Dino diz que bolsonaristas ficam nervosos com a palavra “polícia”

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, reagiu nesta sexta-feira, dia 15, após viralizar um vídeo em que ele aparece cumprimentando o também ministro, André Fufuca (PP-MA), recém-empossado no Ministério dos Esportes, onde teria dito “Dinheiro não tenho, mas polícia eu tenho.”

Flávio Dino alega que a fala foi tirada de contexto, e tratou-se de uma brincadeira com André Fufuca, e que ele se referia ao “programa Segurança nos Estádios’, que será assinado na próxima semana com a CBF”.

“Há políticos ou ex-políticos extremistas que ficam nervosos com a mera menção à palavra “polícia”. Em resposta a postagens disparatadas dessa gente, esclareço que falei com o ministro André Fufuca sobre uma parceria para um programa de Segurança nos Estádios, a ser assinada com a CBF na próxima quarta. E brinquei com o ministro André dizendo que ele entraria com o dinheiro e eu com a destinação de efetivo policial. Aí alguns elementos começaram a postar um vídeo editado para causar um “escândalo”. Será que eles estão planejando invadir e quebrar estádios de futebol? Ou é a já conhecida vocação para a mentira?”, destacou Flávio Dino.

O videio postada nas redes sociais do ex-presidente Jair Bolsonaro, está sendo replicado em perfis bolsonaristas nas redes sociais. O ministro da Justiça e Segurança, Flávio Dino, desde que assumiu a pasta, tornou-se o alvo principal da extrema-direita e aliados do ex-presidente.

STF: Mendonça tenta culpar Dino, mas é enquadrado por Moraes

Os ministros do STF, André Mendonça e Alexandre de Moraes, nesta quinta-feira, dia 14, travaram um forte debate durante o primeiro julgamento e condenação de envolvidos nos atos golpistas do dia 8 de janeiro.

O embate ocorreu após o ministro André Mendonça insinuar, com base na mesma versão que vem sendo utilizada por bolsonaristas, que o Ministro da Justiça, Flávio Dino, não teria determinado que a Força Nacional evitasse a invasão do Palácio do Planalto.

“Vossa excelência vem no plenário do STF para dizer que houve uma conspiração do governo contra o próprio governo? Tenha dó!”, disse Moraes, contestando Mendonça.

Lula deve indicar Flávio Dino para vaga de Rosa Weber no STF

Do Metrópoles

O presidente Lula teria sinalizado a interlocutores próximos que o Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, será indicado para o STF, na vaga que será aberta com a aposentadoria da ministra Rosa Weber.

Outros nomes cotados são Bruno Dantas, presidente do Tribunal de Contas da União, e Jorge Messias, advogado-geral da União.

Dino tem sido o mais discreto dos nomes cotados para a vaga.

“Quem deve explicações é o ex-juiz suspeito”, Dino sobre Moro

O Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, reagiu atacando o ex-juiz da Lava Jato e atualmente Senador, Sérgio Moro (União Brasil-PR), em relação a prestações de informações ao STF sobre acordos de leniência entre a Odebrecht e a Lava Jato.

“Quem deve explicações sobre atos judiciais de 2016 e 2017 é o ex-juiz, declarado suspeito e incompetente pelo STF. Sobre informações prestadas ao STF, o citado senhor devia lembrar que isso sequer tramita pelo gabinete do Ministro da Justiça. Tudo encontra-se devidamente exposto ao ministro relator no STF, que vai apreciar os fatos. Que o ex-juiz explique lá como utilizaram em 2016 provas que só foram objeto de procedimento formal em 2017. Boa sorte e boa viagem”,

Decisão de Toffoli pode definir destino de acordos da ‘lava jato’

O ex-juiz da Lava Jato e senador, Sérgio Moro, protocolou hoje na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado pedido de convocação do ministro Flávio Dino, para explicações de envio de informações ao ministro do STF, Dias Toffoli, envolvendo a Odebrechet.

DELAÇÃO DE CID: Flávio Dino diverge de Augusto Aras

O Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, usou as redes sociais neste sábado, dia 9, para se posicionar de modo ao Procurador Geral da República, Augusto Aras, sobre a colaboração premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de Ordens de Jair Bolsonaro.

“Minhas homenagens à equipe da Polícia Federal que atuou para o andamento da colaboração premiada do Sr. Mauro Cid. A Polícia Federal atuou com seriedade, profissionalismo e pleno atendimento à Constituição, às leis e à jurisprudência do STF.” disse Flávio Dino.

Alexandre de Moraes concede liberdade provisória para Mauro Cid

Flávio Dino também destacou o entendimento do STF sobre a colaboração premiada.

“Acerca da colaboração premiada, diz o artigo 4º da LEI Nº 12.850/2013: “§ 6° O juiz não participará das negociações realizadas entre as partes para a formalização do acordo de colaboração, que ocorrerá entre o delegado de polícia, o investigado e o defensor, com a manifestação do Ministério Público, ou, conforme o caso, entre o Ministério Público e o investigado ou acusado e seu defensor.” Sobre tal preceito, houve ADI e o STF decidiu conforme Ementa em anexo. Portanto, a Polícia Federal aplicou a lei, em consonância com a jurisprudência do STF.”

Na manhã de hoje, também nas redes sociais, o procurador Augusto Aras publicou uma nota sobre a colaboração premiada de Mauro Cid, acordada pela Polícia Federal e homologada pelo ministro Alexandre de Moraes do STF.

“Não é ‘perseguição’, é JUSTIÇA”, Dino sobre PF e Jair Bolsonaro

O Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse nesta segunda-feira, dia 21, em Belo Horizonte, estado de Minas Gerais, que as investigações da Polícia Federal ao ex-presidente Bolsonaro “não se trata de escolhas, e sim de dever. Não é perseguição, é Justiça”.

“As leis mandam que acusados de crimes sejam investigados, denunciados e julgados. Não se trata de escolhas, e sim de deveres. Não é ‘perseguição’, é JUSTIÇA. E só com justiça quanto ao passado teremos um futuro melhor (…) São vários temas que estão em apuração e cabe a mim garantir ao povo brasileiro, especialmente à população de Minas Gerais, que a investigação é técnica, séria, isenta e que ela está sendo bem conduzida, nos sentido de não haver nenhum tipo de interferência externa, nem no sentido de haver perseguições, nem de haver proteções (…) Nós temos investigações em andamento, múltiplas, em que ele (Bolsonaro) é citado. Claro que a PF até esse momento não fez esse pedido, porque as apurações estão em andamento. Não cabe a mim antecipar o que vai acontecer até o fim de uma investigação”, afirmou ainda Dino.

“Pelo contrário, ele tem feito excelente trabalho”, Lula sobre ‘irritação’ com Dino

O presidente Lula (PT), usou as redes sociais nesta quarta-feira, dia 16, para negar peremptoriamente que teria se irritado com o ministro Flávio Dino(Justiça e Segurança Pública), devido à operação da PF relacionada as ‘joias’ no dia do lançamento do Novo PAC, conforme publicou o Jornal Folha de SP.

O presidente, além de negar a informação divulgada pelo jornal, elogiou a atuação de Flávio Dino à frente do Ministério da Justiça.

“Não estou nada irritado com Flávio Dino. Pelo contrário, ele tem feito um excelente trabalho”, destacou Lula.

Segundo a Folha de SP, a operação da Polícia Federal teria ofuscado o lançamento do PAC, ocorrido no Rio de Janeiro. O ministro Flávio Dino não participou da solenidade.

Lula e Flávio Dino participaram hoje em Brasília do encerramento da ‘7ª Marcha das Margaridas’ que reuniu milhares de mulheres. O ministro aproveitou também para mandar recado sobre a ‘suposta irritação’ do presidente com ele.

“não há razões para prender Bolsonaro agora”, diz Flávio Dino

Do UOL

O Ministro da Justiça, Flávio Dino, em entrevista nesta terça-feira, dia 15, disse que apesar da quantidade provas contra Jair Bolsonaro, não vê necessidade de prisão preventiva com base no caso das joias. Porém, com a evolução das investigações, o ex-presidente pode ser alvo de pedido de prisão.

A prisão preventiva tem requisitos específicos, dentre os quais materialidade de um crime, nesse caso já existe, em segundo lugar, indícios de autoria, como já mencionei, há indícios de autoria. Porém há outros requisitos que estão nos artigos 311 e 312 do CPP. Nesse momento, veja, neste dia em que estamos conversando, não vejo ainda razoes para essa medida extrema (…) Há uma evolução de apurações e, em algum momento, o poder judiciário pode decidir por essa medida. Mas as apurações ainda estão evoluindo. O que é importante para a sociedade é a garantia de que a verdade está sendo progressivamente trazida aos autos, ao processo, ao inquérito e demonstrada a sociedade“, disse Dino.