Polícia Federal encontra dinheiro nas nádegas do vice-líder do governo Bolsonaro no Senado

Operação ‘Devid-19’, da Polícia Federal, realizada quarta-feira, dia 14, em Boa Vista, teve como um dos alvos o senador Chico Rodrigues (DEM-RR), vice-líder do governo no Senado.

A ação da Polícia Federal e Controladoria Geral da União (CGU), investiga desvio de recursos destinados ao combate da pandemia do coronavírus.

Os policiais estiveram na casa do parlamentar e, segundo a revista  Crusoé, os detalhes são escatológicos.

De acordo com a revista, foram encontrados cerca de R$ 30 mil em dinheiro vivo com o senador, boa parte escondido na cueca dele. Algumas notas estariam, inclusive, sujas de fezes. (Revista Fórum)

Santa Rita, Bacabeira e Miranda são alvos da Polícia Federal e da CGU

 

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Prefeitura de Bacabeira é alvo de investigação sobre superfaturamento e simulação de compra de EPIs e respiradores — Foto: Divulgação/PF

A Delegacia de Repressão a Corrupção e Crimes Financeiros da Polícia Federal no Maranhão, com o apoio da Controladoria Geral da União – CGU, amanheceram nesta quarta-feira (5), nos municipios maranhenses  de Bacabeira, Santa Rita e Miranda do Norte.

O objetivo da  operação “FALSA ESPERANÇA”, é desarticular fraude em licitações e desvio de recursos públicos federais, que deveriam ser usados no enfrentamento do novo coronavírus.

Santa Rita é administrada pelo prefeito Hilton Gonçalo. Bacabeira pela esposa de Hilton, Fernanda Gonçalo e Miranda do Norte por Carlos Eduardo Fonseca Belfort, o Negão.

Durante a investigação, foram verificados indícios de superfaturamento de equipamentos de proteção individuais (EPI’s) e de simulação na compra de respiradores pulmonares, que apesar do pagamento antecipado pelas prefeituras.

Todas as aquisições foram realizadas com uma única empresa, em Paço do Lumiar, que nunca havia atuado no ramo médico hospitalar. A investigação revelou que a empresa não tinha nenhum empregado e atuava com a comercialização de acessórios para instalação de aparelhos de ar-condicionado e de energia solar. A empresa tinha um total de 69 atividades secundárias, que variavam desde a confecção de vestuário, segurança privada e até produção musical.

Cerca de 50 policiais federais cumprem quatro Mandados de Prisão Temporária, e 13 Mandados de Busca e Apreensão, além do sequestro de bens e bloqueio de contas dos investigados, tendo as ordens judiciais sido determinadas pela 1ª Vara Federal de São Luís/MA.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados responderão pelos crimes de peculato (Art. 312, caput, do CPB), falsidade ideológica (Art. 299, do CPB), fraude em processo licitatório (Art. 90 da Lei nº 8.666/93), superfaturamento na venda de bens (Art. 96, I da Lei nº 8.666/93) e associação criminosa (Art. 288 do CPB).

As ordens judiciais foram cumpridas em 06 cidades do Maranhão (São Luís, São José do Ribamar, Paço do Lumiar, Bacabeira, Santa Rita e Miranda do Norte).

A Operação foi denominada “FALSA ESPERANÇA” em referência a expectativa criada na população dos municípios de que as gestões municipais teriam adquirido de forma lícita equipamentos contra a COVID-19, e que, ao fim, nunca chegaram a ser efetivamente entregues.

Governo Bolsonaro já foi denunciado 680 por assédio moral

 

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Presidente Jair Bolsonaro e a ministra Damares Alves, Mulher, Família e Direitos Humanos/Foto: Reprodução

O governo Bolsonaro está se destacando em mais um aspecto negativo, segundo a Controladoria-Geral da União (CGU), já foram realizadas 680 denúncias de assédio moral, em várias pastas do govenro.

De acordo com os dados a média chega a mais de uma denúncia por dia. Até a Polícia Federal e a CGU estão na lista.

A pasta comandada por Damares Alves, Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, é a campeã. Em seguida aparecem os ministérios da Educação, Saúde e Economia.

As denucias em sua maioria são de discriminação, constrangimentos, perseguição a esquerdistas e ameaças de exoneração.

Wellington Dias chama ‘Operação Topique’ da PF de “mais um espetáculo”

 

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Wellington Dias (PT), governador do Piauí/Foto: Reprodução

O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), reagiu através de nota, sobre a “Operação Topique”, deflagrada na manhã desta segunda-feira (27), cujo governador foi um dos alvos.

Ele classificou a ação da PF como “mais um espetáculo de um processo que começou em 2013, quando não era governador”.

A operação foi determinada pela Juntiça Federal no Piauí e realizada em conjunto com a Controladoria Geral da União e Ministério Público Federal. Ela foi iniciada em 2018, essa foi a terceira etapa e teve 12 mandados de busca e apreensão em Teresina e Brasília.

Nota

Mais um espetáculo em nome de investigação. Desta operação já é o terceiro espetáculo, um processo que vem de 2013, quando eu nem era governo, em contratos qye seguia um padrão nacional, pagamento por quilômetro rodado. Quando a Sec Rejane assumiu a Sec da Educação em 2015, tinha que começar as aulas em fevereiro, os contratos estavam vencendo e, com base em parecer técnico e na lei, considerando a necessidade de não prejudicar aos alunos que precisavam de transporte escolar, foi renovado o contrato, dando tempo para nova licitação e novos contratos.

Fizemos uma mudança que hoje é modelo para outros Estados e municípios, em que passamos a pagar por aluno transportado, como se paga uma passagem de ônibus. Neste caso, como diz o processo, o Estado seria vítima, alegação é que algum contratado pudesse cobrar uma quantidade de km rodado maior que o tamanho das rotas.

Fica mais ridícula e desnecessária por que estamos falando de um fato de 2013, com operação em 2020, quando a ex Secretaria da Educação, hoje deputada federal, se prontificou a colaborar, por duas vezes nos últimos meses se colocou a disposição para prestar depoimento, para repassar todo e quakquer documento ou equipamento que precisar, fez questão de registrar assim, e foi dito que não era possível ela depor agora por que tinha a pandemia e estavam suspensos os depoimentos.

A operação na Câmara, na casa onde hoje quem mora é nosso filho e família, que nunca trabalharam para o estado. Ele é médico e salvando vidas pegou coronavirus… o espetáculo está feito. Ela afirma que a vida inteira agiu na forma da lei, está com a consciência tranquila, pronta para colaborar, e espera agora o direito de ser ouvida.

Acho eu que, infelizmente, muitos espetáculos ainda virão. Ainda bem que temos a lei de abuso de autoridade e estamos tratando com advogados sobre isto.

No Maranhão servidores públicos com salários de até R$ 9 mil receberam Auxílio Emergencial

 

Auxilio

Segundo a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), mais de 85 mil servidores públicos estaduais e municipais receberam o Auxílio Emergencial irregularmente no Maranhão.

Uma ferramenta foi desenvolvida para idenficar os servidores que receberam indevidamente o benefício.

“.. a gente tem 84 pessoas que receberam e tem salários acima de R$ 9 mil reais, nos cargos que ocupam. Então são pessoas que não deveriam receber o benefício porque estão trabalhando, e ainda, tem salário no nível elevado para os padrões maranhenses. Temos 54 nomes de advogados e procuradores em cargos públicos no estado e muncípios que também receberam o auxílio..”, disse Leylane Maria Silva, superintendente da CGU no Maranhão, à TV Mirante.

Os gestores estaduais e municipais serão notificados para que acionem os servidores que constam na lista de recebimento indevido, para que prestem as devidas  explicações sobre o ocoriido e também devolvam o benefício de R$ 600 reais.

Aqueles que constam na lista e tiveram os nomes utilizados indevidamente terão que apresentar denúncia da irregularidade.

O levantamento realizado pela CGU e os TCEs detectou pagamento indevido nos 26 estados e o Distrito Federal. Mais de 317 mil funcionários públicos receberam o benefício o que representou prejuízo aos cofres públicos de R$ 222,987 milhões. Aqui mais informações

Covid-19: CGU e PF investigam empresas suspeita de fraude na compra de máscaras no MA

 

Foto: Reprodução

A Polícia Federal e CGU (Controladoria Geral da União) deflagraram nesta terça-feira (9), a operação batizada de “Cobiça Fatal” que investiga fraude em licitações com o objetivo de desviar recursos que seriam usados no combate ao coronavírus.

Foram cumpridos três mandados de prisão, 14 de busca e apreensão, além do sequestro de bens e bloqueio de contas dos investigados no valor de R$ 2,3 milhões.

Um dos alvos é a Secretaria Municpal de Saúde em São Luís, que segundo primeiras informações, foram verificados indícios de superfaturamento na compra de 320 mil máscaras. Elas teriam custado R$ 9,90 a unidade, quando de acordo com a PF, o preço médio é R$ 3,17.

A PF e CGU investigam contratos das mesmas empresas alvos da Operação “Cobiça Fatal” nos muncípios de Timbiras/MA, e Matinha/MA. O fornecimento dos mesmos insumos já teriam sido formalizados também da mesma forma em Icatu/MA, Cajapió/MA, Lago do Junco/MA, e Porto Rico do Maranhão/MA.