A Polícia Federal deflagrou a ‘Operação Contra Golpe’, nesta terça-feira, dia 19, que investiga suposto plano de execução de presidente Lula, o vice-presidente Geraldoi Alckimin e o ministro do STF, Alexandre de Moraes.
O objetivo seria impedir a posse do governo legitimamente eleito em 2022 e restringir o livre exercício do Poder Judiciário.
As investigações apontam que a organização criminosa se utilizou de elevado nível de conhecimento técnico-militar para planejar, coordenar e executar ações ilícitas nos meses de novembro e dezembro de 2022.
Os investigados são, em sua maioria, militares com formação em Forças Especiais (FE).
Entre essas ações, foi identificada a existência de um detalhado planejamento operacional, denominado “Punhal Verde e Amarelo”, que seria executado no dia 15 de dezembro de 2022, voltado ao homicídio dos candidatos à Presidência e Vice-Presidência da República eleitos.
Ainda estavam nos planos a prisão e execução de um ministro do Supremo Tribunal Federal, que vinha sendo monitorado continuamente, caso o Golpe de Estado fosse consumado.
O Brasil teve grandes primeiras-damas e outras nem tanto. Mas todas tinham um comportamento exemplar em público.
Primeiras-damas brilhantes como Sara Kubistchek e Ruth Cardoso deram grandes contribuições ao Brasil.
Dona Sara criou a Rede de Hospitais Sara que atende milhares de pessoas em todo Brasil.
Ruth Cardoso criou o programa Capacitação Solidária, formando milhares de pessoas para várias atividades através de Associações Comunitárias. Criou, também, o vale gás. Tais programas foram estuprado pelo PT que os transformou, com a desculpa de distribuição de renda, no Bolsa Família.
Mas o brasileiro nunca tinha ouvido, em público, num evento de repercussão internacional uma primeira-dama mandar, quem quer que seja, “ir se foder”. E foi isso que fez a digníssimo primeira-dama Janja da Silva ao discursar no G-20 Social, realizado no Rio de Janeiro. “FUCK YOU, ELO. MUSK”, gritou a senhora Janja para delírio de uma platéia de maioria imbecil.
O braseiro sabe que algumas primeiras-damas fizeram pior que isso, nas alcovas palacianas. Mas em público é a primeira vez.
Não se trata de hipocrisia, falso moralismo, mas só uma questão de postura de uma “autoridade”, em público. É a tal “liturgia do cargo”.
O presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, afirmou nesta quinta-feira, di 14, durante sessão plenária Corte que o atentado ocorrido ontem, quarta-feira, dia 13, na Praça do Três Poderes, quando um homem atirou um artefato explosivo em direção ao STF e depois detonou um segundo que causou sua morte imediata, reforça a necessidade de responsabilização de todos que atentem contra a democracia.
Barroso reiterou que o Tribunal continuará a cumprir com sua função de guardião da Constituição e a simbolizar os ideais democráticos do povo brasileiro e a luta permanente pela preservação da liberdade, da igualdade e da dignidade de todas as pessoas.
Também se posicionaram sobre o fato os ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, André Mendonça, Fláavio Dino e Paulo Gonet (PGR).
“Muito embora o extremismo e a intolerância tenham atingido o paroxismo em 8 de janeiro de 2023, a ideologia rasteira que inspirou a tentativa de golpe de Estado não surgiu subitamente”, afirmou. “O discurso de ódio, o fanatismo político e a indústria de desinformação foram largamente estimulados pelo governo anterior”, destacou Gilmar Mendes.
“No mundo todo, alguém que coloca na cintura artefatos para explodir pessoas é considerado terrorista (…) Essas pessoas não são só negacionistas na área da saúde; são negacionistas do Estado Democrático de Direito, e devem e serão responsabilizadas”, disse Alexandre de Moraes.
“Tenho orgulho de, quando presidente do STF e do Conselho Nacional de Justiça, ter aprovado a criação da Polícia Judicial, transformando a nossa Assessoria de Segurança em polícia, diante de tudo que acontecia e daquilo com que hoje vamos nos deparando”, ressaltou Dias Toffoli.
“Nesta véspera do dia em que se comemora a República, o que pretendemos é que, cada vez mais, a sociedade brasileira seja democraticamente republicana, para que a luz do melhor direito impere, e não os atos que vimos acontecer ontem”, ressaltou Cármen Lúcia.
Não é o poder da força, mas o poder dos argumentos e das boas razões que deve nortear a prática da democracia e da liberdade em seu contexto mais amplo”, disse André Mendonça.
“que leva a ódios especialmente concentrados” e cria “uma mitologia negativa no discurso político no Brasil, que é a lenda das decisões monocráticas” (…) A decisão de apenas um ministro não decide os rumos do Tribunal, porque todos os ministros, concordando ou discordando, participam das decisões do colegiado”, afirmou Flávio Dino.
“Está claro que o desrespeito às instituições continua a ter sinistros desdobramentos, demonstrando a importância do esforço que vem sendo desenvolvido pela PGR e pelo STF na apuração de responsabilidades e punição por atos violentos de propósito antidemocrático”, destacou Paulo Gonet.
O presidente Lula disse que está pronto para “enfrentar a extrema-direita” nas eleições presidenciais de 2026. A declaração foi dada em entrevista a CNN, com a jornalista Christine Amanpour exibida nesta sexta-feira, dia 8.
Lula também falou sobre o nome de alguém mais jovem para concorrer em 2026, e ainda, a relação entre Bolsonaro e Trump.
“Eu tenho o compromisso de entregar esse país com economia equilibrada, menos desemprego. Vou deixar para pensar 2026 em 2026. Tem vários partidos que me apoiam, vou discutir isso com muita seriedade e sobriedade. Então, se chegar na hora e os partidos resolverem que não têm nenhum outro candidato para enfrentar uma pessoa da extrema-direita, negacionista, obviamente estarei pronto para enfrentar. Mas espero que não seja necessário. Espero que a gente tenha outros candidatos e que possa fazer uma grande renovação política no país e no mundo (…) Governar não é praticar esporte, ou seja, não é o problema da juventude que vai resolver o problema da governança. O que vai resolver o problema da governança é a competência do governante, é o compromisso do governante, é a cabeça do governante, é a saúde e os compromissos do governante (…) Ele era presidente e eu o derrotei — respondeu. — Se ele (Bolsonaro) estava apoiando o Trump, ele não tem voto nos Estados Unidos”, disse Lula.
O presidente Lula (PT), desejou ‘sorte e sucesso’ para o republicano Donald Trump, na manhã desta quarta-feira, dia 6, após vitória nas urnas nos EUA. O presidente brasileiro também enalteceu a decisão da maioria dos americanos e destacou que a ‘democracia deve ser sempre respeitada’.
O presidente Lula, poderia estar mais à vontade na sua manifestação a Tump, se a menos de uma semana não tivesse manifestado publicamente sua preferência por Kamala Herris, candidata derrotada. O governo brasileiro avalia a possibilidade de um telefonema de Lula para Trump.
A Justiça do Distrito Federal condenou, Elisangela Rocha Pires de Jesus, por injúria racial contra seguranças do ministro do STF, Flávio Dino.
A pena aplicada foi de um ano e cinco meses de prisão, mas a condenação foi convertida em prestação de serviços à comunidade. Na decisão o juiz Marcos Francisco Batista ratifica crime nas ofensas da acusada.
“Não há dúvida, pois, quanto à prática de injúria racial, em razão da procedência nacional das vítimas, uma vez que a acusada utilizou expressões que, naquele contexto, notoriamente foram empregadas para ofender as vítimas, em nítida discriminação em razão da origem delas”, afirmou o magistrado.
De acordo com a acusação, a mulher abordou o ministro no estabelecimento comercial e passou a chamá-lo de “ladrão” e “vagabundo” e o acusou de “roubar o país”.
Ao ser contida pelos seguranças do ministro e receber voz de prisão, a mulher chamou os profissionais de “macacos” e fez comentários preconceituosos ao se referir ao Maranhão, estado natal do ministro e dos seguranças.
Com a decisão, Elisângela Rocha Pires de Jesus deverá indenizar os seguranças em R$ 5.680, além da prestação dos serviços.
O caso de injúria ocorreu no dia 29 de dezembro de 2022 em um shopping de Brasília. Durante o processo, os advogados defenderam a absolvição da acusada por entenderem que as falas não configuraram crime.
O governador Carlos Brandão (PSB), se reuniu na noite de sexta-feira, dia 1º, em São Luís, prefeitos e prefeitas eleitos em 2024 no Maranhão, em uma casa de eventos. Além de celebrar a vitória dos eleitos o ato também foi uma demonstração de força política do governador.
“…Encerramos a noite desta sexta-feira no encontro com os prefeitos e prefeitas eleitos no último pleito municipal. Um primeiro encontro institucional para parabenizá-los pela vitória, fortalecer a parceria que transforma o Maranhão e para construirmos uma gestão mais eficiente e municipalista. Com diálogo e união, vamos garantir que os recursos e as políticas públicas cheguem a cada canto do nosso estado. Juntos, vamos trabalhar em prol dos maranhenses…”, destacou Brandão.
O ministro do STF, Flávio Dino, determinou nesta sexta-feira, dia 1º, a retirada de circulação de quatro livros jurídicos com trechos considerados homofóbicos e misóginos.
As obras, publicadas entre 2008 e 2009, foram alvos de denúncia do Ministério Público Federal (MPF) após manifestações de estudantes da Universidade Estadual de Londrina (UEL), onde os livros estavam disponíveis para consulta.
Os livros barrados são:
Teoria e Prática do Direito Penal (2009), de Luciano Dalvi e Fernando Dalvi;
Manual de Prática Trabalhista (2009), de Luciano Dalvi e Fernando Dalvi;
Curso Avançado de Direito do Consumidor: Doutrina, Prática e Jurisprudência (2009), de Luciano Dalvi;
Curso Avançado de Biodireito (2008), de Luciano Dalvi e Fernando Dalvi.
Entre os trechos considerados ofensivos está a afirmação de que crianças seriam “incentivadas a serem homossexuais”, o que representaria um “risco à sociedade”. Os autores, de forma infundada, também relacionam Aids e HIV com pessoas LGBTQIAP+.
Em outro ponto, os autores sugerem ainda que funcionários homossexuais seriam “partidários de uma causa maléfica” e que deveriam ser “tratados” ou demitidos.
Segundo a decisão do ministro, os livros podem ser reeditados, mas apenas se os trechos inconstitucionais forem removidos. Dino reforçou que, embora a liberdade de expressão seja um direito fundamental, o STF tem entendimento consolidado de que tal direito não é absoluto, sendo passível de intervenção judicial em casos de abuso evidente.