Militares vão contratar Pesquisa para medir desgaste junto à sociedade

Do Uol

O Exército se baseia em uma pesquisa de 2018, realizada pelo Instituto Qualitest Ciência e Tecnologia, para dizer que a confiabilidade da sociedade nos militares gira em torno de 80%.

Uma nova pesquisa contratada pelos militares e provavelmente iniciada ainda esse ano de 2021 deverá mudar o percentual de confiança da população na instituição.

A ideia é que o levantamento comece a ser feito ainda neste ano. Mas, o resultado pode ficar para 2022.

A queda no nível de confiança da sociedade nas Forças Armadas é esperado por duas razões principais: o número de militares no governo Bolsonaro e a passagem do general Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde.

Bolsonaristas buscam saída para desgaste após Fundão de R$ 5,7 bi

Da Folha de SP

Bolsonaristas que articularam e votoram em peso no Fundo Eleitoral de R$ 5,7 bilhões, tentam estancar o desgaste e já cogitam propor uma redução para R$ 4 bilhões, o dobro do valor da última eleição em 2019.

O objetivo é encontrar uma saída para o imbróglio sem contrariar o centrão.

Ontem segunda-feira, dia 19, durante entrevista à TV Brasil o presidente Bolsonaro considerou vetar o fundo.

“É uma cifra enorme, que no meu entender está sendo desperdiçada, caso ela seja sancionada. Posso adiantar para vocês que não será sancionada”, disse Bolsonaro.

Governistas lembram que em 2019, a proposta inicial era aumentar o fundo de R$ 1,7 bilhões para 3,8 bilhões, ficou em R$ 2 bilhões.

Rodrigo Maia não estará ao lado de Bolsonaro no 7 de Setembro

 

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Jair Bolsonaro (PSL) e Rodrigo Maia (DEM) Foto: Reprodução

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não irá ao desfile de 7 de setembro do governo de Jair Bolsonaro em Brasília. Maia está viajando ao Quatar.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), representará Congresso Nacional, ao lado de Bolsonaro no desfile.

No último ano do governo em 2018, no último 7 de setembro de Michel Temer como presidente, nem Rodrigo Maia e o então presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), não compareceram.

Após declaração dura em relacão ao filho, Bolsonaro volta defendê-lo

 

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Entrevista à agência de notícias Bloomberg, em Davos Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro ao ser questionado sobre as denuncias contra seu filho Flávio Bolsonaro, ontem quarta-feira (23) durante entrevista a agência de notícias Bloomberg na Suiça, onde participa do  Forum Internacional em Davos, ele respondeu de forma dura.

“Se por acaso ele errou e isso for provado, eu lamento como pai, mas ele terá que pagar por essas ações que não podemos aceitar”, declarou.

Após a repercussão da sua fala e as especulações sobre um possível isolamento do Flávio Bolsonaro, o presidente voltou no mesmo dia falar sobre o assunto, dessa vez à TV Record, onde mudou e tom passando a defender o filho.

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Entrevista à TV Record também em Davos/Foto: Reprodução

“Acredito nele. A pressão em cima dele é para tentar me atingir. Ele tem explicado tudo o que acontece com essas acusações infundadas, que teve sim seu sigilo quebrado”, afirmou na entrevista concedida em Davos, na Suíça. “Nós não estamos acima da lei. Pelo contrário, estamos abaixo da lei. Agora, que se cumpra a lei, não façam de maneira diferente para conosco. Não é justo atingir o garoto, fazer o que estão fazendo com ele, para tentar me atingir”, disse Bolsonaro.

As investigações do COAF que vinham tendo como alvo principal Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, senador eleito e filho mais velho do presidente, acabou caindo no ‘colo do governo’ causando forte desgaste.