Líder do PSL no Senado diz que escolha de Eduardo Bolsonaro é ‘apagar incêndio com gasolina’

 

Major-Olímpio-680x430Melhor não apostar na pacificação que querem passar para opinião pública em relação a guerra pelo comando no PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro e seus filhos. O senador major Olímpio (SP), líder do PSL no Senado, disse hoje terça-feira (22) que se dependesse de apoio o deputado Eduardo Bolsonaro, não venceria um cone. Major Olímpio disse ainda que colocar o filho do presidente na liderança do partido na Câmara foi o mesmo que “apagar incêndio com gasolina”.

“Se você fizer a votação secreta não dá ele, se você fizer a votação aberta não da ele, se você botar um cone para disputar vai dar o cone”, disse major Olímpio.

Delegado Waldir entrega liderança do PSL a Eduardo Bolsonaro

 

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Deputados Eduardo Bolsonaro e delegado Waldir/Foto: Reprodução

O delegado e deputado federal Waldir (PSL-GO) anunciou nesta segunda-feira (21), que resolveu entregar a liderança do partido na Câmara Federal ao filho do presidente o deputado Eduardo Bolsonaro. Um anova lista foi entregue nela os parlamentares do PSL pedem a mudança do líder.

Indicação de Eduardo Bolsonaro para embaixada dos EUA, já era!..

 

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Foto: Reprodução

A crise do PSL e a falta de votos no Senado para aprovar Eduardo Bolsonaro como embaixador nos Estados Unidos fizeram Jair Bolsonaro suspender os planos de indicar o Zero Três para o posto em Washington.

Interlocutores diretos de Eduardo afirmaram que é “zero” a chance de Bolsonaro enviar a indicação em 2019.

A informação foi confirmada com duas fontes, que avaliam que, se sair, a indicação seria mais próxima do fim do mandato do Zero Três, ou seja, em 2022.

No Itamaraty, a notícia da desistência também já vinha circulando. Diplomatas também especulam se Bolsonaro não cumpriria o que disse lá atrás e colocar Eduardo como chanceler no lugar de Ernesto Araújo.

Segundo interlocutores de Eduardo, não existe essa possibilidade. O deputado deverá permanecer na Câmara.

(por Naomi Matsui, Ana Clara Costa e Guilherme Amado)

‘O lema agora é: os parentes acima de tudo’, Flávio Dino sobre a polêmica da embaixada nos EUA

 

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Foto: Reprodução

Consultado pelo Jornal Folha de São Paulo nesta sexta-feira (12), sobre a polêmica da indicação do deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, para embaixada do Brasil nos Estados Unidos da America, o governador do Maranhão disse que o Brasil fará história com ‘o primeiro caso de nepotismo internacional do Brasil”.

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Para Flávio Dino, que também é ex-juiz federal e professor de Direito Constitucional, as leis e tradições diplomáticas brasileiras devem ser respeitadas.

“A Constituição, as leis e as elevadas tradições da nossa diplomacia devem ser respeitadas, quando do provimento de cargos no Itamaraty. O STF por meio de Súmula Vinculante, veda privilégios a parentes da autoridade nomeante”, disse Flávio Dino.

Embaixada nos EUA: Bolsonaro diz que filho fala Inglês, Espanhol e também é amigo dos filhos de Trump

 

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Deputado Federal Eduardo Bolsonaro em comitiva do pai nos EUA usando um boné de apoio à Donald Trump Foto: Reprodução

BRASÍLIA — O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (11) que cogita nomear o filho Eduardo Bolsonaro , deputado federal pelo PSL-SP, como embaixador do Brasil nos Estados Unidos. Bolsonaro disse também hoje, que por ele, decidiria logo.

“Está no meu radar sim, é uma possibilidade” declarou Bolsonaro.

Bolsonaro justificou sua intensão de indicar o próprio filho para embaixada nos EUA, em razão das qualidades do filho.

“Ele é amigo dos filhos do Trump, fala inglês e espanhol, tem uma vivência muito grande no mundo. Poderia ser uma pessoa adequada e daria conta do recado perfeitamente” disse Bolsonaro todo orgulhoso.

A legislação brasileira estabelece que os chefes de missão diplomática permanente devem ser escolhidos entre os ministros de primeira ou segunda classe (em casos específicos) do Itamaraty, mas abre uma exceção. Também podem ocupar o posto brasileiros natos que não pertençam aos quadros do Ministério das Relações Exteriores e sejam maiores de 35 anos de idade, “de reconhecido mérito e com relevantes serviços prestados ao país”.

A possibilidade de nomear o filho 03 para comandar a Embaixada em Washington veio a público, portanto, um dia depois de o deputado preencher um dos requisitos para assumir o posto. Completar 35 anos.

(Informações O Globo)

Pastor Malafaia manda filho de Bolsonaro respeitar aliados e parar de bajular guru

 

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Pastor Silas Malafaia e o dep. Eduardo Bolsonaro/Foto: Reprodução

Ao que parece a paciência do pastor Silas Malafaia chegou ao limite com o ativismo leviano dos filhos do presidente nas redes sociais. O polêmico pastor e aliado do presidente Jair Bolsonaro está inconformado com declarações recentes no twitter do deputado Eduardo Bolsonaro, que acompanha o pai nos EUA.

MAIS UMA VEZ EDUARDO BOLSONARO PERDE A OPORTUNIDADE DE FICAR DE BOCA FECHADA> O moço falou besteira na questão da saída de Lula para o velório do neto, fez meia culpa, falou besteira sobre imigrantes, falou besteira dizendo que Olavo de Carvalho é o maior responsável pela vitória”, Malafaia destacando algumas das polêmicas criadas recentemente por Eduardo Bolsonaro.

O pastor não gostou nem um pouco, que o filho do presidente tenha atribuído ao controverso Olavo de Carvalho, o maior responsável pela vitória de Jair Bolsonaro nas urnas. Classificando a declaração de ridícula.

“O QUE O PRESIDENTE BOLSONARO FALOU DIVERSAS VEZES Se 80% dos evangélicos me apoiarem eu vou ser eleito presidente. Foi o que aconteceu. Vem agora seu filho, aprendiz de político , dizer q Olavo de Carvalho é o maior responsável pela vitória do pai. SIMPLESMENTE RIDÍCULO !” disse Malafaia.

Por fim, Mallafaia aconselhou o deputado Eduardo Bolsonaro aprender mais sobre política, para começar respeitando aliados e deixando de bajular gurus.

“EDUARDO BOLSONARO! Eu fui um dos principais apoiadores do seu pai na campanha. Continuo apoiando e peço a Deus que ele faça um grande governo em prol do povo brasileiro. Você como político tem muito que aprender. Para começar aprenda a respeitar aliados e deixe de bajular guru.”

Acirrada guerra entre Petistas e Bolsonaristas na Câmara Federal

 

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Henrique Fontana (PT-RS) e Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)/Foto: Reprodução

O clima hostil  na Câmara e Senado Federal ao que parece será uma constante nessa legislatura. E tudo deverá girar em torno das divergências entre lulistas e bolsonaristas. Na sessão de terça-feira (5), a primeira após a solenidade e confraternização de reinicio  dos trabalhos, deu o tom de como será os próximos quatro anos no Congresso Nacional

Petistas e bolsonaristas voltaram se confrontar ontem quarta-feira (6). O motivo foi a coleta de assinaturas para instalação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquéritos) do Coaf, que envolve o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e seu motorista Fabrício Queiroz, alvos de investigação sobre movimentações financeiras consideradas “atípicas” pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

O deputado Henrique Fontana (PT-RS) defendia a CPI das Milícias da tribuna, quando o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) reagiu e pedindo a instição do PT, em seguida informou ao plenário a condenação do ex-presidente Lula, no caso do Sitio de Atibaia.