‘..a grande crise do País é não ter governo..’, editorial do Estado de SP

 

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Foto: Reprodução

247 – Em editorial intitulado “As falsas crises, e a verdadeira”, o jornal O Estado de S.Paulo afirma que atualmente “já é possível dizer que a grande crise que o Brasil enfrenta não é a economia travada ou a ameaça epidêmica do coronavírus; a verdadeira crise do País é não ter governo justamente quando ele é mais necessário”.

“A crise do coronavírus é concreta, não uma ‘fantasia’ criada pela ‘grande mídia’, como disse o presidente Jair Bolsonaro. Preocupa sobremaneira que o governo brasileiro, a julgar pelas declarações inconsequentes do presidente, esteja propenso a considerar a pandemia como sendo apenas uma ‘pequena crise’. Isso é ‘brincar com fogo’, como comentou o biólogo Fernando Reinach em sua coluna no Estado”, diz o jornal paulista.

De acordo com o texto, “é assim que Bolsonaro encara crises verdadeiras: menospreza seus riscos e as considera criações da imprensa”. “Infelizmente, esse tem sido o padrão de comportamento do presidente Bolsonaro ante os inúmeros desafios que se lhe apresentam desde que tomou posse, e nada indica que será diferente até o final do mandato, especialmente à medida que fica mais clara a sua incapacidade de governar, qualquer que sejam as circunstâncias”.

Ex-ministro, Gustavo Bebianno, primeiro aliada a romper com Bolsonaro morre no RJ

 

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Ex-ministro, Gustavo Bebianno/Foto: Reprodução

Morreu na madrugada deste sábado (14) em Teresópolis (RJ) o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência Gustavo Bebianno. Ele tinha 56 anos e sofreu um infarto fulminante por volta das 4 horas. Recém-filiado ao PSDB, Bebianno era pré-candidato do partido à prefeitura do Rio e trabalhava pelo projeto presidencial de João Doria.

O advogado presidiu o PSL durante a campanha de Jair Bolsonaro ao Planalto em 2018. Considerado homem de confiança do presidente, foi o primeiro grande aliado com quem Bolsonaro rompeu após assumir o mandato. Sua permanência no cargo não chegou a dois meses. Foi demitido por influência do vereador carioca Carlos Bolsonaro (PSC), filho do presidente. Carlos via no então ministro o maior obstáculo para controlar a comunicação do pai e acusava o ex-presidente do partido de tramar contra Bolsonaro.

Bebianno deixou o governo e, desde então, havia se tornado forte crítico de Bolsonaro. Em 29 de outubro do ano passado, o ex-ministro deu entrevista ao Congresso em Foco que gerou grande repercussão. Entre outras coisas, disse que Bolsonaro deixou o poder subir à cabeça, abandonou suas promessas de campanha para proteger e favorecer os filhos, cercou-se de “loucos” e faz uma gestão marcada pelo autoritarismo, pelo “desarranjo mental”, pela irresponsabilidade e pelo “desgoverno”.

O ex-ministro afirmou, na ocasião, acreditar que o desfecho da passagem de Bolsonaro pelo Palácio do Planalto será mais uma página triste da história política brasileira: ou ele renunciará, ou sofrerá impeachment ou, na hipótese mais grave, tentará uma ruptura institucional, um golpe de Estado.

“Não acredito que ele conseguiria consolidar uma ruptura institucional, mas tudo indica que ele vai tentar. É muito preocupante. Uma simples tentativa pode gerar muito derramamento de sangue. O Brasil não precisa disso. É um risco real”, disse. Segundo ele, o presidente dificilmente teria o apoio das Forças Armadas para levar o plano adiante por não gozar da confiança dos militares.

(Informações Site Congresso em Foco)

FAMEM adota prevenção por causa da Pandemia do Novo Coronavírus

 

famem coronavírusA FAMEM (Federação dos Municípios do Estado do Maranhão) está orientando prefeitos associados para que, neste momento de enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do coronavírus, sejam parcimoniosos na utilização da Casa dos Prefeitos em Brasília.

A entidade recomenda os gestores reconsiderem viagens ao Distrito Federal para o cumprirem agendas junto aos ministérios e Congresso Nacional. Parte da bancada sugeriu que as pautas sejam debatidas em território maranhense.

Em conseqüência da declaração de pandemia mundial pela Organização Mundial da Saúde, as entidades muncipalistas adotaram medidas drásticas e restritivas, como, por exemplo, o cancelamento da XII Cúpula Hemisférica de Prefeitos e Governos Locais, marcada para acontecer entre 17 e 23 de março em Recife (PE).

“Amazônida unida. Brasil forte”: governadores querem ajudar país sair da crise

 

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Foto: Reoridução

Durante a reunião do 20º Fórum de Governadores da Amazônia Legal, através da Carta de Belém, os líderes dos estados da região solicitam ao Governo Federal recursos emergências para ações de prevenção e tratamento do coronavírus (Covid-19).

“Ante o cenário de emergência sanitária, manifestamos nossa preocupação com advento do coronavírus (Covid-19), com suas potenciais consequências para a saúde da população. Frisamos a necessidade de ampliar a capacidade de resposta da rede de atenção à saúde e pleiteamos do Governo Federal o imediato aporte dos recursos para o custeio das ações emergenciais, a habilitação e imediata instalação adicional de 1000 leitos de UTI para reforço da rede de cuidados intensivos”, destaca tópico da Carta.

Os governadores querem o Governo Federal ainda protagonista na implementação da regularização fundiária na região, a retomada do uso dos recursos do Fundo Amazônia, bem como a um de combate a incêndios florestais.

Os governadores defendem segurança jurídica para receber pagamento de créditos de carbono e a criação de uma rede de infraestrutura e logística de transporte que integre a região, para ajudar o país a sair da crise.

“Destaco a preocupação de uma agenda anti-crise pelos governadores, uma agenda de investimentos, para ajudar o Brasil a gerar oportunidades de trabalho, oportunidades para as nossas empresas. Amazônia unida, Brasil forte”, garantiu o governador Flávio Dino.

Bolsonaro manda outra banana para imprensa, após resultado negativo

 

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Foto: Reprodução

Após um jogo de desinformação típica dos atuais ocupantes do Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido-RJ) postou, nesta sexta-feira (13), em suas redes sociais, que o seu exame para o COVID-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, feito no Hospital das Forças Armadas pelo laboratório Sabin, deu negativo.

Ao fazer o post, Bolsonaro colocou uma foto sua dando uma banana para a imprensa.

O primeiro exame realizado pelo presidente Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (12) teve resultado positivo para o coronavírus. Caso a contraprova do teste confirmasse a primeira versão, o ex-capitão seria o primeiro chefe de Estado a contrair a doença. (Revista Fórum)

“Brasil está sem comando”, diz o governador Flávio Dino

 

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), que têm demonstrado preocupação com a Crise Econômica Mundial influenciada mais fortemente pela Pandemia do Coronavírus, criticou nesta quinta-feira (12), a forma como a situação vem sendo conduzida no Brasil.

“Bolsa despencando, dólar nas alturas, economia parando, coronavírus chegando. Brasil está sem comando. E alguns só sabem falar em “reformas” duvidosas e que não produzem efeito de curto prazo, como está PROVADO com a reforma da Previdência”, destacou Flávio Dino no twitter.

Além da preocupação com a crise, Flávio Dino, tem sugerido ao governo federal alternativas para enfrentá-la. Quanto ao Maranhão, disse que está fazendo sua parte, no que tange a economia com a manutenção das obras públicas e preparando o sistema de saúde para enfrentar o coronavírus.

“Quanto ao que nos cabe no Maranhão, estou adotando todas as providências possíveis, especialmente manter obras públicas (para não piorar recessão e desemprego) e preparar ao máximo o nosso sistema de saúde para os casos de coronavírus”, acrescentou Flávio Dino.