O governado do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), contestou na manhã desta quarta-feira (25), o argumento do presidente Bolsonaro durante pronunciamento em rede nacional, que defendeu o fim do isolamento social da população, medida de prevenção contra o Covid-19, para salvar a economia do país.
De acordo com Dino, só não entende que ‘salvar vidas e proteger a economia’ são compatíveis, quem não consegue ‘ caminhar e mascar chiclete’ ao mesmo tempo.
Jair Bolsonaro não quis correr o risco de ver a MP 927, editada ontem, domingo (22), pelo governo federal, ser derrubado no Congresso. O presidente informou no twitter nesta segunda–feira (23), que revogou o item da medida que autorizava as empresas suspenderem contratos de trabalho por 4 meses, sem salários.
A MP está sendo alvo de criticas de vários seguimentos da sociedade e classe política. Bolsonaro ainda tentou dizer que a MP garantia o pagamento dos trabalhadores, mas no documento não havia nenhuma informação confirmando.
Após um jogo de desinformação típica dos atuais ocupantes do Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido-RJ) postou, nesta sexta-feira (13), em suas redes sociais, que o seu exame para o COVID-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, feito no Hospital das Forças Armadas pelo laboratório Sabin, deu negativo.
Ao fazer o post, Bolsonaro colocou uma foto sua dando uma banana para a imprensa.
O primeiro exame realizado pelo presidente Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (12) teve resultado positivo para o coronavírus. Caso a contraprova do teste confirmasse a primeira versão, o ex-capitão seria o primeiro chefe de Estado a contrair a doença. (Revista Fórum)
O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), que têm demonstrado preocupação com a Crise Econômica Mundial influenciada mais fortemente pela Pandemia do Coronavírus, criticou nesta quinta-feira (12), a forma como a situação vem sendo conduzida no Brasil.
“Bolsa despencando, dólar nas alturas, economia parando, coronavírus chegando. Brasil está sem comando. E alguns só sabem falar em “reformas” duvidosas e que não produzem efeito de curto prazo, como está PROVADO com a reforma da Previdência”, destacou Flávio Dino no twitter.
Além da preocupação com a crise, Flávio Dino, tem sugerido ao governo federal alternativas para enfrentá-la. Quanto ao Maranhão, disse que está fazendo sua parte, no que tange a economia com a manutenção das obras públicas e preparando o sistema de saúde para enfrentar o coronavírus.
“Quanto ao que nos cabe no Maranhão, estou adotando todas as providências possíveis, especialmente manter obras públicas (para não piorar recessão e desemprego) e preparar ao máximo o nosso sistema de saúde para os casos de coronavírus”, acrescentou Flávio Dino.
A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), se somou aos políticos que criticaram Jair Bolsonaro, em relação a mais recente polêmica criada pelo presidente da republica. O alvo dessa vez de Bolsonaro foi o Sistema Eleitoral Brasileiro.
“Deslegitimar as eleições presidenciais de 2018, fazendo uma acusação grave, sem apresentar provas e sem levar os “fraudadores” à justiça em meio a uma crise econômica, fiscal e política global é de uma irresponsabilidade sem tamanho. Essa verborragia é um grave problema”, destacou Eliziane.
A senadora maranhense recomendou ainda que Bolsonaro se espelhe em posturas como as dos ministros Tarcísio Freitas (Infraestrutura) e Henrique Mandetta (Saúde). Para ela, os ministros citados conseguem mostrar resultados em suas pastas, sem ficarem criando conflitos “tolos”.
“O governo federal tem em seus próprios quadros pessoas que dão a linha de como deveria ser a atitude do governo, com mais gestão e menos conflitos. Os ministros Tarcísio Freitas (Infraestrutura) e Henrique Mandetta (Saúde) tem conseguido mostrar trabalho e sempre se mantêm longe de confusões tolas e desnecessárias” completou Eliziane Gama.
Falando para brasileiros em Miami no EUA, Bolsonaro disse que as eleições de 2018, onde se elegeu presidente foi fraudada. No mesmo evento, ele também chorou e ainda arrancou risadas dos presentes. Sobre o impacto da Crise Econômica Global na economia brasileira, culpou o coronavírus, porém não disse que medidas serão adotadas para enfrentar a crise.
O Ministério Público Federal encaminhou ofício ao governo Bolsonaro, solicitando explicações sobre do Ministério da Cidadania que incluiu apenas 3% das famílias da Região Nordeste no Bolsa Família em 2020.
“Embora pareça inconcebível que o Governo Federal esteja deliberadamente preterindo a Região Nordeste em um programa de transferência de renda destinado a erradicar a pobreza, essa hipótese não pode ser prontamente descartada”, afirma ofício assinado pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) e pela Procuradoria da Bahia.
Segundo levantamento realizado pelo Estado de S. Paulo, somente 3% das famílias inseridas no programa este ano fazem parte da região Nordeste – a que apresenta os maiores índices de extrema pobreza. A região vista como de difícil capilaridade para o bolsonarismo.
Por outro lado, o Sul e o Sudeste – onde Bolsonaro concentra sua base eleitoral – foram os maiores beneficiados, com 75% dos novos ingressantes.
“O Estado é obrigado a atender todas as famílias em situação de pobreza e extrema pobreza com o Bolsa Família, desenvolvendo ações para ampliar o cadastro, especialmente para alcançar locais mais pobres e de difícil acesso, concedendo os benefícios e garantindo recursos para seu pagamento”, diz ainda o MPF.
O presidente Jair Bolsonaro surpreendeu jornalistas na manhã desta quarta-feira (4), no Palácio da Alvorada, quando era esperado para comentar o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), no primeiro ano do seu governo, que ficou em 1,1%.
Um humorista fantasiado de presidente Bolsonaro surgiu distribuindo bananas em seguida falou aos jornalistas e para platéia de apoiadores do presidente que costumam acompanhar as falas do presidente do Brasil, no local em Brasília.
Segundo informações, os jornalistas viraram às costas para o presidente e o humorista, em razão da negativa de Jair Bolsonaro em responder as perguntas sobre o PIB.
A senadora Eliziane Gama (Cidanadia-MA), demonstrou preocupação com o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) do país em 2019, divulgado nesta quarta-feira (4), que ficou em 1,1%, primeiro ano do governo Bolsonaro.
De acordo com a senadora, o percentual de crescimento significa que a economia está igual a “voo de galinha”.
“Preocupante o resultado do PIB de 2019, divulgado hoje, que ficou em 1,1%, segundo o IBGE. Resultado menor do que em 2018 e 2017. Os números mostram que a economia continua em voo de galinha. E os resultados só não foram piores graças ao consumo das famílias brasileiras” disse Eliziane no twitter.
Segundo o IBGE, o patamar de crescimento do PIB, no primeiro ano do governo Bolsonaro, é o pior de recuperação da recessão já registrado no Brasil. A economia está no patamar de 2013.
Ainda de acordo com os dados, a maior contribuição para avanço do PIB veio do consumo das famílias que ficou em 1,8%.