Comércio varejista cresceu 2,2% no Maranhão em 2021

O Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC), autarquia vinculada à Secretaria de Estado de Programas Estratégicos (SEPE), informou nesta sexta-feira, dia 4, que o comércio varejista maranhense cresceu 2,2% em 2021 e apresentou o quinto ano consecutivo sem retração no volume de vendas.

“Tais desempenhos foram bastante expressivos, principalmente ao se considerar os desafios enfrentados pelo varejo ao longo do ano. Um dos principais foi a inflação que, na capital, São Luís, terminou o ano a 9,91%, muito acima da meta de 3,75%, o que acabou diminuindo o poder de compra das famílias e aumentando os custos para o empresário do comércio”, pontuou Dionatan Carvalho presidente IMESC.

Nesta publicação, foram abordados os resultados referentes ao volume de vendas do comércio varejista restrito e ampliado (variação mensal, interanual e no acumulado no ano). A nota se propõe a fazer uma discussão acerca do comércio varejista nacional e estadual, baseando-se na Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Por meio da metodologia disponibilizada pelo IBGE, foi possível verificar o comportamento dessas atividades mediante indicadores, como, por exemplo, a arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o saldo de empregos formais do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).

O Globo destaca redução da pobreza no Maranhão

O Secretário de Comunicação do Maranhão, Ricardo Cappelli, destacou nesta segunda-feira, dia 10, nas redes sociais, nota do Jornal O Globo, com base em levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que mostra o Maranhão entre os estados que mais reduziram a pobreza no país.

Junto com o Maranhão estão o Pará, Sergipe e Piauí. A queda da pobreza nesses estados foi em média de 1,8 ponto porcentual, no mesmo período.

“.. tivemos o menor número de pobreza desde 2012. O Maranhão sempre esteve na casa dos 55%, 56%, e chegamos a 48%. Tivemos a quarta maior queda do país no que se refere à pobreza”, destacou Flávio Dino.

Maranhão e Piauí entre os que mais reduziram a pobreza no Brasil

Da Revista Fórum

O Maranhão e o Piauí estão entre os Estados do Brasil que mais reduziram a pobreza entre 2019 e 2020, segundo dados divulgados no mês de dezembro pelo IBGE.

No Maranhão a redução foi ,6 pontos percentuais o número de pessoas pobres, enquanto o Piauí, diminuiu 6,7 pontos percentuais. Sergipe e Pará foram os únicos que conseguiram resultados melhores: -8,9 p.p. e -8,8 p.p., respectivamente.

“Nós tivemos o menor número de pobreza desde 2012. Tradicionalmente, o Maranhão sempre esteve na casa dos 55%, 56%, e chegamos a 48%. Tivemos a quarta maior queda do país no que se refere à pobreza (..) “Se olhar no longo curso do tempo, comparativamente, você vai ver que esse indicador ainda é desafiador, sem dúvida alguma, mas é o melhor da série histórica (..) E o Maranhão historicamente acabou ficando para trás no campeonato do desenvolvimento. A reversão disso depende inclusive de fatores nacionais. O ambiente nacional é muito hostil e todos os Estados dependem também de políticas e investimentos nacionais. E hoje temos uma política federal que é avessa ao desenvolvimento”, destacou Dino.

A queda da pobreza verificada no Maranhão é bem maior que a da média nacional, de 1,8 ponto porcentual, no mesmo período. 

IBGE cancela Seletivo do Censo 2022 e taxas serão devolvidas

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cancelou o seletivo do Censo 2022. O comunicado do órgão foi feito nesta segunda-feira, dia 18, através de uma nota. As taxas de inscrições que já foram pagas serão devolvidas para os candidatos no seletivo.

O Censo que é realizado de a cada dez anos é o principal estudo sobre a população brasileira.

Nota sobre o Processo Seletivo do Censo 2022

O IBGE informa que o contrato com o Cebraspe como empresa organizadora do processo seletivo simplificado (PSS) do Censo Demográfico 2022, que termina hoje (18.10.2021), não será prorrogado.

Desse modo, o PSS para as funções de recenseador, agente censitário municipal e agente censitário supervisor, que estava suspenso, passará à condição de cancelado.

Conforme previsto no edital, em casos como esse, de cancelamento, o IBGE publicará nos seus canais oficiais os procedimentos para a devolução das taxas de inscrição já efetuadas.

O Instituto já está adotando as providências para nova seleção de empresa organizadora do processo seletivo para o Censo 2022.

A Direção
18 de outubro de 2021

STF atende Ação do Maranhão e manda governo Bolsonaro fazer o Censo 2021

O governador Flávio Dino (PCdoB), comemorou nesta quarta-feira, dia 28, a decisão do STF sobre a realização do Censo 2021, atendendo ação do governo do Maranhão.

“Vitória do direito constitucional à informação, do respeito à ciência e da legalidade”, destacou Dino ao explicar a decisão do STF.

Na decisão do ministro Marco Aurélio, o governo Bolsonaro e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) terá que adotar medidas para efetuar o censo demográfico.

“Como combater desigualdades, instituir programas de transferência de renda, construir escolas e hospitais sem conhecimento das necessidades locais?”, questiona ministro do STF na decisão.

De acordo com o governo do Maranhão, a falta de pesquisa demográfica violaria o direito à informação e poderia dificultar a execução de políticas públicas.

“População analfabeta no estado mantém queda desde 2016”, diz Felipe Camarão

 

Felipe Camarão, secretário de Educação do Maranhão/Foto: Reprodução

Com a taxa de 15,6%, entre pessoas de 15 anos ou mais, o Maranhão teve queda de 4 pontos percentuais em relação a 2014, que era 19,6%. O estado já foi o de maior taxa de analfabetismo no país, na casa dos 20%.

Os dados são do Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Continua Educação 2019, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geográfia e Estatística (IBGE).

Nas redes sociais o governador Flávio Dino comentou os dados revelados pelo IBGE. Segundo ele, ” depois de décadas com altíssimas taxas, o Maranhão está vivendo continua redução nas taxas de analfabetismo”.

A população analfabeta no estado mantém queda desde 2016, quando o percentual registrado foi de 16,7% entre as pessoas com 15 anos ou mais no Maranhão.

“Estamos em queda desse indicador tão vergonhoso para todos nós. Notadamente, ainda há muito para avançarmos, mas há um esforço deste governo com a política educacional inclusiva e democrática, Escola Digna, com ações efetivas em regime de colaboração com os municípios, o Pacto pela Aprendizagem e o programa Sim, Eu Posso!, ação estratégica que atacou o analfabetismo nos municípios com menores IDHs, oportunizando acesso à educação para todos”, destacou Felipe Camarão, secretário de Educação do Maranhão.

Conforme a Seduc (Secretaria de Estado da Educação), com base nos dados da Pnad Contínua Educação 2019, entre as faixas etárias avaliadas, o Maranhão chegou a uma queda de 8%, de 2016 para 2019, entre pessoas com 40 anos ou mais. Na faixa de 18 anos ou mais, nos últimos 4 anos, a diferença foi de 7,65%.

Eliziane Gama chama PIB do governo Bolsonaro de ‘voo de galinha’

 

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Senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA)/Foto:Reprodução

A senadora Eliziane Gama (Cidanadia-MA), demonstrou preocupação com o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) do país em 2019, divulgado nesta quarta-feira (4), que ficou em 1,1%, primeiro ano do governo Bolsonaro.

De acordo com a senadora, o percentual de crescimento significa que a economia está igual a “voo de galinha”.

“Preocupante o resultado do PIB de 2019, divulgado hoje, que ficou em 1,1%, segundo o IBGE. Resultado menor do que em 2018 e 2017. Os números mostram que a economia continua em voo de galinha. E os resultados só não foram piores graças ao consumo das famílias brasileiras” disse Eliziane no twitter.

Segundo o IBGE, o patamar de crescimento do PIB, no primeiro ano do governo Bolsonaro, é o pior de recuperação da recessão já registrado no Brasil. A economia está no patamar de 2013.

Ainda de acordo com os dados, a maior contribuição para avanço do PIB veio do consumo das famílias que ficou em 1,8%.

Maranhão foi que mais reduziu desemprego no 4⁰ trimestre de 2019

 

Valor
Foto: Reprodução

Das 27 unidades da federação, nove tiveram redução da taxa de desemprego no quarto trimestre de 2019, frente aos três meses anteriores, mostram dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa de desemprego nacional recuou para 11% no quarto trimestre de 2019, como divulgou o IBGE no fim de janeiro. O instituto informa nesta sexta-feira esses resultados detalhados por unidades da federação e regiões do país.

Os nove Estados com quedas relevantes do desemprego frente ao terceiro trimestre foram Maranhão (de 14,1% para 12,1%), Pará (11,2% para 9,2%), Alagoas (de 15,4% para 13,6%), Pernambuco (de 15,8% para 14%), Rio Grande do Sul (de 8,8% para 7,1%), Paraná (de 8,9% para 7,3%), Mato Grosso (de 8% para 6,4%), Ceará (de 11,3% para 10,1%) e Rio de Janeiro (de 14,5% para 13,7%). (Informações Valor Econômico)

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Expectativa de Vida passa a 76,3 anos, um aumento de 3 meses e 4 dias entre 2017 e 2018

 

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Expectativa de vida de idosos vem aumentando ano a ano no Brasil – Foto: Licia Rubinstein/Agência IBGE Notícias

Em 2018, expectativa de vida era de 76,3 anos, um aumento em 3 meses e 4 dias, de 2017 para 2018. Desde 1940, já são 30,8 anos a mais que se espera que a população viva. Os dados são das Tábuas Completas de Mortalidade, divulgadas hoje pelo IBGE.

Para as mulheres, espera-se maior longevidade: 79,9 anos. Já a expectativa de vida ao nascer para os homens ficou em 72,8 anos em 2018. Mas essa diferença, chamada de “sobremortalidade masculina”, é mais acentuada conforme a faixa etária. Um homem de 20 a 24 anos tinha, em 2018, 4,5 vezes menos chances de chegar aos 25 anos do que uma mulher.

“Esse fenômeno pode ser explicado por causas externas, não naturais, que atingem com maior intensidade a população masculina”, explica o pesquisador do IBGE Marcio Minamiguchi, ressaltando que, em 1940, não havia essa discrepância evidente entre os sexos nos grupos mais jovens. “A partir de meados da década de 80 as mortes associadas às causas externas passaram a desempenhar um papel de destaque. É um fenômeno proveniente da urbanização e inclui homicídios, acidentes de trânsito e quedas acidentais, entre outros”, complementa.

Para ambos os sexos a maior esperança de vida ao nascer foi observada em Santa Catarina: 79,7 anos. Outros estados com valores elevados, acima dos 78 anos, são o Espírito Santo, São Paulo, Distrito Federal e Rio Grande do Sul. No outro extremo, está o Maranhão, com a expectativa em 71,1 anos, e o Piauí, em 71,4 anos. Ou seja, uma criança nascida no Maranhão, conforme a taxa de mortalidade observada em 2018, esperaria viver em média 8,6 anos a menos que uma criança nascida em Santa Catarina.

Cabe ressaltar que a expectativa de vida muda conforme o ano de nascimento da pessoa e o sexo. Por exemplo, quem está com 30 anos agora terá um tempo médio de vida diferente de quem acabou de nascer, é a chamada projeção de sobrevida.

• Aos 30 anos: 48,7 de expectativa de sobrevida, ou seja, expectativa de vida de 78,7 anos
• Aos 40 anos: 39,5 de expectativa de sobrevida, ou seja, expectativa de vida de 79,5 anos
• Aos 50 anos: 30,7 de expectativa de sobrevida, ou seja, expectativa de vida de 80,7 anos
• Aos 60 anos: 22,6 de expectativa de sobrevida, ou seja, expectativa de vida de 82,6 anos
• Aos 70 anos: 15,3 de expectativa de sobrevida, ou seja, expectativa de vida de 85,3 anos
• Aos 80 anos ou mais: 9,6 de expectativa de sobrevida, ou seja, expectativa de vida de 89,6 anos ou mais

Informações IBGE

PIB do Maranhão é o 4º em crescimento no país e o 2º no Nordeste

 

Infografico_PIB_Regional_987321654111O PIB do Maranhão apresentou em 2017 o 4º maior crescimento com alta de 5,3% entre todos os Estados brasileiros e o 2º no Nordeste em 207 de acordo com IBGE divulgou nesta quinta-feira (14) pelo IBGE. A alta foi de 5,3%.

O governador Flávio Dino comemorou o resultado  e disse que os números de 2018 e 2019 serão muito bons também, apesar do momento de dificuldade da economia brasileira.

“Maranhão teve 4º maior crescimento do PIB em 2017, equivalendo a 4 vezes o crescimento do Brasil. Fruto da UNIÃO entre setor público e iniciativa privada, no campo e na cidade. Seguimos crescendo em 2018, 2019 e anos seguintes. E torcemos muito pela recuperação do Brasil inteiro” disse Flávio Dino.

O PIB (Produto Interno Bruto) é a soma de riquezas de um país, Estado ou cidade. Ou seja, quanto maior, melhor a economia.

O desempenho da economia maranhense também ficou também quatro vezes acima da média nacional, que cresceu 1,3%. O principal setor que puxou para cima o PIB maranhense foi o agronegócio.

Veja mais detalhes sobre os números do IBGE