício próprio em Minas Gerais, conforme revelou a Folha de S.Paulo na última segunda-feira (4). Ele era o único dos quatro ministros de Bolsonaro com mandato na Câmara que não havia sido empossado. Ele teria faltado à posse questões de saúde.

Segundo a Folha, quatro candidatas do PSL em Minas Gerais receberam R$ 279 mil do comando nacional do partido, por indicação de Marcelo Álvaro Antônio, para disputar a eleição. Ele é o presidente do diretório partidário em Minas.

Do total, R$ 85 mil foram destinados oficialmente a empresas de assessores, parentes ou sócios de assessores do ministro, de acordo com a reportagem.

(Informações Congresso em Foco)