STF derruba por 6 a 5 prisão após condenação em 2ª instancia

 

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O presidente da Corte, Dias Toffoli, procedeu seu voto em favor das ADCs 43, 44 e 54 que questionavam no tribunal a validade das prisões após condenação em segunda instância. Com sua decisão foi derrubada o entendimento que havia desde 2016. 

Antes o ministro do STF, Celso de Mello, empatou o julgamento. Com isso o presidente da corte Dias Toffoli terá que desempatar, o resultado até então era esperado.

Votaram a favor da prisão em segunda instância: Roberto Barroso, Carmem Lúcia, Luis Fux, Alexandre Morais e Edson Fachin. Votaram contra: Marco Aurélio, Gilmar Mendes, Rosa Weber, Ricardo Lewandowiski e Celso de Melo.

O ministro Celso de Mello defendeu a presunção da inocência como uma “conquista histórica” e que a repressão a qualquer modalidade de crime não pode transgredir o devido processo legal.

“O que está em jogo é o exame de um direito fundamental, conquista histórica da cidadania em face do Estado, que costuma ser combatido por regimes opressores (…) Nada recompensa o rompimento da ordem constitucional”, alertou.

Para Márcio Jerry projeto de Bolsonaro sobre armas é vitória da Violência

 

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Mércio Jerry (PCdoB-MA), vice-líder do partido na Câmara/Foto: Reprodução

O deputado Márcio Jerry, vice-líder do PCdoB na Câmara Federal, criticou a tramitação e aprovação nesta semana do projeto do governo Bolsonaro, que amplia, e que passará agora ser analisado no Senado.

O polêmico projeto chamado por Jerry de “bangue-bangue” não passou por nenhuma comissão da Câmara. Ele disse ainda que em sendo também aprovado no Senado representará uma vitória da cultura da violência.

“Mais armas de fogo significam dramaticamente mais mortes. É um absurdo que tem por trás seguramente o poderoso lobby das indústrias de armas. Sou contra o projeto, eu voto pela paz”, disse Jerry.

O projeto facilitar a posse e o porte de armas, e ainda, regulariza a posse sem comprovação de capacidade técnica e laudo psicológico. No Brasil morrem mais de 43 mil pessoas vitimas de arma de fogo.

Gleen é agredido ao vivo no Pânico por Augusto Nunes

 

A agressão acorreu na manhã desta nesta quinta-feira (7), durante o Programa Pânico. Quando o diretor do The Intercept Brasil, Glenn Greenwald, soube que Augusto Nunes estaria junto na bancada, ele topou participar mesmo assim.

No início do programa, Glenn lembrou que Nunes usou os filhos para critica-lo. Augusto disse que era um comentário humorado. Mesmo assim, Glenn o chamou de “covarde, covarde” e foi agredido por Augusto Nunes.

Maranhão fora da lista dos que ultrapassaram limite de pessoal

 

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Estados limitesHoje quarta-feira (6), o governo federal através do Tesouro Nacional, corrigiu o erro de ontem ao divulgar os estados que ultrapassaram o limite de gasto com pessoal. Entre as unidades federativas estava incluído o Maranhão. A informação foi contestada pelo governador Flávio Dino logo após a divulgação. Os adversários do comunista chegaram comemorar efusivamente o fato do estado está na lista e mostrado nacionalmente.

Leilão do Pré-Sal: “quem evitou um imenso vexame foi a Petrobras”

 

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), comentou com O Antagonista o resultado do leilão de hoje do pré-sal.

Ele disse que a expectativa de arrecadação era bem superior, “até porque se tratava de um leilão de bens já cabalmente identificados e, portanto, de baixo risco”.

Assim como o deputado Marcelo Ramos (PL) — veja aqui –, Dino considera que questões políticas influenciaram no resultado.

“Creio que a opção política por táticas de permanente conflagração, gerando constantes instabilidades institucionais, é um dos fatores que quebra a confiança de investidores privados.”

O governador acrescentou que “quem acabou por evitar um imenso vexame no leilão foi a Petrobras, tão atacada nos últimos anos”. Na avaliação dele, “isso mostra que destruir todo o setor público não é um bom caminho”. (O Antagonista)

Para Weverton a Petrobras venceu o ‘entreguismo’ do governo no Pré-Sal

 

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Senador Weverton (PDT-MA)/Foto: Reprodução

No twitter o senador Weverton (PDT-MA), se posicionou sobre o megaleilão do Pré-Sal, realizado nesta quarta-feira (6). O resultado frustou as expectativas do governo, e o vexame não foi maior por causa da Petrobras. Para o senador ficou claro que o livre comercio não é a solução para tudo, como quer convencer a todos o governo e principalmente o ministro da Economia.

‘A #Petrobras salvou o megaleilão do pré-sal do fracasso absoluto hoje. Um grito de NÃO AO ENTREGUISMO! O livre mercado não é salvação para tudo, como vimos. Outra lição do dia: os grandes investidores não confiam tanto nesse governo como os governistas pregam. #PreSal ‘, disse Weverton.

Flávio Dino alerta para ‘pegadinha’ no pacote de Guedes e Bolsonaro

 

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Flávio Dino, governador do Maranhão/Foto: Reprodução

O governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB), disse na manhã desta terça-feira (6), que o pacote do governo Bolsonaro apresentado ontem no Congresso tem ‘embalagem’ com ideias necessárias para esconder o objetivo real, manter a riqueza concentrada na mão da minoria da população brasileira.

“Sobre pacotes: em meio a algumas ideias úteis, embrulha-se o principal, ou seja, concentração de riqueza e renda nas mãos de poucos. Assim é impossível haver consumo e poupança privada. E, por conseguinte, impossível haver investimentos privados para impulsionar desenvolvimento”, avaliou Flávio Dino.

De acordo com Flávio Dino o ‘estado mínimo’, obsessão de Paulo Guedes, que incautos passaram defender como solução para desenvolver o país, na verdade aprofundará as desigualdades e a pobresa. Ele lembra ainda que preparar o governo para priorizar e atender interesses do 1% mais rico da população brasileira poderá trazer consequências políticas e sociais graves a curto e médio prazo ao Brasil.

“Estado mínimo” significa maior concentração de riqueza e renda nas mãos de poucos. Políticas públicas são essenciais para os mais pobres e para a classe média. É um erro estrutural governar para o 1% mais rico da sociedade”, alerta o governador Flávio Dino.

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes propõem desmonte de benefícios trabalhistas

 

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Nas propostas apresentadas e entregues por Bolsonaro e Paulo Guedes na terça-feira (5), no Congresso Nacional, há extinção de 248 fundos públicos, entre eles, está o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), que destina recursos para o seguro-desemprego e abono salarial.

Segundo a Folha de S.Paulo, Bolosnaro e Guedes sabem que receberam criticas e resistência pela medida, pela medida representar o desmonte de benefícios trabalhistas. O objectivo do governo é utilizar cerca de R$ 40 bilhões depositado no cofre do FAT.

Os fundos são alimentados por recursos e vinculados a um recebimento específico, como tributos, royalties ou receitas de empresas beneficiárias de incentivos fiscais.

Dos fundos públicos, ficariam preservados apenas 33 deles, como o FPM (Fundo de Participação dos Municípios), o FPE (Fundo de Participação dos Estados), o FCO (Fundo de Financiamento do Centro-Oeste), o FNE (Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste) e o FNO (Fundo Constitucional de Financiamento do Norte). (Informações Revista Fórum)