Capelli entrega relatório sobre intervenção nesta sexta-feira, dia 27

O interventor federal na segurança do Distrito Federal, Ricardo Cappelli, vai apresentar o relatório sobre o período das ações durante a intervenção após os ataque golpistas aos Três Poderes, ocorrido em 8 de janeiro, em Brasília.

O relatório seria entregue nesta quinta-feira, dia 26, mas foi adiado e o objetivo foi os mais recentes vídeos tornados públicos está semana sobre as ações golpistas na invasão aos três poderes.

A intervenção no Distrito Federal no dia 8 de janeiro será encerrada na próxima terça-feira, dia 31, o processo já foi iniciado com o anunciou do novo Secretário de Segurança, o delegado da PF, Sandro Avelar, indicado pela governador em exercício.

“Iniciamos hoje o processo de transição para o novo secretário de segurança pública do DF indicado pela governadora em exercício, Celina Leão. A intervenção federal termina no dia 31. Perfeita harmonia com o delegado Sandro Avelar.”, destacou Ricardo Capelli.

O interventor quer uma analise mais criteriosa dos registros flagrados pelas Câmeras dos Três Poderes. A apresentação do relatório ao presidente Lula será realizada amanhã, dia 27, a entrega do relatório sobre a intervenção do Distrito Federal.

Dino e Capelli discutiram forte com general que Lula exonerou

Do Metrópolese

O general Júlio César de Arruda, demitido do Comando do Exército por Lula, travou fortes discussões com o Interventor da Segurança em Brasília, Ricardo Capelli, e também com o ministro Flávio Dino, Justiça e Segurança, na noite do dia 8 de janeiro.

Tudo começou quando o comandante militar do Planalto, general Gustavo Henrique Dutra de Menezes, travou uma dura discursão com o interventor Ricardo Cappelli. O clima esquentou após o interventor que estava comandando a PM chegou ao setor Militar do Comando Urbano e anunciou a prisão dos golpistas acampados em frente ao quartel-general. O general afirmou que a tropa da PM não passaria dali.

Foi então que o comandante do Exercito e Cappelli reuniram-se, no Comando Militar do Planalto. Deu-se, então, a primeira discussão tensa de Arruda naquela noite, quando chegou a colocar o dedo na cara de Cappelli e do então comandante da PM, coronel Fábio Augusto Vieira.

Em seguida os ministros Flávio Dino, José Múcio (Defesa) e Rui Costa (Casa Civil) chegaram, e os três reuniram-se com o general Arruda, a sós. Neste momento, a temperatura entre Dino e Arruda subiu.

O general exigiu que os ônibus dos golpistas, que haviam sido apreendidos pela Polícia Militar por ordem de Dino, fossem devolvidos. Dino afirmou que não devolveria, porque era prova do cometimento de um crime, e assim seriam tratados.

O general, subindo o tom de voz, insistia que ninguém seria preso no acampamento, conforme relatou a repórter Marina Dias. Dino também alterou a voz e manteve que a ordem dele seria cumprida e todos seriam presos.

Os dois já estavam em pé e o clima tenso quando o ministro Rui Cosa interveio e conduziu a conversa para uma conciliação. Ficou acordado que as prisões não seriam naquela hora, mas, sim, no dia seguinte de manhã.

Bancada do PSB ratifica apoio a Dino, Capelli e ao governo Lula

O deputado federal, Duarte Jr (PSB-MA), junto com os demais parlamentares da bancada do partido, se reuniram nesta quinta-feira, dia 12, com o ministro Flávio Dino, Justiça e Segurança Pública, e o Secretario Executivo do Ministério, Ricardo Capelli, nomeador interventor da Segurança em Brasília, após os ataques terrorista nos três poderes, ambos também são do PSB.

Participei com a bancada do PSB de uma vista ao querido amigo é professor, hoje, Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino e o interventor na segurança pública do DF, Ricardo Capelli. Reforçamos nosso apoio às ações de defesa da democracia e da ordem pública

O encontro ocorreu no Ministério da Justiça e teve objetivo fortalecer o apoio às ações dos aliados, pautas e defesa do governo Lula na Câmara Federal.

Ricardo Capelli é nomeado interventor na Segurança em Brasília

O presidente Lula (PT), em pronunciamento neste domingo, dia 8, sobre o vandalismo promovido nos prédios dos três poderes em Brasília, assinou decreto de intervenção na Segurança Pública de Brasília, que ficará a cargo de Ricardo Capelli, Secretario Executivo do Ministério da Justiça, ficará em vigor até 31 de janeiro.

Sobre as providencias em relação aos atos de vandalismo em Brasília, ele disse que todos os lideres e financiadores dessas praticas terroristas serão identificas e punidos. Lula também criticou a postura da policia militar de Brasília.

“Os policiais que ajudaram os terroristas hoje em Brasília não podem ficar impunes e não podem ficar na corporação, porque não são de confiança. Eles devem ser punidos”, disse Lula.

Madeira comandará Casa Civil e a Comunicação no governo do MA

O governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), anunciou nesta sexta-feira, dia 30, o secretário-chefe da Casa Civil, Sebastião Madeira, também interinamente na Secretaria de Estado da Comunicação.

Madeira acumulará as duas pastas, ele substituirá Ricardo Capelli, que passou a integrar a equipe de Flávio Dino no Ministério da Justiça e Segurança.

“Com a saída do jornalista @RicardoCappelli, o secretário-chefe da Casa Civil, Sebastião Madeira, assume interinamente a Secretaria de Comunicação, acumulando as funções. Bom trabalho!”, anunciou Carlos Brandão.

O governador também ressaltou a importância do resultado das eleições 2022, com destaque para a vitória do presidente Lula de democracia, que segundo ele, se consolidará no dia 1º de janeiro de 2023.

“Desejo uma jornada de sucesso e agradeço” diz Brandão sobre Capelli

O governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), parabenizou o jornalista, Ricardo Capelli, que será secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública a partir de 1º de janeiro de 2023.

Ricardo Capelli foi convidado pelo ex-governador e futuro ministro da pasta, Flávio Dino, do qual foi Secretário de Estado da Comunicação e permaneceu durante o governo Carlos Brandão.

“Parabenizo o jornalista Ricardo Capelli, que vai compor o Ministério da Justiça na equipe do futuro ministro Flávio Dino, como secretário-executivo. Terá forte contribuição no setor. Desejo uma jornada de sucesso e desde já agradeço seu empenho em nosso governo.”, disse o governador Carlos Brandão.

O futuro ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB), deverá montar a sua equipe até dia 20 de dezembro. O anuncio de Capelli para secretária-executiva foi realizado ontem, quarta-feira, dia 14, foi anunciado também Marivaldo Pereira para a Secretaria de Acesso à Justiça, cargo que será criado na nova gestão. Ele foi secretário-executivo e de segurança pública do Ministério da Justiça no governo Dilma Rousseff.

“Quem apostou que Lula não iria se posicionar, perdeu”, diz Capelli

O Secretário de Comunicação do Estado, Ricardo Capelli, na noite desta sexta-feira, dia 23, destacou em tom de provocação o vídeo do ex-presidente Lula (PT), ratificando quem são seus aliados e pedindo votos para eles na disputa eleitoral no Maranhão.

Capelli ao enaltecer o posicionamento de Lula em relação ao apoio a Carlos Brandão (PSB) e Flávio Dino (PSB), lembra que também nesta semana o presidente Jair Bolsonaro, sem citar nomes, disse que tem três candidatos ao governo do Maranhão.

“Bolsonaro tem 3 candidatos no Maranhão. Lula só tem 1. Quem apostou que Lula não iria se posicionar, perdeu”, provocou Capelli.

Eleições 2022: prognóstico da disputa no Maranhão, segundo Capelli

O dirigente do PSB no Maranhão, Ricardo Capelli (Secretário de Comunicação do Estado), nesta quinta-feira, dia 11, avaliou o cenário político eleitoral ao governo e projetou prováveis consequências eleitorais.

Com o inicio oficialmente da propaganda e campanha eleitoral, segundo Capelli, o bolsonarista raiz Lhaésio Bonfim (PSC), já teria ocupado a segunda colocação na disputa ao governo do Maranhão, o que justificaria os ataques que Lahésio passou a sofrer.

1 – Tudo indica que Lahesio Bonfim já está em 2° lugar na corrida para o governo do Maranhão. Vai se consolidando o cenário que as curvas das pesquisas indicam desde janeiro. Se houver 2° turno, será entre o governador Carlos Brandão e o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes.

2 – Isso explica a agressividade dos partidários de Weverton contra Lahesio. O senador deve perder votos com o início do horário eleitoral gratuito. A parcela de eleitores de Flávio Dino que ainda está com ele migrará naturalmente para Brandão.

3 – O atual governador crescerá inevitavelmente com o início da TV. Os 7 anos e meio de governo possuem elevada aprovação popular. O povo reconhece que o estado mudou. Lula e Flávio Dino são os maiores líderes populares.

4 – Eleito pela militância bolsonarista como seu representante, Lahesio também deve manter sua curva de crescimento. Bolsonaro terá cerca de 30% dos votos no estado. O candidato deste setor pode ter cerca 25% dos votos para o governo

5 – Eleição é posicionamento e mensagem correta. Quem não possui, fica como um barco de motor quebrado no meio do oceano sacudindo ao sabor dos ventos e rezando por um milagre. A chance de naufrágio nestes casos é enorme.

“subida de Brandão já permite pensar em 1º turno”, avalia Capelli.

O secretário de Comunicação e um dos dirigentes do PSB no Maranhão, Ricardo Capelli, avaliou nesta terça-feira, dia 26, que as mais recentes pesquisas divulgadas para o governo do estado, reforça a possibilidade de vitória do governo Carlos Brandão (PSB), no 1º turno.

Segundo Capelli, os números revelam estagnação do senador Weverton Rocha (PDT), principal adversário de Carlos Brandão, somado a ameaça de Lahésio Bonfim (PSC), ultrapassar o pedetista, justificariam uma eventual definição do pleito no dia 2 de outubro no Maranhão.

Ricardo Capelli sobre a pesquisa Econométrica/O Imparcial para o governo do Maranhão:

1 – Brandão com 11 pontos de diferença de Weverton, que já aparece empatado tecnicamente com Lahesio. Este resultado explica o motivo da campanha de Weverton ter aberto guerra contra Lahesio há 10 dias.

2 – Brandão segue colhendo os frutos de um governo com aprovação elevada e do apoio dos dois maiores cabos eleitorais do Maranhão: Lula e Flávio Dino. O governador deve manter esta curva de crescimento, movimento previsível e absolutamente natural.

3 – Weverton segue estacionado, com os mesmos números desde 2021. Os recentes escândalos envolvendo o orçamento secreto podem já estar cobrando seu preço também. Quem fica parado está, na verdade, perdendo espaço relativo.

4 – Lahesio segue sua curva de crescimento impulsionado pelo melhor posicionamento. É claramente um candidato de oposição ao governo e é o escolhido pela base bolsonarista. Deve continuar crescendo. Se houver segundo turno, o ex-prefeito deve ficar com a segunda vaga.

5 – Weverton segue preso em seu labirinto. Foi governo por 7 anos, mas agora é “oposicao envergonhada”. É do partido de Ciro, mas pisca pra Lula e vive agarrado com Bolsonaro. Candidato sem posicionamento é um barco à deriva. Não vai a lugar algum.

6 – A curva de subida de Brandão já permite pensar em primeiro turno. Não seria uma novidade.

Moro, o teto de gastos e a histeria dos náufragos

Ricardo Cappelli

É curiosa a histeria dos liberais quando se coloca em debate a revisão do teto de gastos e da reforma trabalhista. A situação é tão pitoresca que o establishment resolveu fazer de um ex-juiz medíocre e ignorante o novo farol do liberalismo brasileiro. Roberto Campos deve estar dando voltas no túmulo.

Em contato com a realidade objetiva, os pseudoliberais brasileiros resolveram que transformariam esterco em ouro. Difícil funcionar.

A reforma trabalhista não criou os empregos prometidos. Se corrigiu pequenas disfunções de nosso sistema, serviu mesmo para aprofundar, maximizar e oficializar a mais-valia que avança em progressões geométricas.

O teto de gastos é outra ficção. Uma jabuticaba inventada pelo desespero de um presidente que tentava se agarrar à cadeira – a guinada fiscalista e neoliberal de Temer com a sua “Ponte para o Futuro” rompeu com as tradições históricas do MDB, patrono da Constituição Cidadã de 1988.

O que o tal teto trouxe de benefícios? Fechamos 2021 com a inflação em dois dígitos e o desemprego nas alturas. Permanentemente ameaçado por suas próprias loucuras, Bolsonaro liquidou o orçamento público e a capacidade de investimento do país.

São raros os liberais autênticos no Brasil. O que temos de sobra é uma elite atrasada, escravocrata e sem nenhum compromisso com o país.

O que hoje ameaça a democracia é o mesmo que está transformando a nossa elite em alquimista de quinta categoria: a desigualdade crescente. Segundo o economista francês Thomas Piketty, vivemos a maior concentração de renda e riqueza da história da humanidade.

Ninguém nasce com “vontade de democracia”. Ela é um contrato social assinado pelo povo com a garantia de que a sua vida vai melhorar. Sem apresentar ideias que dialoguem com este problema histórico objetivo – desemprego estrutural ascendente, formação de exércitos de “inimpregáveis”, concentração brutal da renda e do capital -, nenhuma ideologia fica de pé.

Quais as propostas dos liberais para resolver estas questões? Uberização das relações de trabalho? Teto de gastos para impedir a expansão das políticas sociais e a possibilidade de um novo projeto nacional de desenvolvimento?

André Lara Resende, economista, intelectual e considerado um dos pais do Plano Real tem dinamitado o neoliberalismo anacrônico e mofado. O insuspeito liberal, ciente do momento histórico vivido pelo atual processo de acumulação capitalista, adotou a defesa de um neokeynesianismo com foco no planejamento e na eficiência.

O “campo liberal” está em crise por ver que seus pressupostos clássicos estão naufragando diante de uma realidade cada vez mais excludente. Não adianta defender um bolsonarismo “educado e pró-vacinas” sem Bolsonaro.

Para ficar com as mesmas ideias com voz de marreco, talvez a parcela conservadora de nossa sociedade prefira o original.