O presidente Lula (PT), voltou a falar nesta segunda-feira, dia 15, sobre o atentado Donald Trump, ocorrido no final de semana nos EUA. O presidente brasileiro demonstrou preocupação com a violência na política e ameaça à democracia.
Lula cobra sobre o foco do debate após o ocorrido que, segundo ele, deveria ser a defesa da democracia, e não “quem ganha ou perde com isso”.
Atentado contra Donald Trump "empobrece a democracia", diz Lula. "Ao invés de a gente ficar analisando se alguém ganha ou perde com isso, temos que ter certeza que a democracia perde".
Autoridades brasileiras se manifestaram sobre o atentado contra o ex-presidente Donald Trump, e candidato nas eleições presidenciais no EUA em novembro deste ano. O presidente do Brasil, Lula (PT), classificou o ocorrido de ‘inaceitável’.
O atentado contra o ex-presidente Donald Trump deve ser repudiado veementemente por todos os defensores da democracia e do diálogo na política. O que vimos hoje é inaceitável.
Lamentável o atentado contra o ex-presidente, Donald Trump. A democracia se faz com ideias, debates e votos. Nunca com tiros e violência.
— Geraldo Alckmin 🇧🇷 (@geraldoalckmin) July 14, 2024
A Camara dos Deputados, Casa do povo e da democracia, repudia com veemência qualquer ato violento como o que atentou contra o candidato à presidência dos EUA, Donald Trump. As divergências se resolvem no voto da maioria e na vontade do povo.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que sofreu um ‘atendado’ durante a campanha eleitoral em 2018 no Brasil, também se manifestou nas redes sociais, desejou pronta recuperação ao ídolo Donald Trump, e ainda, disse que o verá na posse, se referindo às eleições dos EUA. Porém, o ex-presidente Bolsonaro só poderá participar da eventual posse de Trump, caso a justiça devolva seu passaporte retido por causa de investigações contra ele.
– Nossa solidariedade ao maior líder mundial do momento. – Esperamos sua pronta recuperação. – Nos veremos na posse. – Jair Bolsonaro. pic.twitter.com/cQr9e7rl3A
O presidente Lula (PT) mandou um recado nesta sexta-feira, dia 5, para setores da grande imprensa brasileira e a oposição ao seu governo, que tentam utilizar sua idade para impedir que seja candidato à reeleição.
Lula que terá 80 anos nas eleições de 2026, na maioria das agendas de trabalha em que participa, faz questão de lembrar as excelente condições físicas e mentais.
Como se tornou praxe a oposição ao petista copiar tudo que acontece nos EUA, o questionamento sobre a idade de Lula, surge com objetivo de desqualificá-lo para o pleito de 2026, devido à situação que vive o presidente norte-americano, Joe Biden, 81 anos, que poderá desistir da candidatura a reeleição, após o desempenho desastroso no debate com o republicano Donald Trump.
O ex-presidente, Donald Trump, a partir desta quarta-feira, dia 20, passou fazer parte do grupo de ex-presidentes dos EUA.
Ele também entra na lista dos que não conseguiram se reeleger, na história do país.
John Adams (1797 a 1801), John Quincy Adams (1825 a 1829), Martin Van Buren (1837 a 1841), Grover Cleveland (1885 a 1889), Benjamin Harrison (1889 a 1893), Herbert Hoover (1929 a 1933), Gerald Ford (1974 a 1977), Jimmy Carter (1977 a 1981), George H. W. Bush (1989 a 1993).
O governador Flávio Dino (PCdoB), lembrou nesta sexta-feira, dia 6, a estratégia de ‘frente ampla’ na campanha eleitoral de Joe Biden contra Donald Trump nos EUA.
O governador do Maranhão é um dos maiores defensores da mesma estratégia no Brasil, para enfrentar o bolsonarismo.
“Campo mais progressista do Partido Democrata executou tática de frente ampla ao fazer campanha para Biden..”, destacou Dino no twitter.
Campo mais progressista do Partido Democrata executou tática de frente ampla ao fazer campanha para Biden. Viram o tamanho do perigo que Trump representa e avaliaram a sua enorme força. Lições para interpretação da realidade brasileira e para definições sobre como transformá-la
O governo dos EUA recusou endossar a tentativa do Brasil de ingressar na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), postura contrária a qui vinha anunciação a meses.
O secretário de Estado, Michael Pompeo, rejeitou pedido para discutir mais ampliações do clube dos países mais ricos, de acordo com uma cópia de uma carta enviada ao secretário-geral da OCDE, Angel Gurria, em 28 de agosto.
Ele acrescentou que Washington apoiou apenas as ofertas de membros da Argentina e da Romênia.
Em março, o presidente Donald Trump disse em entrevista coletiva conjunta com o presidente brasileiro Jair Bolsonaro na Casa Branca, que apoiou o Brasil na adesão ao grupo de 36 membros. Em julho, o secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, reiterou o apoio de Washington ao Brasil durante uma visita a São Paulo. (Revista Fórum)