AL-MA edita cartilha sobre ‘Condutas Vedadas e Leis das Eleições’

 

Assembleia Legislativa do Maranhão editou a cartilha ‘Condutas Vedadas e Lei das Eleições’, para orientar os profissionais de Comunicação da Casa e assessores dos deputados sobre as restrições impostas pela Justiça Eleitoral em seu calendário, que passaram valer a partir de 2 deste julho até término do pleito eleitoral.

O manual foi elaborado pela Procuradoria do Parlamento Estadual.    

“Como se trata de um ano de eleições e a maioria absoluta dos deputados disputa a reeleição, tornou-se necessária a compilação de informações relevantes sobre a legislação eleitoral, de forma clara e objetiva, para prevenir a ocorrência de atos que possam ser questionados na Justiça Eleitoral, cometidos tanto pelos candidatos como por seus assessores (..) A cartilha é didática e tem como principal objetivo orientar os deputados e servidores desta Casa no desempenho de suas atividades, de maneira que sejam praticadas dentro dos limites previstos na legislação eleitoral”, enfatizou o procurador da Assembleia, Tárcicio Araújo.

O trabalho foi precedida de um workshop, realizado no dia 22 do mês passado, conduzido pelo procurador-geral da Assembleia, Tarciso Araújo, com a participação do subprocurador-geral do Estado, Alexandre Cavalcante, e mediado pela diretora adjunta de Comunicação da Casa, jornalista Silvia Tereza.

Raimundo Bringel assume vaga de Weverton Rocha no Senado

O ex-prefeito do município de Santa Inês, Raimundo Bringel (União Brasil-MA), tomou posse no Senado. Ele assumiu a vaga de Weverton Rocha (PDT-MA), licenciado por 120 dias, para disputar o governo do Maranhão.

“.. me dedicarei às políticas públicas inclusivas para superação das perversas desigualdades e absurdas injustiças que nos indignam e envergonham..”, disse Bringel ao tomar posse.

Raimundo Bringel e sua esposa Vianey Bringel administraram o município de Santa Inês. Eles são tios do deputado federal Jucelino Filho (União Brasil), um dos principais aliados de Weverton Rocha no Maranhão.

Eleições 2022: PSD oficializa Edivaldo Holanda Jr dia 30 de julho

O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr (PSD), convidou nesta quarta-feira, dia 6, a população para participarem da Convenção Estadual do PSD, onde terá seu nome oficializado para disputa ao governo do Maranhão.

O evento será na Assembleia Legislativa do Estado na capital.

Carlos Brandão viaja para São Paulo nesta quinta-feira dia 7

O governador Carlos Brandão (PSB), informou no inicio da noite desta quarta-feira, dia 6, que viajara amanhã para São Paulo, onde fará uma avaliação médica de praxe. Ele retorna ao Maranhão na sexta-feira, dia 8.

O anuncio foi durante culto pela sua saúde realizado por evangélicos no Palácio dos Leões.

Ele chegou em São Luís, na última sexta-feira, dia 1º, desde então participou de várias agendas do governo, após cirurgia para retirado de um cisto dos rins, onde permaneceu por mais de 40 dias em recuperação e observação.

Carlos Brandão também anunciou que encaminhou para a Assembleia Legislativa projeto de lei de redução do ICMS dos combustíveis em 18%.

Genial/Quest ratifica tendência de vitória de Lula

Pesquisa Quest/Genial divulgada nesta quarta-feira, dia 6, mostra que o ex-presidente Lula (PT) na liderança e o presidente Jair Bolsonaro (PL) na segunda posição em todas as regiões.

Nordeste – Lula (PT): 59%, Bolsonaro (PL): 22%, Outros: 10% Não vai votar ou indeciso: 9%.

Sudeste – Lula (PT): 38%, Bolsonaro (PL): 33%, Não vai votar ou indeciso: 15%, Outros: 14%.

Sul – Lula (PT): 40% Bolsonaro (PL): 32% Não vai votar ou indeciso: 15% Outros: 13%.

Centro-Oeste – Lula (PT): 39%, Bolsonaro (PL): 35%, Não vai votar ou indeciso: 13%, Outros: 13%.

Norte – Lula (PT): 48% Bolsonaro (PL): 32%; Outros: 12%; Não vai votar ou indeciso: 8%.

A pesquisa ouviu 2.000 pessoas pessoalmente, entre os dias 29 de junho e 2 de julho. O índice de confiança é de 95%. Está registrada no TSE com o número BR-01763/2022.

Dino mostra preocupação na batalha para derrotar Bolsonaro no Rio

O ex-presidente Lula (PT), estará neste quarta-feira, dia 6, no Rio de Janeiro, onde terá que resolver um imbróglio grande na formação do seu palanque no estado base do bolsonarismo.

Marcelo Freixo (PSB), está definido para o governo do campo progressista e democrático. O entrave é para o Senado, onde disputam o deputado federal Alessandro Molon (PSB) e o presidente da ALERJ, André Cecíliano (PT).

O ex-governador, Flávio Dino, liderança do PSB, tem demonstrado preocupação com o Rio e cobra compromisso do campo democrático com o ‘objetivo maior’, derrotar Bolsonaro.

“A eleição de Marcelo Freixo a governador do Rio deve ser uma prioridade máxima do campo democrático e progressista, a fim de derrotar a besta e seus asseclas. Torço para que todos os acordos sejam viabilizados em nome do objetivo maior”, alertou Flávio Dino.

Para alguns pode parecer que Flávio Dino (PSB), pré-candidato ao Senado no Maranhão e empenhado em manter Carlos Brandão (PSB) no governo, deveria estar voltado exclusivamente para as eleições no seu estado, mas Flávio Dino é um dos principais nomes do campo progressista na atualidade nacionalmente.

Amanhã terá um ato no Rio onde estarão André Cecíliano o preferido dos petistas e Alessandro Molon que está na frente nas pesquisas.

“extrato da reunião de líderes no Senado”, CPI apenas após eleições

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), cede a pressão do Palácio do Planalto e decidiu nesta terça-feira, dia 5, que a CPI do esquema no MEC só depois das eleições em outubro.

Também nas redes sociais o senador Randof Rodrigues (REDE-AP), autor do pedido de instalação da CPI do MEC, informou que vai esperar até amanhã a leitura do do requerimento, caso não seja feito acionará o STF.

A decisão está sendo comemorado pelos aliados do presidente Jair Bolsonaro (PL), que consideram o anuncio de Pacheco como uma vitória, pois temiam o impacto eleitoral negativo na campanha de reeleição.

Valor de campanha de Bolsonaro 2022 será 31 vezes maior que 2018

Da Revista Fórum

O PL presidido por Valdemar da Costa Neto está preparando os cofres para a campanha de reeleição de Jair Bolsonaro.

O presidente Bolsonaro declarou ter gasto R$ 2,8 milhões nas eleições de 2018, terá o valor da campanha 31 vezes maior em 2022. Ele disputou 2018 pelo PSL, com foco nas redes.

O PL de gastar R$ 88,3 milhões na campanha de reeleição de Bolsonaro.