Temendo derrota desgaste governo recua de adiamento da votação da PEC do Fundeb

 

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Foto: Agência Câmara

O governo Bolsonaro desistiu de defender o adiamento da PEC do Fundeb. O clima no Congresso não estava nada bom em relação a proposta do governo.

A PEC está sendo debatida desde 2015. O atual governo não participou de nenhum dos debates.

O governo pediu que a complementação do Fundeb para a Educação saia de 10% para 23%, com 5% aplicados exclusivamente na Educação Infantil, o que foi aceito.

O aporte do governo federal começará em 2021 com 12%, em 2013 passará para 13%, seguido por um aumento de 2% a cada ano até chegar em 23%.

Na divisão do aporte total, 10% são do modelo atual de financiamento, outros 2,5% serão de indução de resultado, 5% para a educação infantil e 5,5% para outras etapas.

O governo avaliou a situação e decidiu acumular mais esses desgaste, já que a derrota era dada como certa. (Correio Brasiliense)

Para Rodrigo Maia a Educação não é prioridade do governo Bolsonaro

 

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Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara Federal/Foto: Reprodução

Para o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a equipe econômica do governo Bolsonara não considera a área de educação prioridade.

A declaração de Maia foi dada durante coletiva nesta segunda-feira (20), ao se referir à PEC do Novo Fundeb.

“Adiar o percentual combinado para 2022 eu não vejo sentido nesse encaminhamento. Até porque para alguns temas o governo parece que entende que tem dinheiro, para outros temas como essa prioridade no curto prazo da educação parece que o governo gera mais resistência, pelo menos na equipe econômica”, disse Rodrigo Maia.

Governo Bolsonaro investirá R$ 30 milhões para reduzir desgaste

 

Foto: Reprodução

Da Folha de S.Paulo

Foi publicado no D.O da União nesta segunda-feira (13), que o governo Bolsonaro vai gastar cerca de  R$ 30 milhões, em propagandas para “renovar as esperanças do brasileiro”.

O valor, no entanto, é mais do que o dobro previsto no orçamento de 2020 para comunicação, cerca de R$ 138,1 milhões. A Secom afirma que a campanha precisou de mais recursos por conta da pandemia do coronavírus.

A campnha terá como foco ações do governo federal e apresentar alternativas de retomada do país, em meio a pandemia, que causou grande desgaste pela postura que adotada pelo governo no enfrentamento da crise sanitária.

Arthur Lira quer presidência da Câmara após garantir base a Bolsonaro

 

Deputados Rodrigo Maia (DEM), presidente da Câmara Federal, e Arthur Lira (PP-AL), lider do partido/Foto: Reprodução

Apoio do Centrão ao presidente Bolsonaro faz o governo respirar melhor neste momento, de acordo com Valor Ecômico uma base composta de 206 aliados na Câmara, 40% do total de deputados.

Os parlamentares que compõe a base do governo podem barrar eventuais processos de impeachment ou denúncia contra o presidente.Um dos grandes responsáveis pela articulação envolvendo a união do Centrão com o Palácio do Planalto é o deputado Arthur Lira (AL), líder do PP na Câmara.

Ele seria o responsável por arregimentar 129 parlamentares de dez partidos, de acordo com levantamento do Valor. O deputado é cotado para substituir Rodrigo Maia (DEM-RJ) na presidência da Câmara a partir de 2021.

Bolsonaro já liberou R$ 398 bilhões na pandemia, mas Saúde só recebeu 13% do valor

 

Foto: Reprodução

O governo Bolsonaro, apesar da resistência em aceitar a gravidade da pandemia, já liberou cerca de R$ 398 bilhões. Desse total apenas 13% foi para saúde o que equivale a R$ 52,5 bilhões.

A maior parte 86% ou R$ 342 bilhões foi para ativades econômicas, mesmo assim o setor está em estado gravíssimo.

Para outras pastas do governo foram liberados 1%, ou seja, R$ 3,5 bilhões.

Os números fazem parte de um levantamento realizado pela Folha de SP e divulgados neste domingo (28), com base em informações oficiais do Palácio do Planalto.

Flávio Dino questiona prioridades de Bolsonaro enquanto o Brasil afunda

 

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Flávio Dino, governador do Maranhão, e Jair Bolsonaro, presidente da República/Foto: Reprodução

O FMI (Fundo Monetário Internacional) prevê queda da economia brasileira de -9,1% em 2020. O Banco Central havia projetado 6,5% no último Boletim. Aqui mais informações.

O governador do Maranhão, Flávio Dino, questionou o presidente Bolsonaro nas redes nas redes sociais, quais as prioridades do seu governo enquanto o Brasil afunda em crises, principalmente a econômica.

“Enquanto isso, qual a agenda de trabalho do presidente da República ? Interesses pessoais, dos filhos, de Queiroz e seus demais amigos ? Ou há uma intensa agenda com empresários, trabalhadores, estados e municípios? Pessoa errada, métodos errados, metas erradas”,

Manifestações em Brasília em defesa da democracia e contra o racismo

 

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Deputado disse que foi “questão de sorte” emendas no valor de R$ 15,9 milhões

 

Deputado Federal, Josemar de Maranhãozinho (PL-MA)/Foto: Reprodução

Apoio do Centrão ao presidente Bolsonaro começa revelar o preço bilionário da aliança. O valor da liberação de recursos em emendas parlamentares para o grupo de partidos no Congresso durante a pandemia e crise política é recorde.

De acordo o Jornal o Estado de. Paulo, em abril foram R$ 6,2 bilhões empenhados.

O campeão em recebimento de emendas, totalizando algo em torno de R$ 15,9 milhões, é o depuata federal Josemar de Maranhãozinho, que comanda o PL no Maranhão.

Questionado sobre figurar na liderança da lista de beneficiados, o deputado disse foi “questão de sorte”, por ter sua agenda voltada para saúde prioridade no momento. Leia mais aqui…