Moro confessa que ‘Lava Jato combateu o PT com eficácia’

Da Folha SP

O pré-candidato à presidência da república, Sérgio Moro (Podemos), ex-juiz da Lava Jato e ministro do governo Bolsonaro, em entrevista nesta quarta-feira, dia 29, à Radio Capital FM, de Mato Grosso, confessou que ‘a Lava Jato combateu o PT de forma efetiva e eficaz’.

“..Tem gente que combateu o PT na história de uma maneira muito mais efetiva, muito mais eficaz. A Lava Jato..”, disse Moro.

Moro ao perceber o que havia dito recuou e tentou mudar sua declaração dizendo que a Lava Jato apenas descobriu os ‘esquemas de corrupção’.

Em junho deste ano o STF julgou e tornou Moro suspeito e parcial ao julgar Lula, quando atuou como juiz da Lava Jato contra o petista. Com isso, foram anuladas ações dos casos tríplex, sítio de Atibaia e Instituto Lula.

Lula é o melhor e Bolsonaro pior presidente da história

O Datafolha perguntou aos brasileiros qual o melhor presidente que o Brasil já teve, o ex-presidente Lula (PT), foi o escolhido por 51% das pessoas consultadas. Para 48% dos entrevistados, o presidente Jair Bolsonaro é o

Datafolha também mostra vitória de Lula no 1º turno

Pesquisa Datafolha, sobre a corrida eleitoral para presidência da república em 2022, divulgada nesta quinta-feira, dia 16, também mostra longa vantagem de Lula (PT) em relação as demais pré-candidatos, e que venceria no 1º turno.

No cenário A: Lula tem 48%; Bolsonaro 22%; Moro 9%; Ciro 7%; João Dória 4%; branco/nulo/ninguém 8% e não sabe 2%.

No cenário B: Lula tem 47; Bolsonaro 21%; Moro 9%; Ciro 7%: Doria 4% oscilando para 3%; Simone Tebet e Rodrigo Pacheco 1%.

A pesquisa foi realizada entre 13 e 16 de dezembro e ouviu 3.666 pessoas com mais de 16 anos em 191 cidades brasileiras. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos.

IPEC: Lula vence todos os outros pré-candidatos somados

Do G1

Pesquisa Ipec divulgada nesta terça-feira, dia 14, confirma liderança de Lula (PT) para presidência da república em 2022, com 48% das intenções de votos.

O presidente Bolsonaro (PL) continua na 2ª posição com 21% de votos.

Nos dois cenários revelados pela pesquisa Lula supera todos os demais pré-candidatos somados.

CENÁRIO 1

  • Lula (PT): 48%
  • Bolsonaro (PL) : 21%
  • Moro (Podemos): 6%
  • Ciro (PDT): 5%
  • André Janones (AVANTE): 2%
  • Doria (PSDB): 2%
  • Cabo Daciolo (PMN-Brasil 35): 1%
  • Simone Tebet (MDB): 1%
  • Alessandro Vieira (Cidadania): 0%
  • Felipe d’Ávila (NOVO): 0%
  • Leonardo Péricles (UP): 0%
  • Rodrigo Pacheco (PSD): 0%
  • Brancos / Nulos: 9%
  • Não sabem / Não responderam: 5%

CENÁRIO 2

  • Lula49%
  • Bolsonaro: 22%
  • Moro: 8%
  • Ciro5%
  • Doria3%
  • Brancos/nulos: 9%
  • Não sabe/não respondeu: 3%

O levantamento foi realizado entre 9 a 13 de dezembro e ouviu 2.002 pessoas em 144 municípios. Margem de erro é de 2 pontos para mais e para menos. O nível de confiança é de 95%.

Lula fura bolha e atinge perfis fora do debate político

Jan Niklas e Lucas Mathias

A entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no podcast Podpah, no YouTube, na quinta-feira, rompeu a barreira de seus tradicionais apoiadores e militantes políticos nas redes sociais. Após ser alvo de críticas da esquerda e da direita pela declaração sobre o presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, Lula voltou a pautar o debate político entre os internautas de forma positiva.

Levantamento da Arquimedes, encomendado pelo GLOBO, identificou um dia após a entrevista 478 mil publicações com referência ao pré-candidato petista à Presidência. Dessas menções, 88% foram a favor. Além disso, foram mais de 292 mil acessos simultâneos à transmissão ao vivo da conversa, e o número de visualizações no YouTube passou dos 4,6 milhões na noite desta sexta-feira.

Para Pedro Bruzzi, um dos sócios da Arquimedes, a principal vitória de Lula, que contribuiu para que os números chegassem a esse patamar, foi o vocabulário usado pelo petista que “se adaptou muito bem ao público do podcast”.

— Falou, inclusive, de futebol, que é um tema que eles já gostam. Conseguir falar dessa maneira é um ponto positivo para ele. Mas para além disso, falou de maneira muito simples sobre política. Não usou politiquês, falou muito claramente — destacou Bruzzi.

Segundo a análise da Arquimedes, o alcance do debate para além dos perfis alinhados a Lula aconteceu também por se tratar de um podcast cujo público não consome política cotidianamente. Bruzzi explica que o ex-presidente “amplificou bastante os públicos que dialogaram entre si”.

A consequência veio em menções majoritariamente positivas nas redes sociais. E dentre os 12% das menções negativas, as críticas foram pontuais e concentradas em opositores já recorrentes, como apoiadores de Moro, Ciro e Bolsonaro.

— Foi bem positivo para Lula porque os críticos não fugiram dos tradicionais: Bolsonaristas, moristas e ciristas. Além disso, foram quase meio milhão de menções, apesar de não haver nenhuma declaração bombástica. O número foi conquistado só com a ida dele ao podcast — explicou Bruzzi.

Reação após menções negativas

A recuperação de uma imagem positiva nas redes foi outra das conquistas do petista com a entrevista. Em novembro, Lula já havia registrado um grande volume de menções, com dois momentos distintos. O primeiro, amplamente positivo, veio com sua viagem para a Europa, quando esteve com o presidente da França, Emmanuel Macron.

Em seguida, houve grande repercussão negativa com sua declaração sobre Daniel Ortega e o governo da Nicarágua. Agora, segundo a Arquimedes, o ex-presidente “começa dezembro pautando o debate político mais uma vez”.

— No podcast ele deu a mesma declaração sobre a Nicarágua, mas de uma maneira mais favorável a ele. Disse que a imprensa só se importa com os presos políticos na Nicarágua, mas que ele foi preso injustamente aqui e não houve a mesma manifestação. As críticas, evidentemente, não vieram só da imprensa, mas ele se saiu bem — comentou Pedro Bruzzi. (O Globo)

Covid 19: Brasil fechará fronteiras a 6 países da África

Do Uol

O ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, informou que o Brasil fechará, a partir de segunda-feira, as fronteiras aéreas para seis países da África por causa de uma nova variante do coronavírus, classificada hoje como “preocupante” pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

“Vamos resguardar os brasileiros nessa nova fase da pandemia”, disse Nogueira.

A restrição afetará os passageiros oriundos de África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue. O ministro explicou que a decisão foi tomada em conjunto e será assinada pela Casa Civil, Ministério da Infraestrutura, Ministério da Saúde e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

A OMS classificou a variante como “preocupante”. Segundo o órgão, a ômicron tem alto poder de propagação por conter um espigão diferente do que existia no coronavírus original, com base no qual as vacinas contra a covid-19 foram desenvolvidas. Isso aumenta a preocupação de que a B.1.1.529 possa “escapar” da proteção dos imunizantes.

Lula lidera também em pesquisa da campanha de Moro

Da Revista Fórum

Pesquisa interna, feita pela campanha de Sérgio Moro, ex-juiz e ministro de Bolsonaro, confirmou a liderança com folga de Lula, que aparece 38% das intenções de voto.

Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 22%, e seu ex-ministro em seguida, com 11%.

Ciro Gomes (PDT), tem 5%; e João Doria (PSDB) com 2%.

A pesquisa foi realizada pela agência do marqueteiro de Sérgio Moro, que ouviu 2 mil pessoas e foi divulgada pelo site Metrópoles.

‘Grande Mídia’ tenta pintar Lula de ditador após fala ao El País

Em entrevista ao jornal espanhol El Pais, o ex-presidente Lula deu de bandeja um prato cheio à ‘grande mídia brasileira’, que o odeia.

Lula lidera as pesquisas presidências no Brasil, inclusive com chances de vencer no 1º turno, não bastasse isso, a recente viajem do petista à Europa mostrou que a Lava Jato e sua prisão não destruiu seu prestigio internacional.

Porém, na entrevista concedida no final de semana, ao tentar comparar a permanência no pode entre Angela Merckel (Alemanha), com Daniel Ortega (Nicarágua), Lula ofereceu munição para os que não querem vê-lo retornar ao poder no Brasil.