Flávio Dino reúne grupo e declara apoio ao nome de Brandão

O governador Flávio Dino (PSB), reuniu seu grupo político na noite desta segunda-feira, dia 29, onde declarou preferência pelo nome do vice-governador Carlos Brandão (PSDB), para sucedê-lo em 2022.

Flávio Dino ressaltou que seu posicionamento não era uma imposição e ratificou seu desejo pela unidade. A pedido dos líderes partidários a decisão do grupo foi adiada para o final de janeiro.

Dino classificou a reunião como ‘tranquila’, com ‘espirito de diálogo’ e ‘união’.

Nas redes sociais os pré-candidatos Carlos Brandão (PSDB), Weverton Rocha (PDT), Simplício Araújo (Solidariedade) e Felipe Camarão (PT) se manifestaram.

Othelino participa de reunião para enfrentamento da Covid-19 no MA

O deputado Othelino Neto, presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, participou, nesta quinta-feira (27), no Palácio dos Leões, da reunião mediada pelo governador Flávio Dino, com representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário maranhense.

O encontro atendeu a um pedido do presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargador Lourival Serejo. 

Othelino afirmou que, mais uma vez, o Maranhão atravessa um período crítico da pandemia, só na Grande Ilha, a taxa de ocupação de 97% de leitos de UTI na rede hospitalar. 

“Há uma necessidade urgente, primeiro, de ampliação do número de leitos. O governador Flávio Dino anunciou que, ainda hoje, criará mais leitos na rede estadual, mas é preciso que as outras instituições liberem leitos para atender a população, a exemplo do Hospital Universitário, que tem dentro da sua estrutura essa possibilidade imediata de ampliação”, assinalou Othelino Neto. 

Na reunião, o governador Flávio Dino atualizou informações sobre o atual cenário da pandemia no estado.

Os chefes dos Poderes, bem como dos órgãos constitucionais e a Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem) assinaram um documento com medidas imediatas a serem adotadas. 

Bolsonaro se reúne com Lira, Pacheco, Fux e governadores aliados

É aguardado com expectativa o resultado da reunião desta manhã de quarta-feira, dia 24, na Palácio da Alvorada, entre o presidente Jair Bolsonaro e demais chefes de poderes, ministros e representantes de instituições da república.

O objetivo é estabelecer uma estratégia nacional de enfrentamento à pandemia.

Por se tratar de uma tentativa de unidade, chama atenção a participação e convite apenas de governadores aliados, o motivo que reforça a possibilidade de evitar questionamentos, cobranças e críticas mais contundentes ao governo.

Nem mesmo o governador do Piauí (PT), Wellington Dias, coordenador do Fórum Nacional dos Governadores, foi convidado.

“Criamos o ‘Pacto pela Vida’ que envolve líderes dos três poderes e tem a participação de amplos setores da sociedade. Nesta quarta-feira, teremos uma agenda para discutir a criação de uma coordenação nacional de crise para que possamos andar juntos na mesma direção do Plano Nacional de Vacinação, Plano Estratégico Nacional de Prevenção de Medidas Restritivas a fim de conter o coronavírus. Nosso foco é sair deste colapso da rede hospitalar. Também será discutida a destinação de auxílio financeiro aos mais pobres”, disse Wellington Dias.

Por causa da reunião, o novo ministro da Saúde foi nomeado ontem em solenidade reservada, também teve o pronunciamento de Jair Bolsonaro, em rede nacional, defendendo vacinação e se solidarizando com as familiares dos quase 300 mil mortos pela Covid-19, coisa que ainda não tinha feito de forma oficial.

Candidato Yglésio e Carlos Lula trocam farpas por causa de reunião do PCdoB

O candidato a prefeito de São Luís, Yglésio Moyses (PROS), e o secretário Carlos Lula (Saúde), trocaram farpas na noite desta quarta-feira, dia 4, no twitter.

O motivo foi uma reunião do PCdoB com o candidato do partido, Rubens Júnior, que contou ainda com alguns secretários estaduais, filiados a sigla.

Yglésio criticou a presença dos membros do governo no encontro insinuando que a participação das autoridades no evento poderia caracterizar ‘abuso de poder’.

Coube a Carlos Lula, que também é advogado especializado em direito eleitoral, rebater o questionamento de Yglésio, e pedir para ele não espalhar fake news.

Dino elogia reunião de Mourão com governadores da Amazonia Legal

 

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Foto: Reprodução

O vice-presidente, Hamilton Mourão, voltou se reunir nesta quinta-feira (25), através de vídeo conferência, com governadores da Amazônia Legal. O governador do Maranhão, Flávio Dino, classificou a agenda como positiva.

Hamilton Mourão que coordena o Conselho da Amazônia, disse aos governadores que em relação à carta escrita por dezenas de instituições, que administram US$ 3,7 trilhões em todo o mundo, contra o desmatamento da Amazônia, disse que a resposta será com “verdade e trabalho”.

Setores de Comunicação da Igreja Católica oferece “mídia positiva” a Bolsonaro em troca de verba

 

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Imagem da Reunião: Reprodução

Matéria públicada no Estadão neste sabádo (6), sobre uma reunião ocorrida no último dia 21, que participaram padres e leigos da ala conservadora da Igreja Católica e o presidente Jair Bolsonaro, está dando o que falar dentro e fora da Igreja.

Eles que controlam grande parte das emissoras de rádio e TV ligadas a igreja ofereceram a Bolsonaro apoio em troca de verbas publicitárias do governo e outorga de novas emissoras. Eles chamaram a proposta de “pauta positiva das ações do governo” para ações do governo.

“A nossa realidade é muito difícil e desafiante, porque trabalhamos com pequenas doações, com baixa comercialização. Dentro dessa dificuldade, estamos precisando mesmo de um apoio maior por parte do governo para que possamos continuar comunicando a boa notícia, levando ao conhecimento da população católica, ampla maioria desse país, aquilo de bom que o governo pode estar realizando e fazendo pelo nosso povo. Precisamos ter mais atenção para que esses microfones não sejam desligados, para que essas câmeras não se fechem”, escancarou o padre Welinton Silva, da TV Pai Eterno de Trindade (GO).

O grupo solicitou acesso ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e, principalmente, à Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom).

A Secretaria de Comunicação do Governo tem R$ 127,3 milhões para contratos com agências de publicidade. O grupo de leigos e padres que aprticiparam da reunião querem participação da distribuição da verba.

Covid-19: governador Flávio Dino se reúne com Bispos da Igreja Católica

 

O governador Flávio Dino se reuniu nesta terça-feira (2), com bispos da Igreja Católica de várias dioceses do Maranhão. Realizado de forma virtual, a pauta foi as políticas de combate ao coronavírus no estado.

Durante a reunião, o governador fez um balanço com dados de avanço da doença no Maranhão, bem como as ações do Governo para amenizar os efeitos da doença no estado.

“Enfrentamos o coronavírus no contexto das desigualdades sociais e regionais, principalmente no que diz respeito à oferta de leitos e equipes médicas. Fizemos uma multiplicação por sete no número de leitos, um esforço muito grande e que continua”, disse Flávio Dino.

Dino elencou também dados de ações sociais para as populações mais vulneráveis, bem como ações específicas de combate ao coronavírus nas comunidades indígenas e no sistema carcerário, pontos de preocupação dos bispos presentes.

Dom Sebastião Bandeira Coelho, bispo da Diocese de Coroatá e presidente da Regional Nordeste 5 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), agradeceu ao governador a oportunidade de acompanhar mais de perto a situação do Maranhão na pandemia.

“Quero agradecer o espaço que o governador nos ofereceu para termos uma visão mais objetiva da realidade do Maranhão. Pautamos nossas decisões na ciência, nos decretos das autoridades, e principalmente pelos valores inegociáveis da vida. A vida vale mais que o valor econômico”, disse Dom Sebastião.

Dom Vilsom Basso, da Diocese de Imperatriz, afirmou que “a vida está em primeiro lugar” e que é função de todos “cuidar dos mais pobres e mais sofredores”.

“O combate ao coronavírus deve ser pautado pela fé, pela consciência e pela dimensão social”, pontuou.

Participaram da reunião os secretários Marcelo Tavares, chefe da Casa Civil, e Francisco Gonçalves, da Secretaria de Direitos Humanos e Participação Popular. Também estiveram presentes os bispos Dom Esmeraldo de Barreto (auxiliar da Arquidiocese de São Luís), Dom Rubival Cabral (Diocese de Grajaú), Dom Armando Martin (Diocese de Bacabal), Dom Elio Rama (Diocese de Pinheiro), Dom Evaldo Carvalho (Diocese de Viana), Dom Francisco Lima (Diocese de Carolina), Dom José Belisário (Arcebispo da Arquidiocese de São Luís), Dom José Valdeci (Diocese de Brejo), Dom Sebastião Lima (Diocese de Caxias), padre Nadir Zanchetti e Martha Furtado Bispo, secretária executiva da Regional Nordeste 5.

Senadores pedem a Justiça afastamento imediato de ministros de Bolsonaro

 

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Foto: Reprodução

Vários senadores estão ingressando na Justiça contra ministros do governo Bolsonaro por causa das declarações divulgadas no vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril.

No final de semana, os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Fabiano Contarato (Rede-ES) protocolaram representações no Supremo Tribunal Federal (STF) contra os ministros Ricardo Salles, do Meio Ambiente, e Damares Alves, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

O pedido de instauração de inquéritos para investigação e afastamento imediato dos ministros também foi assinado pelos deputados Joênia Wapichana (Rede-RR) e Alessandro Molon (PSB-RJ).

A representação contra Ricardo Salles contém trechos da manifestação do ministro durante a reunião, como a sugestão ao governo de aproveitar o momento de “tranquilidade”, no qual a imprensa está com atenção voltada à cobertura da pandemia do coronavírus, para “ir passando uma boiada” e promover reformas infralegais de desregulamentação ambiental. O que, de acordo com o pedido dos parlamentares, configura “clara ofensa ao princípio da transparência administrativa”. Continue lendo aqui

(Agência Senado)

O que falou na reunião “o ministro mais importante nessa missão aí”, segundo Bolsonaro

 

Foto: Reprodução

O ministro Paulo Guedes, da Economia, foi um dos que mais falou na reunião ministerial do dia 22 de abril. Como o encontro foi principalmente para discutir soluções para a crise econômica imposta pela covid-19, Guedes abriu a reunião e foi citado por Bolsonaro como “o ministro mais importante nessa missão aí”.

Auxílio a empresas

“Montamos um comitê de bancos, estamos lá com o Montezano agora fazendo justamente a reestruturação. Não vai ter molezinha pra empresa aérea, pra nada disso. É dinheiro que nós vamos botar usando a melhor tecnologia financeira lá de fora. Nós vamos botar dinheiro, e … vai dar certo e nós vamos ganhar dinheiro. Nós vamos ganhar dinheiro usando recursos públicos pra salvar grandes companhias. Agora, nós vamos perder dinheiro salvando empresas pequenininhas. Então, nós estamos fazendo tudo by the book, direitinho”.

Privatização do Banco do Brasil

“O Banco do Brasil não é tatu nem cobra. Porque ele não é privado, nem público. Então se for apertar o Rubem [de Freitas Novaes, presidente do Banco], coitado. Ele é super liberal, mas se apertar ele e falar: “bota o juro baixo”, ele: “não posso, senão a turma, os privados, meus minoritários, me apertam.” . Aí se falar assim: “bota o juro alto”, ele: “não posso, porque senão o governo me aperta.”. O Banco do Brasil é um caso pronto de privatização. É um caso pronto e a gente não tá dando esse passo. Senhor já notou que o BNDE e o … e o … e a Caixa que são nossos, públicos, a gente faz o que a gente quer. Banco do Brasil a gente não consegue fazer nada e tem um liberal lá. Então tem que vender essa porra logo. 

Impeachment

“Não tem jeito de fazer um impeachment se a gente tiver com as contas arrumadas, tudo em dia. Acabou! Não tem jeito. Não tem jeito.“

Contratação de jovens por R$ 200

“Nós sabemos pra onde nós vamos voltar já, já. Tá certo? E se o mundo for diferente, nós vamos ter capacidade de adaptação. Por exemplo: eu já tenho conversado com o ministro da Defesa, já conversamos algumas vezes. Quantos? Quantos? Duzentos mil, trezentos mil. Quantos jovens aprendizes nós podemos absorver nos quartéis brasileiros? Um milhão? Um milhão a duzentos reais, que é o bolsa família, trezentos reais, pro cara de manhã faz calistenia, faz é… fa… né? Aprende ci … civil. .. organização social e como é que é o? OSPB, né? Faz ginástica, canta o hino, bate continência. De tarde, aprende, aprende a ser um cidadão, pô! Aprende a ser um cidadão. Disciplina, usar o … usar o tempo construtivamente, pô! É … voluntário pra fazer estrada, pra fazer isso, fazer aquilo. Sabe quanto custa isso? É duzentos reais por mês, um milhão de cá, duzentos milhões, pô! Joga dez meses aí, dois bi. Isso é nada! Então, nós vamos pegar na reconstrução, nós vamos pegar um bilhão, dois bilhões e contrata um milhão de jovens aqui. A Alemanha fez isso na reconstrução.”

Relação com a China

“A China é aquele cara que cê sabe que cê tem que aguentar, porque pro cês terem uma ideia, pra cada um dólar que o Brasil exporta pros Estados Unidos, exporta três pra China. Você sabe que ele é diferente de você. Cê sabe que geopoliticamente cê tá do lado de cá. Agora, cê sabe o seguinte, não deixa jogar fora aquilo ali não porque aquilo ali é comida nossa. Nós tamo exportando pra aqueles cara. Não vamos vender pra eles ponto crítico nosso, mas vamos vender a nossa soja pra eles. Isso a gente pode vender à vontade. Eles precisam comer, eles precisam comer.”

(Informações Congresso em Foco)

“Teses e práticas milicianas: armar população, destruir instituições..” Flávio Dino sobre vídeo

 

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Foto: Reprodução

O governador do Maranhão, Flávio Dino, comparou o vídeo da reunião ministerial do presidente Bolsonaro do dia 22 de abril, com um encontro de ‘milicianos’. De acordo com ele, foram teses e práticas tipicas desse tipo de organização que pautaram a reunião.

Flávio Dino também comentou a postura da cupula do governo federal que considerou a possibilidade de investigação do presidente absurda. Segundo Dino, todos presidente desde 1985 foram alvos de investigações, inclusive a Câmara e Senado, também foram submetidas a ações da polícia e Justiça.

“Teses e práticas milicianas: sistema paralelo de “informações”, armar a população para fins políticos e destruir todas as instituições do Estado: governadores, prefeitos, Supremo, bancos públicos etc (..) Todos os presidentes após 1985 enfrentaram investigações e ações judiciais durante os seus mandatos. Ministros foram investigados e houve operações de busca e apreensão na Câmara e no Senado. Ninguém ameaçou com “intervenção militar”. Só essa gente que atualmente está no poder”, Flávio Dino, governador Maranhão.